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TORCEDORES: O diário Marca vem trazendo uma série de enquetes a respeito dos times da América do Sul. A mais nova é para saber qual o melhor time de cada continente (clique aqui para votar). Até o momento, River Plate e Boca Juniors têm números semelhantes de votos e estão nas primeiras colocações. O Santos em a terceira colocação e outros dois brasileiros encabeçam o top10: Flamengo (7ª) e Palmeiras (9ª).

Na Ásia, o Guangzhou Evergrande é quem lidera a lista. Recentemente, o time, que já chegou a ser dirigido por Luiz Felipe Scolari, está na primeira colocação de forma isolada. O Real Madrid, seguido por Barcelona e Liverpool, na enquete a respeito do futebol europeu.

Foto: Reprodução
Algoz do Atlético-MG no Mundial de Clubes de 2013, o Raja Casablanca é quem lidera as pesquisas de melhor time do continente africano.

GLOBO ESPORTE: Contratado pelo Flamengo como a esperança de solucionar os problemas ofensivos da equipe, Gabigol foi o único dos reforços que ainda não fez gol. Até agora, foi mais garçom do que goleador. A ansiedade de quebrar o jejum fica evidente nos jogos, e não só nele. Os próprios companheiros tentam de todas as formas ajudá-lo a ultrapassar essa barreira.

No último jogo, a derrota por 1 a 0 para o Fluminense, na semifinal da Taça Guanabara, Gabigol foi titular. Ele afirmou que a falta de gol não está afetando seu desempenho.

- Naturalmente vai sair esse gol. Todos estão ansiosos. Tudo flui melhor com gols. Mas estou confiante, me sentindo bem e tenho certeza que os gols vão sair - disse o camisa 9.

Gabigol, camisa 9 do Flamengo - Foto: Alexandre Vidal
Contra o Flu, Gabigol iniciou a partida mais centralizado, na função de centroavante. Depois que Uribe entrou, ele passou a atuar mais aberto pela direita. Ele acredita que essa versatilidade pode ser um trunfo para conseguir convencer Abel Braga de que ele é quem tem que ser o dono da posição.

- Tenho jogado em todas as posições. Joguei por dentro, no último jogo terminei por fora. Sou um dos que mais rodou de posição. De repente isso pode me ajudar. Tenho características diferentes das do Uribe. Gosto de sair da área. Ele fica mais por dentro.

O Flamengo se prepara para a estreia na Taça Rio, domingo, contra o Americano, no Maracanã.

Avaliação do desempenho do time

Fomos bem no Carioca. Óbvio que queríamos disputar o título. Mas em performance fomos um dos melhores. O dinheiro não entra em campo. É apenas o começo, talvez falte um pouco de entrosamento. Temos que continuar trabalhando bastante que as coisas vão dar certo.

Recuperação após a tragédia e eliminação

Claro que todo mundo ficou triste com a tragédia, depois veio a eliminação. Ficamos tristes. Mas seguimos trabalhando. Jogo de domingo é muito importante. Temos trabalhado bem e feito as coisas da maneira certa. O caminho está sendo bom e proveitoso.

Todos sentiram muito. A gente convivia com esses meninos. EU mesmo tirei foto com um deles. É claro que foi muito triste para nós. Tentamos não pensar muito. Eles vão ficar nos nossos corações para o resto de nossas vidas.

Estratégia para enfrentar o Americano

Temos que pensar jogo a jogo. Semana vai ser produtiva. Estamos ansiosos para voltar a ganhar e jogar bem. Todos trabalhando bem. Quem o Abel escolher estará capacitado. Independentemente se entrar no primeiro ou no segundo tempo.

GAZETA ESPORTIVA: Atualmente no Avaí e tendo comandado mais de 30 clubes durante toda a carreira, o experiente técnico Geninho revelou, em entrevista exclusiva à Gazeta Esportiva, que faltou o Flamengo em seu vasto currículo. Afirmando que recebeu convite da equipe carioca após Joel Santana decidir comandar a seleção da África do Sul, em 2008, o paulista de 70 anos explicou o motivo para não ter aceitado o desafio de treinar o Rubro-negro.

“Tive a felicidade de trabalhar em muitos lugares, mas um time que eu gostaria de ter treinado e acabou não acontecendo, por minha culpa, foi o Flamengo. Tive o convite da equipe, mas não quis deixar o Atlético Mineiro – isso, na época em que o Joel saiu para comandar a África do Sul. Recebi o convite diretamente do próprio presidente do Flamengo na época, conversei com o Joel, mas optei por permanecer no Atlético, já que eu já tinha deixado o time anteriormente na carreira para dirigir o Corinthians. Não queria repetir o ‘bafafá’, o ‘disse me disse'”, explicou.

Foto: Divulgação
“A camisa do Flamengo é pesada, é um time de representatividade, mas não posso culpar ninguém de lá, acabei não indo por motivos meus”, completou Geninho.

O treinador também relembrou, durante a entrevista, a conquista do Campeonato Brasileiro de 2001 com o Athletico-PR. Mesmo tendo conquistado um título com o Corinthians, Geninho não hesitou em apontar o Brasileirão daquele ano como o principal feito de sua carreira.

“Claro que ganhar um título (Campeonato Paulista de 2003) com um time da dimensão do Corinthians representa muita coisa, os torcedores me reconhecem e fazem elogios até hoje. Mas vencer o Brasileirão, principalmente com um time que não era grande e nem de elite, representou demais”, contou.

“Era um campeonato diferente, mas para chegar ao título, tivemos que eliminar São Paulo e Fluminense. Dos que classificaram, só tinham dois times pequenos, que foram justamente os que chegaram na final. A partir daquela conquista, existe o rótulo de treinador credenciado – você coloca um título brasileiro em seu currículo e há uma maior valorização e reconhecimento. Tive vários títulos dentro e fora do Brasil, mas essa é a conquista mais importante da minha carreira”, finalizou.

O incêndio no Ninho do Urubu, CT do Flamengo, no Rio de Janeiro, poderia ter sido evitado com medidas simples de segurança nas instalações elétricas.

Tudo indica que o fogo começou com um curto-circuito no ar condicionado de um dos quartos. O incidente resultou na morte de dez jovens e deixou três feridos.

A TV Bandeirantes de Curitiba (PR) entrevistou o diretor da Engerey, Fábio Amaral, que passou dicas para evitar acidentes como este. Entre as orientações do especialista está o uso do DPS (Dispositivo de Proteção Contra Surtos) nos quadros elétricos.



O DIA: Ex-presidente do Atlético-MG e atual prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil é um dos críticos da atual cota de televisão para os clubes brasileiros. Em diversas oportunidades, ele já reclamou da verba recebida pelo Flamengo e pelo Corinthians. Em entrevista ao portal "UOL", ele voltou a citar o Rubro-negro ao abordar o tema.

"O Flamengo é o Flamengo porque a televisão insiste nisso. Isso é culpa da televisão. Não tiveram grandes administrações, que eu me lembre, no Flamengo até hoje, só que o dinheiro corre para lá à vontade", afirmou.

Foto: Reprodução
Ao falar sobre os novos ricos do futebol brasileiro: Flamengo e Palmeiras, o Kalil afirmou que a verba dos clubes tem uma origem bastante diferente.

"O Flamengo não é o Palmeiras. É completamente diferente de a Rede Globo querer presentear o Flamengo com uma montanha de dinheiro. Qualquer Zé Mané que chegar lá vai receber a montanha de dinheiro", disse.

COLUNA DO FLAMENGO: O Flamengo foi eliminado pelo Fluminense da Taça Guanabara e nem chegou a disputar a final, que foi vencida pelo Vasco da Gama, neste domingo (17). No entanto, o Rubro-Negro foi lembrado pelo perfil oficial da ESPN Internacional, que frisou a quantidade de vezes em que a equipe levantou o troféu do torneio.

Ao comparar a quantidade de vezes em que cada um dos quatro grandes clubes do Rio de Janeiro celebrou a Taça Guanabara, o perfil frisou: “O Flamengo continua a olhar para todos de muito alto“. Além disso, o portal comentou o fato do Vasco ter vencido a competição: “Venceu sua 13ª Taça Guanabara e ficou a oito de chegar no Flamengo.


O último título da Taça Guanabara conquistado pelo Flamengo foi em 2018, sendo o 21ª da história do Rubro-Negro. Embora tenha levantado o troféu do primeiro turno do ano passado, o Fla foi eliminado na semifinal do Campeonato Carioca, ao perder por 1 a 0 para o Botafogo.

Se o Flamengo levantou 21 vezes o caneco, o Vasco, após o título deste final de semana, conquistou 13 vezes a Taça Guanabara. O Fluminense é o terceiro que mais celebrou a competição, com dez conquistas, enquanto o Botafogo é quem menos ganhou dos quatro grandes do Rio de Janeiro, apenas oito.

RODRIGO MATTOS: O início do Estadual do Rio-2019 prometia recuperar em parte a presença do público perdida nos últimos anos com fatores como a empolgação da torcida do Flamengo, a boa fase do Vasco e mais jogos no Maracanã. Mas a baixa presença de torcedores em jogos dos tricolores e as confusões nos jogos decisivos derrubaram os números do principal estádio na Taça Guanabara.

Primeiro, é preciso que se diga que aqui só se está considerando os jogos do Maracanã que não refletem a maior parte de partidas do Estadual. No módulo principal, foram 34 partidas no primeiro turno, apenas nove delas no principal estádio.

"Que nem a morte nos separe", diz a torcida do Flamengo - Foto: Staff Images
No Maracanã, a média de público ficou em 26.901. É uma presença de público insuficiente para tornar o jogo rentável e ocupa menos da metade dos assentos disponíveis, mesmo considerando a redução de capacidade do estádio.

O quadro era mais otimista no início do campeonato quando ingressos mais baratos e os reforços empurraram a torcida do Flamengo para o Maracanã. Em seus três jogos no turno, houve uma média de 43.305 pessoas, digna de um Brasileiro. Em compensação, nas mesmas três partidas, o Fluminense levou em média 6.488 torcedores, com prejuízo em todas as partidas.

Com as fases decisivas, os vascaínos também se empolgaram com a boa campanha. Mas, logo na semifinal, uma ameaça de chuva fez a Ferj recomendar aos torcedores que não fossem e interromper as vendas. Não choveu e apenas 9 mil pessoas assistiram ao jogo com o Resende. O Fla-Flu teve a maior presença de público com um total de 55 mil torcedores.

A final poderia atingir um patamar alto. Aí a disputa entre Fluminense e Vasco atrapalhou a organização da partida, e mais uma vez parou as vendas de ingressos antes da hora. No domingo de manhã, nem se sabia se haveria portões abertos no jogo. Resultado: foram contabilizados 29.002 bilhetes negociados, o que não significa que todos tenham entrado no Maracanã. Clubes e Ferj, portanto, perderam boa oportunidade de alavancar uma competição em baixa.

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