Flamengo Resenha



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ESPORTE INTERATIVO: Da estreia na temporada, em 17 de janeiro, até o duelo contra o River Plate, na última quarta-feira (23), já se foram 30 jogos do time do Flamengo na temporada. Em quatro meses, o elenco rubro-negro vive maratona que já fez vítimas, seja no departamento médico ou nas cabeças cortadas pelos resultados ruins ainda em março.

O time carioca, na verdade, revive a rotina intensa de partidas pela qual já passou na última temporada, quando bateu recorde no Brasil ao disputar 84 jogos. Na ocasião, foram cinco competições oficias diferentes. Neste ano, por enquanto, são quatro, e o Campeonato Carioca vem sendo protagonista: foram nada menos que 15 partidas com a queda na semifinal.

A média, por enquanto, vai repetindo o padrão de 2017: mais ou menos dois jogos por semana. Rotina que, somada às viagens pelo Brasil e fora do país, passa fazendo vítimas dentro e fora do elenco. Quem começou o ano no comando não está mais: Paulo César Carpegiani, demitido junto de outros cinco profissionais em 29 de março.

Dentro de campo, a lista de lesionados que o time da Gávea já teve de tratar não é curta: zagueiros Juan, Réver e Rhodolfo, lateral Pará, volante Willian Arão, meia Diego e atacantes Felipe Vizeu e Geuvânio. Todos, de fevereiro até agora, tiveram de ser poupados de partidas para tratar de problemas físicos.

Até o fim do ano, o Flamengo fará no mínimo mais 35 jogos. Isso contando apenas as rodadas que restam no Campeonato Brasileiro e esperando quedas nas oitavas de final da Copa Libertadores e nas quartas de final da Copa do Brasil. Por enquanto, o recordista de partidas é Vinicius Jr., com 27. Lucas Paquetá e Renê, com 25, e Cuéllar, com 24, também têm números altos.

FOLHA DE SÃO PAULO: Com a escolha de Osmar Loss, 42, pelo Corinthians, a Série A do Brasileiro tem sete treinadores que nunca foram jogadores profissionais. São 35% dos 20 clubes que estão no torneio.

Formado em educação física e dono de licença A da CBF (a segunda mais alta oferecida pela entidade), Loss substitui Fabio Carille, que aceitou proposta para dirigir o Al Wehda, da Arábia Saudita.

“O Carille assinou e o Duilio [Monteiro Alves, diretor de futebol] me chamou. Não teve nada preparado. A gente vai se preparando para ir bem quando chegar a hora. São 20 anos de futebol”, disse o novo técnico corintiano.

Barbieri com a torcida do Flamengo - Foto: Gilvan de Souza
Ele estreia nesta quinta (24), contra o Millonarios (COL), no Itaquerão, pela Copa Libertadores. Será a última partida da fase de grupos. Segundo o presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, Loss está confirmado “até a Copa [do Mundo]”, que termina em julho.

A escolha do novato foi opção pela manutenção da filosofia de trabalho e também por um nome que já vinha sendo preparado para assumir o profissional. Loss chegou a quatro finais consecutivas da Copa São Paulo, pelo sub-20, antes de virar auxiliar de Carille no início deste ano.

Foi caminho parecido com o de Thiago Larghi, 37, atual treinador do Atlético-MG e escolhido após a queda de Oswaldo de Oliveira. Ele já estava no clube como integrante da comissão técnica. Assim como Loss, nunca foi jogador profissional. Começou como analista de desempenho e também fez o curso da licença A da CBF.

“Os jogadores acreditam no que a gente fala e isso é o melhor. Sem isso não adiantaria nada. Tudo o que a gente consegue é por causa do estudo, do trabalho”, afirma Larghi.

Além dos dois, Maurício Barbieri, 36 (Flamengo); Enderson Moreira, 46 (América-MG); Zé Ricardo, 47 (Vasco); Gilson Kleina, 50 (Chapecoense); e Guto Ferreira, 52 (Bahia) nunca foram atletas profissionais e hoje comandam equipes da Série A.

Desses, Barbieri, Moreira e Zé Ricardo possuem a licença A da CBF. O técnico do Flamengo também tem o certificado B da Uefa.

A partir de 2019, a CBF vai exigir que os técnicos da Série A tenham licença de especialização. Serão abertas exceções a profissionais de reconhecida experiência. São os casos de Kleina e Ferreira, que trabalham no futebol desde o final dos anos 1980.

Os sete treinadores que não foram atletas são formados em educação física.

Em comparação com as principais ligas europeias, a elite brasileira dá mais chances a quem não foi atleta profissional. Nas primeiras divisões de Inglaterra e Espanha, todos os times tinham ex-jogadores como técnicos no fim da última temporada. Na Alemanha, quatro fugiram à regra.

“É uma questão de receber a chance e provar o seu valor. Muitas vezes tudo o que o profissional necessita é uma chance e pode dar certo”, declara Zé Ricardo, que foi profissional no futsal antes de começar a trabalhar no campo.

Nos 13 clubes da elite brasileira que têm treinadores ex-atletas, há jovens que ainda buscam se firmar na profissão, como Odair Hellmann, 41 (Internacional), e Alberto Valentim, 43 (Botafogo).

Outros têm passagens pelo exterior (Abel Braga, 65, do Fluminense), seleção brasileira (Mano Menezes, 55, Cruzeiro) e títulos internacionais (Renato Gaúcho, 55, Grêmio).

“Eu defendo que essa nova geração seja valorizada mesmo e receba chances. Eles estão se preparando para isso, assim como nós [veteranos] nos preparamos para ter sucesso. O caminho que eles estão percorrendo merece ser incentivado”, afirma Abel Braga.

COLUNA DO FLAMENGO: Não é novidade que o Flamengo começa a mapear nomes para a zaga, que conta somente com cinco jogadores: três acima dos 30 anos – Réver, Rhodolfo e Juan -, e dois abaixo dos 25 anos – Léo Duarte e Thuler. O objetivo da diretoria rubro-negra é encontrar um jogador jovem para a posição, porém que ao mesmo tempo seja experiente. Sabendo destes requisitos, o Luzern, da Suíça, ofereceu o zagueiro brasileiro Lucas Alves diretamente ao vice-presidente de futebol do Fla, Ricardo Lomba.

Nesta quarta-feira (23), durante a partida contra o River Plate pela Copa Conmebol Libertadores, o jogador postou uma foto em sua rede social assistindo o confronto, o que gerou ainda mais expectativas sobre a vinda do atleta para o clube da Gávea. Veja a foto abaixo.

Foto: Reprodução
Lucas Alves tem 25 anos e, apesar de jovem, já rodou por muitos clubes. Na Europa, o jogador atuou em quatro equipes: VfR Aalen-ALE, FC Biel-Bienne e Le Mont, sendo os dois últimos da Suíça. No Brasil, ele também defendeu Ipatinga, Atlético Goianiense, Bangu e Atlético Paranaense. Vale mencionar que o contrato do defensor com o time suíço é até junho de 2020, com passe avaliado em 600 mil euros, cerca de R$ 2,6 mi, segundo o Transfermarkt.

Ainda com cinco jogadores para a posição, o Mais Querido busca um zagueiro no exterior, uma vez que não pode contar com o zagueiro Juan (39 naos) para todas as partidas. O defensor rubro-negro, inclusive, encontra-se lesionado e somente deve voltar às atividades na próxima semana. Para o jogo contra o Atlético-MG, pelo Brasileiro, o Fla não poderá contar também com Réver, lesionado, e Rhodolfo, que cumpre suspensão automática pela expulsão no clássico contra o Vasco, no Maracanã.

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