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Foto: ESPN.com.br
ESPN: Se Luis Fabiano e Paolo Guerrero alimentarão a rivalidade criada na semana do clássico pela semifinal da Taça Guanabara, só o tempo irá dizer. Um elemento comum a Vasco e a Flamengo, porém, pode uni-los: a pontaria de cada um dos ataques.

No Flamengo, o atacante peruano já é fundamental para que a equipe balance tanto as redes como neste início de Campeonato Carioca. Já no Vasco, Luis Fabiano tem a chance de corrigir um problema que incomoda até aqui.

O Flamengo chuta, em média, 15 vezes a gol por jogo. O time marcou, porém, 17 vezes no Carioca, o mesmo que dizer que precisou de cerca de 4,4 finalizações para marcar. Se o número parece satisfatório, a marca de Guerrero é ainda melhor.

O centroavante tem seis tentos até aqui em 2017, tendo chutado 15 vezes a gol. A bola entra, portanto, a cada 2,5 tiros do peruano, que tem aproveitamento de 53% mas finalizações.

Já no Vasco, o drama é oposto. O clube, entre os 12 grandes, é o que mais finaliza nos campeonatos estaduais, com 21,8 chutes por jogo. A pontaria, porém, é a pior, com uma média de acerto de 35,8%.

O ataque do time comandado por Cristóvão Borges também balançou as redes apenas seis vezes, precisando, portanto, de 18,2 finalizações para conseguir marcar.

Flamengo e Vasco decidem um dos finalistas da Taça Guanabara neste sábado, no Raulino de Oliveira, em Volta Redonda, às 17h, com acompanhamento, em tempo real, do ESPN.com.br.

WALTER MONTEROS/AFP
ESPN: Em 2017 a Copa Libertadores da América será mais brasileira do que nunca, com a presença recorde de oito clubes na fase de grupos do torneio. A notícia é boa para o fortalecimento do futebol nacional, por outro lado, é péssima para os árbitros do país.

Por motivos óbvios, as regras não permitem que quartetos de arbitragem sejam formados por profissionais do mesmo país de times que estejam em ação. Para piorar a situação, a competição sul-americana adota um critério de também não escalar árbitros para jogos de outras equipes que pertençam a grupos que tenham times de suas nacionalidades.

Na atual edição da Libertadores, apenas o grupo 3 não possui nenhum time do Brasil, sendo formado por Emelec-EQU, Independiente Medellín-COL, Melgar-PER, e River Plate-ARG. Assim, apenas dois jogos por rodada poderão ter a arbitragem dos brasileiros pertencentes ao quadro da Fifa.

A situação pode ser ainda mais complicada na sequência do torneio, pois, caso Palmeiras, Santos, Flamengo, Atlético-MG, Botafogo, Grêmio, Chapecoense e Atlético-PR sejam bem sucedidos, a fase mata-mata do torneio estará repleta de brasileiros, com a chance de termos uma equipe em cada um dos confrontos das oitavas de final. E o regulamento da Libertadores diz que, em caso de jogos com dois times do mesmo país, o árbitro seja de uma outra nação.

Com menos espaço na competição continental, os árbitros perdem oportunidades de projeção internacional, importantes para surgirem convocações em torneios de nível mundial. Além disso, a perda financeira é muito grande, já que os pagamentos da Libertadores são feitos em dólar, e rendem o dobro do que em torneios no Brasil.

Quando atuam em jogos do Campeonato Brasileiro, os árbitros que possuem o selo da Fifa recebem R$ 3,85 mil por partida enquanto os auxiliares da entidade ganham R$ 2,3 mil.

Já quando o compromisso é da Copa Libertadores, o pagamento é em dólar, rendendo US$ 2,55 mil (R$ 7,8 mil) para o árbitro principal da partida, US$ 1,67 mil (R$ 5,1 mil) para o auxiliar, e US$ 1,25 mil (R$ 3,8 mil) para o quarto árbitro.

Atualmente, são 10 árbitros principais e 10 auxiliares no quadro da Fifa. Anderson Daronco, Dewson Freitas da Silva, Luiz Flávio de Oliveira, Raphael Claus, Ricardo Marques, Rodolpho Toski Marques, Sandro Meira Ricci, Wagner do Nascimento Magalhães, Wagner Reway e Wilton Sampaio são os árbitros, e Alessandro Matos, Bruno Boschilia, Emerson de Carvalho, Bruno Raphael Pires, Fabrício Vilarinho, Kléber Lúcio Gil, Marcelo Van Gasse, Rodrigo Figueiredo Henrique Correa, Guilherme Dias Camilo e Danilo Ricardo Simon Manis, os assistentes.

Foto: Paulo Fernandes/Vasco
ESPN: O Vasco segue se preparando para o clássico do próximo sábado, às 17 horas (de Brasília), contra o Flamengo, no Raulino de Oliveira, em Volta Redonda, pelas semifinais da Taça Guanabara, primeiro turno do Campeonato Carioca.

Ciente de que o rival tem a vantagem do empate para chegar à final, o time vascaíno prega a tranquilidade para inverter essa situação. "Vai ser um jogo em que vamos precisar de tranquilidade, temos 90 minutos para construir o resultado. O Flamengo tem uma vantagem importante, mas que não garante a classificação. Temos que batalhar muito", disse o zagueiro Luan.

O lateral-direito Gilberto pensa de maneira parecida com o companheiro de defesa.

"Trata-se de um clássico, muito equilibrado e com a rivalidade. Quem conseguir ter o time mais equilibrado vai levar a classificação. O Flamengo tem uma vantagem importante, mas o Vasco pode conseguir vencer a partida", analisou o lateral, que jogará seu primeiro clássico contra o Flamengo.

Na visão do volante Bruno Gallo, a vantagem não deverá interferir no começo do jogo.

"Não acredito que o Flamengo vá entrar em campo pensando na vantagem e o Vasco sabe que precisa de gols. Portanto, a tendência é que isso torne o jogo mais dinâmico. É importante termos tranquilidade", afirmou.

Para este compromisso, o Vasco só será definido na manhã desta sexta-feira, quando o plantel treina em São Januário. O técnico Cristóvão Borges deve manter a base que vem atuando, sem usar o atacante Luis Fabiano, que ainda não tem condições físicas para atuar.

Foto: Arquivo LANCE!
LANCE: Preso há quase sete anos pela morte de Eliza Samudio, o goleiro Bruno recebeu nesta sexta-feira um habeas corpus da Justiça que o permite sair da penitenciária. Em janeiro do ano passado, em entrevista à Rádio Itatiaia, Bruno afirmou que estava falido e havia assinado um pré-contrato com o Milan pouco antes da prisão. Porém, ainda há mais para ser revelado. O LANCE! escutou uma fonte próxima ao jogador e descobriu uma grande história. Hoje sem dinheiro algum, Bruno tinha nas mãos no dia de sua detenção, em 7 de julho de 2010, uma tentadora oferta do Zenit que faria dele um milionário aos 25 anos. A proposta havia sido recebida dias antes da prisão.

A oferta por Bruno era de 8 milhões de euros, cerca de R$ 17,5 milhões, na cotação da época. O Milan era o sonho do camisa 1, mas a grana russa se mostrava suficiente para cobrir sua multa rescisória, o afastar da Itália e o mandar para São Petersburgo. O Flamengo estava feliz com o negócio, mas aí o nome do goleiro entrou nas páginas policiais e tudo parou. Um triste desfecho.

- A proposta do Zenit era grande. Tinha alguma coisa vindo do Milan sim, mas o Zenit ofereceu muito dinheiro. Seria a independência financeira do Bruno, sem dúvidas. E a proposta cobria o que o Flamengo queria. A ida para o Zenit era uma possibilidade forte, mas então houve aquilo tudo sobre o caso e a prisão - disse a pessoa ouvida pela reportagem do LANCE!, que ainda hoje trabalha no meio de negociações de jogadores.

Foto: Divulgação
LANCE: O Boavista se classificou na Copa do Brasil após derrotar a Portuguesa (SP), em São Paulo, na última quarta-feira. Um dos principais jogadores do clube de Saquarema, o goleiro Felipe, Bicampeão da competição conversou com exclusividade ao LANCE! e contou como está sendo viver esse momento no Verdão de Saquarema.

- Temos um time com diversos jogadores experientes e que já conquistaram muitos títulos em suas carreiras. Isso conta muito numa competição mata-mata como é a Copa do Brasil. Estamos jogando com inteligência e sabendo explorar nossos pontos fortes. A cada partida ganhamos mais confianças, mas sem criar muita expectativa. Nosso foco é somente no próximo adversário - afirmou

Felipe reencontrou Joel Santana no Boavista, o treinador e o goleiro já trabalharam juntos no Vitória (2003) e no Flamengo (2012), e falou também como está sendo essa nova experiência com o comandante do time de Saquarema.

- O Joel me conhece há muito tempo. Foi ele quem me subiu para os profissionais no Vitória. Depois foi meu treinador no Flamengo e agora nos reencontramos de novo. Ele é uma pessoa especial e um profissional de primeira linha. Eu nem preciso falar isso, né? Porquê o currículo dele já fala por si só. Tomara que tudo dê certo e as coisas continuem boas na Copa do Brasil e melhorem no Estadual. – comentou.

Com passagens marcantes por Flamengo e Corinthians, o arqueiro afirmou que ainda não sabe se um dia voltaria ao clube e não pensa em aposentar as chuteiras, mas se arrepende de ter discutido com Andrés Sanchez (na época presidente do Timão).

- A única coisa que me arrependo até hoje na minha carreira foi a forma como eu saí do Corinthians, discutindo num programa de TV, ao vivo, com o presidente Andres Sanches. Hoje em dia nos falamos normalmente quando nos encontramos e sabemos que extrapolamos naquele episódio. Foi desnecessário, realmente. - Disse arrependido

Certas coisas nas nossas vidas ficam para sempre na memória, e guardamos em um lugar especial. Perguntando sobre o momento mais marcante de sua carreira, Felipe nem hesitou em responder que foi o memorável 5 a 4 entre Flamengo e Santos, um jogo que teve Ronaldinho Gaúcho e Neymar comandando o espetáculo em campo.

- Os títulos são sempre marcantes. Cada um à sua maneira, mas sem dúvidas é sempre um marco na carreira de qualquer atleta. Mas uma coisa que nunca vou esquecer foi aquele jogo entre Flamengo e Santos, na Vila Belmiro, com Neymar e Ronaldo (Gaúcho) "acabando" com o jogo. Neymar fez o gol do Prêmio Puskas. Ronaldo deu a vitória pra gente. E eu ainda peguei um pênalti batido de cavadinha. Aquela partida ficará viva para sempre na minha memória.- Finalizou

Na terceira fase da Copa do Brasil, o Boavista vai encarar o Sport, o mando de campo ainda não foi sorteado e o dia também não foi definido. Pelo Campeonato Carioca, a equipe de Saquarema inicia sua trajetória na Taça Rio contra o Fluminense, em Bacaxá, no dia 12 de março.

Confira o bate-bola completo com o goleiro Felipe.

Como está sendo feita a preparação para a Copa do Brasil e para a sequência do Campeonato Carioca?

Apesar do clube ser de Bacaxá, treinamos no Rio. O grupo é muito bom, nossa comissão técnica muito experiente. O dia a dia é de muito trabalho, mas também muita satisfação de todos.

Como você projeta o seu futuro no Boavista, do clube e na carreira?

Eu vim para o Boavista para dar o meu melhor. O projeto que o clube montou esse ano foi muito bom, muito sério, com profissionais de muita qualidade. Então meu pensamento no momento é exclusivamente fazer um bom Campeonato Carioca. O que virá depois é consequência de um bom trabalho realizado aqui. Sobre o clube, não tenho dúvidas que tem um futuro promissor. É gerido por pessoas do bem e competentes no que fazem. O futebol precisa disso.

Você retornou Rio de Janeiro, como está sendo essa readaptação no futebol carioca. Está sendo diferente de tudo que já viveu?

O Rio é minha casa. Apesar de ter sido criado em Salvador, eu nasci aqui, minha família toda é carioca. Isso também pesou para eu aceitar a proposta do Boavista. Está sendo muito bom reencontrar amigos antigos. Não existe readaptação à sua casa, né? (risos)

Em 2016, você voltou ao Bragantino, após curta passagem pelo Figueirense e acabou rebaixado com o clube. Como foi para você da a volta por cima e recomeçar em 2017? O que mais te motivou?

O ano de 2016 infelizmente não acabou do jeito que eu esperava. Fui para o Bragantino para voltar a jogar. Sou muito grato ao presidente que me deu essa oportunidade. Correspondi em campo. Fui eleito pela Federação Paulista o Melhor Goleiro da Série A2. Mas no Brasileirão as coisas não andaram. O time não foi bem dentro de campo e aí aconteceram mudanças fora das quatro linhas. Mas pude mostrar pra mim mesmo que eu ainda estou em totais condições técnicas de defender um grande clube novamente. E sigo trabalhando forte, agora no Boavista, com essa mesma confiança.

Você já teve muitas experiências ao longo da carreira, como é transmitir isso para os jovens jogadores?

Procuro sempre conversar com os atletas e mostrar que pra vencer no futebol precisa de muito treino. Não é fácil. Todos os títulos que eu conquistei foram com equipes que não perderam o foco. Então é importante se dedicar aos treinos, para que no jogo as coisas aconteçam da melhor maneira.

Dos técnicos que você já teve na carreira, quais foram mais marcantes?

O próprio Joel (Santana) tem um papel muito importante na minha carreira. Além deles o Mano Menezes, na época de Corinthians, e o Luxemburgo, que foi quem apostou em mim na minha vinda pro Flamengo.

Você pretende algum dia voltar ao Flamengo ou ao Corinthians, seja como treinador ou com outra função no departamento de futebol?

Sinceramente, não tenho ideia ainda do que fazer quando encerrar minha carreira. Está muito longe ainda de acontecer. (risos)

O que você mais se lembra dos bastidores do Flamengo?

Éramos um grupo de parceiros. É claro que existiam os que eram mais afinados com outros. Normal. É sempre assim em qualquer grupo de trabalho, seja qual for a profissão. Mas, de uma maneira geral, havia uma parceria e um respeito muito grande entre todos. Não à toa vieram os títulos.

Por você ser considerado um jogador polêmico, você acredita que isso fechou algumas portas na sua carreira? Se arrepende de algo?

Acho que as pessoas têm uma imagem errada de mim. Eu não sou polêmico. Eu apenas sou autêntico nas minhas declarações. Ou seja, não faço nada demais, além de dar minha opinião sincera sobre o que me é perguntado. Não sou de dar resposta feita para agradar A ou B. Eu falo o que acho certo falar. Mas, infelizmente, as pessoas querem sempre levar para o mau caminho. Isso é muito ruim, porquê acaba fazendo com que os atletas, e até artistas e outras pessoas públicas, tenham sempre frases prontas. Para não criar nenhum tipo de polêmica.

Eduardo Bandeira de Mello, Presidente do Flamengo - Foto: Fernando Dantas/Gazeta Press
BRUNO VOLOCH: ‘O Maraca é nosso’.

O canto da torcida do Flamengo está muito perto de se tornar realidade.

O blog bate nessa tecla faz tempo.

Voloch: “Flamengo com as mãos no Maracanã”

Já existe um acordo com a Odebrecht e o Flamengo, conforme o próprio presidente disse, vai fazer sua estreia na Libertadores, dia 08 de março, no Maracanã.

O tempo é curto.

Mas o Flamengo é a esperança, aliás, a única, de salvar o Maracanã.

Fotos: Gilvan de Souza / Flamengo
LANCE: Disputar um o badalado Clássico dos Milhões é uma experiência inesquecível. Neste sábado, alguns jogadores terão a oportunidade de enfrentar o Vasco com a camisa do Flamengo pela primeira vez. Diego, Trauco, Réver, Rafael Vaz, Rômulo e Muralha são os titulares que ainda não duelaram contra o rival defendendo a equipe da Gávea. Além deles, o técnico Zé Ricardo nunca teve a chance de encarar o Cruz-Maltino no profissional. Contudo, nas categorias de base ele já sentiu este gostinho algumas vezes.

Experiente, o meia Diego evita se deixar levar pela ansiedade.

- É o meu primeiro Flamengo x Vasco. Já tive alguns clássicos com a camisa do Flamengo e contra o Vasco será mais um. Será um jogo muito bom de participar. É um grande prazer vestir a camisa do Flamengo em um jogo como este - disse o camisa 35.

O banco de reservas do Flamengo também pode trazer alguns estreantes no Clássico dos Milhões. O goleiro Thiago, por exemplo, ainda não encarou o Vasco no profissional. Fora dos últimos dois jogos, o atacante colombiano Orlando Berrío é dúvida para esta partida, mas também pode ser outro novato no duelo.

VELHOS CONHECIDOS DO VASCO

Apesar de ainda não terem enfrentado o Vasco atuando pelo Flamengo, o zagueiro Rafael Vaz e o volante Rômulo são velhos conhecidos da torcida vascaína. O defensor, inclusive, fez o único gol de uma vitória do Cruz-Maltino sobre o rival, no ano passado, em São Januário.

Rômulo não foi revelado pelo Vasco, mas foi em São Januário onde ele despontou para o futebol nacional e chegou à Seleção Brasileira. Quando acertou com o Rubro-Negro, o jogador foi alvo de alguns xingamentos no Instagram. No entanto, ele conta que não vem sendo alvo de provocações.

- Estou bem adaptado e feliz aqui no Flamengo. Em relação a isso (brincadeiras e provocações), não tem. Somos profissionais. Sempre que querem fazer essas brincadeiras, corto logo, porque trabalho é trabalho, e brincadeiras são à parte - comentou o atleta em entrevista coletiva no Ninho do Urubu.

Foto: Staff Images
EXTRA GLOBO: Depois de confirmar a estreia na Libertadores no Maracanã, o Flamengo intensificou as vistorias no estádio nesta quinta-feira, e já sabe que terá que arcar com um valor alto de manutenção e reformas para enfrentar o San Lorenzo dia oito de março. Com todo o conforto para seu torcedor. Para garanti-lo, o clube estima uma carga de ingresso menor do que na partida contra o Corinthians, no ano passado, quando ela chegou a quase 70 mil lugares.

O estádio já tem a luz acesa e os sistemas de comunicação funcionando depois do pagamento, por parte da concessionária, de uma conta de energia de mais de R$ 1 milhão. O diretor de novos negócios do clube, Marcelo Frazão, liderou a equipe que foi ao estádio para iniciar a preparação da operação da partida, e garantiu que o jogo de estreia de 2017 terá o Maracanã de sempre, mas funcional. Cadeiras seguirão fora dos lugares no setor leste e outras áreas do estádio não terão a mesma apresentação, mas no campo a bola vai rolar tranquilamente.

- Criou-se uma percepção de que o estádio estava fechado há muito tempo. Na verdade tem menos de dois meses da última partida realizada no Maracanã. Comparativamente ao final da Rio 2016 o gramado está em melhor estado. A falta de cadeiras, e outras questões, já existiam após os Jogos e não impediram a funcionalidade do estádio no final de 2016. Não será o melhor estado de apresentação do Maracanã, mas estará tão funcional como no final do Brasileiro - garantiu Frazão.

A comitiva rubro-negra acompanhou o funcionamento pleno do Centro de Comando de Operações. Foram feitos testes de luz desde a última terça-feira. Há outros problemas que precisam ser resolvidos, mas haverá tempo hábil, garante Marcelo Frazão.

— Antes de fechar o contrato já tínhamos feito vistorias no estádio. Os pontos principais de atenção são o gramado, sistemas eletrônicos, de câmeras, de acessos e refrigeração. Já estamos avançados neste mapeamento e no plano de ação de trabalho nestes próximos dias —, explicou o profissional, sem revelar os custos que o Flamengo precisará bancar no acordo pontual com a concessionária.

Falta ainda a vistoria da Polícia Militar para a liberação final do estádio, o que deve acontecer na próxima semana, após o carnaval. O Flamengo não vai vender os ingressos dos lugares onde não há mais cadeiras, especialmente no setor leste. Espera-se que na vistoria o problema não seja um impedimento para a liberação da carga de ingressos elevada.

— A questão das cadeiras é antiga, não vai atrapalhar. As cadeiras das últimas fileiras ficam vazias e os ingressos correspondentes não são vendidos — confirmou Frazão.

Foto: Staff Images / Flamengo
EXTRA GLOBO: A diretoria do Flamengo conseguiu, nos últimos dias, um acordo para a realização do jogo de estreia da Libertadores no Maracanã. Além da partida contra o San Lorenzo, no dia oito de março, o clube planeja ainda enfrentar os adversários da primeira fase no estádio. No dia 12 de abril, ainda sem rival definido, e e no dia três de maio contra a Universidad Católica do Chile. A prioridade na competição é jogar no Rio, e o Maracanã é a opção um.

- Pra jogos expressivos sim. Vai depender se estará disponível — disse Fred Luz, diretor-geral do Flamengo e um dos líderes do resgate do estádio.

Embora tenha cogitado outras alternativas, o Flamengo informou à Conmebol que a primeira opção é o Maracanã e a segunda a Arena da Ilha, que ainda não estará pronta para a estreia. Brasília não estará na Libertadores, diferentemente do que informou o EXTRA nesta quarta-feira.

A definição sobre o estádio da estreia na competição sul-americana, no entanto, gerou apreensão nos bastidores do clube. Poucos dirigentes trataram nos últimos dias a utilização do Maracanã. Havia, sim, expectativa de atuar fora do Rio. Mas a diretoria conseguiu acertar um acordo pontual com a concessionária, o que pode acontecer nas rodadas seguintes no Rio.

A Ilha, que ainda não tem refletores, caminha com a obra para ser entregue com conforto e segurança, agora sem tanta pressa. A ideia é usar a arena em jogos menores, sem tanta importância. Os grandes clássicos seriam no Maracanã, ao longo do ano. O departamento de futebol recebeu a notícia aliviado e espera não precisar viajar tanto.

- Temos compromisso com atletas e torcida, e vamos privilegiar os jogos no Rio. Toda vez que puder jogar no Maracanã, é um brinde que damos à torcida e ao Rio. O Flamengo é o grande motor que vai permitir a continuidade do estádio do Maracanã - garantiu Fred Luz.

Para que possa jogar no Maracanã sempre, o Flamengo vai arcar com custos de manutenção do gramado e áreas de circulação. A conta vai ser alta. Mas o clube entende como investimento esportivo em ano de Libertadores.

Foto: Staff Images
DE PRIMA: Apesar do posicionamento público da GL Events de que a empresa não continuará na disputa pelo Maracanã “por falta de segurança jurídica no contrato”, o Flamengo continua tratando como real a permanência da empresa na negociação com a Odebrecht para ficar com a concessão.

A GL Events, de fato, admite que o interesse no estádio continua, mas para isso seria necessária alteração contratual.

Na Odebrecht, a desistência pública foi vista com estranheza e uma forma de negociar via imprensa.

O CEO da CSM, Cadu Ferreira, que faz parte do bloco da GL e que tem acordo traçado com o Flamengo, inclusive explicou em reunião na CBF que a parte econômica estava sendo viável, mas havia um entrave jurídico. Cadu até deixou o encontro sobre internacionalização do futebol brasileiro um pouquinho mais cedo porque tinha compromisso relacionado ao tema Maracanã.

Foto: Divulgação
DE PRIMA: Anunciado como palco da estreia do Flamengo na Libertadores, o Maracanã está sem laudo de segurança da Polícia Militar. Como o documento está vencido, será necessária uma nova vistoria da corporação. O clube já deu entrada no pedido de visita ao estádio.

O Gepe, de praxe, vai participar. Nesta quinta-feira, inclusive, após a reunião sobre a semifinal da Taça Guanabara, o comandante Silvio Luiz esteve com funcionários rubro-negros no estádio. Papo informal.

Foto: Lucas Figueiredo/CBF
DE PRIMA: Diretor de assuntos internacionais da CBF, o deputado federal Vicente Cândido embarca hoje rumo à China. Na Ásia, ele dará continuidade à série de reuniões e negociações para tentar levar a marca do futebol brasileiro ao exterior. Em solo chinês, onde ficará até sexta-feira, uma das discussões será com a emissora CCTV.

As emissoras de TV são alvos estratégicos para os planos da CBF, que discute com clubes esse processo de internacionalização. Além do papo com a CCTV, conversas com a emissora árabe Al Jazeera, que tem o braço esportivo Bein Sports, e a TV estatal da Rússia são objetivos. A viagem ao país-sede da Copa-2018 só vai acontecer após a confirmação do Brasil no Mundial.

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