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Foto: Reprodução
COLUNA DO FLAMENGO: Em 2017, o Flamengo montou um elenco com jogadores renomados. Diego Alves, Réver, Juan, Diego Ribas, Éverton Ribeiro, Guerrero e cia. No entanto, não vem dando resultados em campo. Isso faz alguns lembrarem de outro ano em que grandes contratações foram feitas, mas que também colecionaram fracassos.

Em 1995, ano do centenário rubro-negro, o então presidente Kleber Leite surpreendeu o mundo ao anunciar a contração de Romário, que havia sido eleito o melhor jogador do planeta em 1994. De quebra, tinha no elenco um jovem franzino, mas que chamava atenção pela sua habilidade e velocidade: Sávio.

Após a perda do Campeonato Carioca para o Fluminense, no histórico jogo do gol de barriga de Renato Gaúcho, Kleber voltou a abrir os cofres flamenguistas e trouxe Edmundo, campeão brasileiro pelo Palmeiras e em rota de colisão com a diretoria alviverde. Assim, se formou o que era chamado, na época, de “melhor ataque do mundo” (pelo menos, no papel).

“Você tinha de um lado o melhor jogador do mundo. Do outro o melhor jogador do futebol brasileiro da época. Ao mesmo tempo, não é fácil. E ali não tinha como dar certo. Porque quando se falta gestão, administração, estrutura, organização, um padrão, não só no clube, mas o estilo de jogo, não vai acontecer nada”, afirmou o ex-atacante Sávio, no Resenha ESPN.

O trio permaneceu na Gávea apenas por seis meses. Mas, ao invés de glórias, flertaram com o desespero. A equipe ia mal das pernas, com dois treinadores (Vanderlei Luxemburgo e Edinho) demitidos. Sobrou para o radialista Washington Rodrigues, o Apolinho, salvar a equipe do rebaixamento para a Série B. A partir daí, o trio ficou conhecido como “pior ataque do mundo”.

“Cada dia era uma loucura. Era um desespero. Porque nós terminamos o Campeonato Brasileiro em 21º lugar.  Em 24 clubes e só caiam dois. Mas aquilo ali, desculpa, não foi nenhuma novidade. Quem convivia sabia exatamente o que iria acontecer. Então, é uma pena, porque nós tínhamos bons jogadores. Só que era uma bagunça”, finalizou.

Foto: Screenshot / Instagram
COLUNA DO FLAMENGO: Depois de ter sido apontado como possível reforço do Flamengo para 2018, André-Pierre Gignac, teve suas redes sociais “invadidas” pelos flamenguistas, com pedidos para que se transfira para o clube. A mesma tática foi usada nas vésperas das contratações de Reinaldo Rueda e Diego Alves (posteriormente, ambos acertaram suas vindas para o Rio de Janeiro).

No meio deste rebuliço, uma situação chamou atenção. O francês seguiu o perfil do Mais Querido no Instagram neste final de semana.

Com 31 anos de idade, Gignac tem vínculo com o Tigres-MEX até meados de 2018. Seu valor de mercado gira em torno de R$ 20 milhões – segundo o Transfermarkt -, porém, pode assinar pré-contrato (para se transferir sem custos) em janeiro do próximo ano.

O centroavante tem 1,87m e na última temporada, marcou 26 gols em 49 partidas pelo clube mexicano. Seu salário, segundo o site Football Leaks, gira em torno de R$313 mil mensais, não contando os valores de direito de imagem, que podem aumentar, consideravelmente, os vencimentos.

Reinaldo Rueda e Bernardo Redín, seu auxiliar técnico no Flamengo - Foto: Staff Images
BRUNO VOLOCH: Omissa, a diretoria do Flamengo assiste passivamente Reinaldo Rueda destruir o time. Sim, porque não é a primeira vez que o técnico simplesmente desiste do jogo antes de começar.

Mal escalado. De novo.

O Flamengo, e aí a responsabilidade é toda do treinador, entregou o jogo para o São Paulo no primeiro tempo. A escalação deixava claro que o time não tinha o menor interesse na partida. Dito e feito.

Rueda opta, perigosamente, pela Copa Sul-Americana.

Por que abrir mão de brigar pelo G4?

Quem assume essa responsabilidade? E Rueda? É cobrado por mais uma atuação vexatória?

Voltando ao jogo contra o São Paulo, não dá para entender como Diego ficou no banco. Se poderia jogar, como mostrou no segundo tempo, por que não atuou desde o início?

E Geuvânio? O que é aquilo?

Éverton Ribeiro esvaziado.

Alguém teve esperança quando Gabriel entrou?

O Flamengo de hoje tem a cara do seu técnico.

Willian Arão em São Paulo x Flamengo - Foto: Staff Images
BOTECO DO FLA: por Mercio Querido

Maaaaaisssss um jogo de um tempo só. Que beleza!!!

A tarde já começou meio torta quando vimos a opção do Rueda, deixando o talentoso e disposto Paquetá no banco e mandando o Geuvânio, que ainda não mostrou a que veio desde sua chegada, para o campo de jogo.

Mas quer saber de uma coisa? Isso aí é o trabalho e escolha do Profe e é o dele que tá na reta física, apesar dos nossos milhões de corações apaixonados que estão na reta psicológico-afetiva. Fora isso, NUNCA vamos ficar sabendo como andam os treinamentos já que os trecos são todos fechados. Vai que o Geuvânio joga pacarái no CT e ninguém sabe do lado de cá? Aliás... Alguns momentos de ontem corroboram o que escrevi aqui ao dizer que a onda dos Treinos Fechados é mais por um certo acanhamento por não ter o que mostrar que por estratégia. E não falo só do Flamengo nessa hipótese.

Agora... Independente de escolhas antes da bola rolar ou substituições feitas após... Alguém precisa de forma urgente explicar para os pobres mortais do lado de cá porque o time volta e meia inventa de jogar apenas um tempo. Isso quando não acha melhor não jogar em nenhum dos dois. Nessa tarde de domingo no Pacaembu, se APENAS tivesse o time agido durante toda a partida como na segunda etapa, e que ainda assim não fez nada demais, o resultado poderia ser outro.

O motivo é o futebol brilhante e competitivo mostrado no pós-intervalo? De jeito nenhum. Isso não aconteceu em nenhum dos noventa e tantos minutos de bola rolando. A razão é mais por uma questão de números e probabilidades. O Flamengo entrou em campo munido de alguns bilhetes de loteria. Esses bilhetes consistiam em tacar a bola pro alto de qualquer maneira na maioria das vezes, pra ver se os 2,10 metros de altura do Paquetá resolveriam a parada, e em alguma outras poucas vezes (pelo menos isso) arriscar umas bicancas de fora da área. Se APENAS usasse essas poderosas armas muito bem guardadas nos Treinos Fechados Estratégicos de meio de semana por um tempo maior, os Deuses do Futebol poderiam tentar dar uma força e estufar as redes adversárias antes das nossas, mudando os números finais do placar. Afinal, com Poder de Reação não dá pra contar nessa temporada e a gente já percebeu.

Como só começou a fazer isso (uma única finalização na primeira etapa) depois que a vaca já tinha ido para o brejo, dado o nosso nulo poder de reação já supracitado... Foi o que foi.

Bem... O 10/10 já era. Alguém poderia vir a público e abrir logo o jogo. É reset e começar o Projeto 08/08 ou já podemos voltar os olhos para a próxima temporada?

Seria mais honesto e menos desgastante pra todo mundo, além de mais produtivo, algum jogador pegar o microfone na sala de imprensa e falar:

“Bem... É isso pessoal. Deu ruim. A gente ficou remoendo aquela merda de eliminação precoce na Liberta por um tempo e isso acabou não fazendo nada bem. É triste... Mas a gente já está tecnicamente de férias. Prometemos um gran... Eh... Na verdade talvez nem tanto... Mas vá lá... Prometemos que vamos PENSAR seriamente em levar tudo a sério na próxima temporada. Inclusive analisando a hipótese de jogar pelo menos uns 75 minutos por partida sempre, que de repente pode até ser suficiente pra ganhar mais jogos. Ahn? Classificação para a Libertadores? Olha... Pode até ser... O futebol é uma caixinha de surpresas. Mas não estamos garantindo nada”.

Pronto... A gente se juntava em estado de espírito à equipe e começava a programar logo amigo oculto, ceia de Natal, confraternização de fim de ano e todas essas coisas.

Pra completar... Logo após essa sincera entrevista entrava um Smurf com uns 500 slides, mostrava uma pá de planilhas e balanços financeiros, talvez uma Maquete Digitalizada Tridimensional Mega Blaster Fucker do Suposto Novo Estádio na Avenida Brasil e uma outra da Arena na Gávea, e findava logo com umas pré-promessas de campanha para a eleição 2018.

Ia doer? Ia. Mas seria logo uma dor de mata-mata, e não esse sofrimento homeopático em pontos (es)corridos pelos dedos.

Bora torcer.

Isso aqui é Flamengo.


EXTRA GLOBO: A torcida do Flamengo não está muito satisfeita com o desempenho do time. Isso ficou ainda mais claro após a derrota por 2 a 0 para o São Paulo neste domingo. Os Rubro-negros, acima de tudo, pedem raça. Foi o que disseram ao zagueiro Ronaldo Angelim, que postou no Instagram um vídeo assistindo à partida.

Os torcedores se declararam, pediram o retorno do herói de 2009 e exigiram mais raça do time.

"Time do Flamengo não tem Raça quero meu Flamengo de volta", escreveu um internauta.

"Angelim tá pronto para voltar com você para nossa zaga em 2018..", disse outro.

Um terceiro afirmou: "Grande Angelim !! Saudades de um Zagueiro igual a você !!!"

Trauco e Cueva em São Paulo x Flamengo - Foto: Alexandre Schneider/Getty Images
UOL: A reta final do Campeonato Brasileiro e a necessidade de pontuar para escapar do rebaixamento fizeram o São Paulo tentar reduzir a quantidade de jogos em que Christian Cueva será desfalque por servir a seleção do Peru. O meia está convocado para os dois jogos da repescagem para a Copa do Mundo de 2018 contra a Nova Zelândia e, assim, pode perder quatro rodadas. A apresentação no time peruano está prevista para o dia 6 de novembro, por isso, o Tricolor quer que a partida contra o Atlético-GO, marcada para o mesmo dia, seja antecipada para o dia 4.

Nenhum outro clube da capital paulista joga no dia, um sábado - Corinthians e Palmeiras se enfrentam na Arena Corinthians no domingo. Os são-paulinos a princípio viajaria para Goiânia para encarar os atleticanos no único jogo da segunda-feira, às 20h. O pedido à Confederação Brasileira de Futebol (CBF) para transferir o confronto para o sábado deve ser enviado no começo desta semana.

A própria Federação Peruana de Futebol (FPF) está ciente da tentativa do São Paulo, que perderá Cueva ainda para os duelos contra Chapecoense, Vasco da Gama e Grêmio. O camisa 10 retornaria na rodada 36, contra o Botafogo, no Pacaembu. Neste domingo, o armador deu assistência para Hernanes fechar a vitória por 2 a 0 sobre o Flamengo, que levou o Tricolor a abrir quatro pontos para a zona de rebaixamento.

Foto: Paulo Fernandes
EXTRA GLOBO: A expulsão de Breno no empate contra o Coritiba e sua consequente ausência no clássico diante do Flamengo, no próximo sábado, vêm no pior momento para o Vasco. O desfalque ocorre justamente quando a dupla vascaína encontrou o equilíbrio dentro de campo. A missão do técnico Zé Ricardo, agora, é garantir que o substituto mantenha o desempenho.

Desde que os dois se firmaram como dupla de zaga do Vasco (no clássico contra o Fluminense, sob o comando de Valdir Bigode), a equipe passou a sofrer menos gols. Em oito partidas, a meta cruz-maltina foi vazada em apenas quatro ocasiões, o que dá uma média de apenas 0,5 gol por jogo.

Neste período, a única vez em que os dois não atuaram juntos foi na vitória sobre o Avaí (2 a 1). Na ocasião, Paulão jogou ao lado de Anderson Martins. A tendência é que ele seja escolhido novamente para a vaga.

“Todo técnico acaba sabendo que mudanças vão acontecer na escalação”, afirmou Zé Ricardo. Trabalhamos com a mesma intensidade porque, em um campeonato longo, precisamos de todos. Breno e Anderson fazem o mesmo trabalho que os outros zagueiros. “Então, acho que não vamos ter problemas com quem for substituí-lo”.

O Flamengo não será um desafio qualquer. O rival é o dono do ataque mais positivo entre os times da Série A em 2017, com 116 gols marcados. Uma prova de fogo para a zaga vascaína.

Geuvânio, atacante do Flamengo - Foto: Staff Images
ANDRÉ ROCHA: O campeão de 1970 e hoje colunista Tostão tem razão na crítica à valorização excessiva dos treinadores, no Brasil e no mundo. Em qualquer tempo, os grandes protagonistas são os jogadores, especialmente os capazes de lidar com situações imprevistas e, obviamente, os craques que definem jogos e campeonatos.

Mas em algumas ocasiões as escolhas e decisões dos comandantes são capazes de desequilibrar duelos, para o bem e para o mal.

Foi difícil entender o que Reinaldo Rueda queria com Berrío e Everton nos flancos e Geuvânio reaparecendo entre os titulares por dentro, fazendo dupla com Everton Ribeiro numa espécie de 4-2-2-2 que não se mostrou nada funcional.

Primeiro porque o Flamengo é um time moldado ofensivamente a partir do trabalho de seu pivô, seja Paolo Guerrero ou a improvisação de Lucas Paquetá. Sem ele, o que se viu foi uma equipe sem ideias, vivendo dos sprints de seus ponteiros e os cruzamentos que não encontravam uma referência na área adversária. Foram 16 nos primeiros 45 minutos, apenas um correto. Na maior parte do tempo, a área adversária ficou vazia.

Melhor para Dorival Júnior, que preparou sua equipe para enfrentar um Flamengo dentro do seu padrão, mesmo com a ausência confirmada do peruano camisa nove. Plantou Jucilei na proteção a Arboleda e Rodrigo Caio e fez a mudança no setor ofensivo que terminou de pender a balança a favor do São Paulo.

Cueva foi o ponta armador no 4-1-4-1 tricolor. Na maior parte do tempo saindo do lado direito para circular às costas de Cuéllar e Willian Arão. Sem maiores atribuições defensivas, já que Petros abria para ajudar Militão contra Trauco e Everton. O peruano era o grande articulador jogando entre as linhas espaçadas do adversário.

Um Flamengo mal escalado e novamente com baixa intensidade, displicente em um jogo do Brasileiro.  Desta vez pensando no Fla-Flu de quarta-feira, primeira partida das quartas de final da Sul-Americana. Apenas 42% de posse, uma finalização de Everton na direção da meta de Sidão.

Atuação tão fraca que até tira um pouco do peso do erro da arbitragem comandada por Rafael Traci ao validar o gol de Lucas Pratto usando o braço direito completando cobrança de escanteio e aproveitando desatenção de Rever. Vantagem que parecia questão de tempo, tal o domínio do time mandante no Pacaembu.

Superioridade consolidada com o segundo gol. De novo Cueva, mas aberto à direita para receber desvio de Militão após ligação direta de Sidão, chegar ao fundo com facilidade no setor de Trauco e colocar na cabeça de Hernanes. Quatro finalizações, três no alvo. Duas nas redes de Diego Alves.

Com Paquetá na vaga de Geuvânio, o reparo tardio na escalação inexplicável. E o Fla naturalmente teve mais posse, terminando praticamente empatado no controle da bola nos 90 minutos. Finalizou cinco vezes, com Sidão no final salvando cabeçada de Rhodolfo. Diego, poupado no banco para o Fla-Flu, até entrou bem no lugar de Berrío, lesionado.

Com Everton Ribeiro aberto pela direita, o Fla teve mais volume. O excesso de cruzamentos mais uma vez atrapalhou: 40, só dois executados com precisão. E faltou novamente a contundência do ataque ''arame liso'' em jogos mais parelhos.

O São Paulo viveu de contragolpes esporádicos, controlou espaços, finalizou só mais uma vez. Dorival sofreu outra vez com as limitações do elenco. As substituições pioraram o desempenho. Sorte do tricolor paulista, que respira na fuga do Z-4, que o jogo foi definido no primeiro tempo.

Resolvido pelas decisões dos treinadores. Desta vez o resultado pode ser creditado na conta do contestado Dorival Júnior e debitada na de Rueda. Tostão que me perdoe.

Em tempo: o gol de Pratto é um erro de arbitragem, como tantos outros no campeonato. O marcado por Jõ sobre o Vasco em lance semelhante causou mais polêmica pelo contexto. Ou seja, as declarações do atacante do Corinthians depois do fair play de Rodrigo Caio.

Foto: Infografia
GLOBO ESPORTE: Derotados e com mau futebol no domingo, Flamengo e Fluminense dão um tempo no Brasileirão. Entram em campo na quarta-feira, 21h45 (de Brasília), no Maracanã, pelo jogo de ida das quartas de final da Sul-Americana. É a chance de manter a possibilidade de ter um final de ano com chance de título.

Mas o que a dupla Fla-Flu tem de fazer diferente para melhorar? O GloboEsporte.com lista tópicos que Reinaldo Rueda e Abel Braga, pensando inclusive nos seis clássicos disputados na temporada, vão trabalhar a partir desta segunra-feira. Confira!

FLAMENGO: quatro dicas de melhora

Paolo Guerrero

A importância do centroavante para o Flamengo é clara: ele é o artilheiro da equipe na temporada, com 20 gols, e costuma oferecer perigo à zaga adversária. Dores na coxa esquerda, porém, tiraram Guerrero da partida contra o São Paulo já pensando no clássico contra o Fluminense. O Rubro-Negro, para ser mais letal, precisa de seu camisa 9.

Primeiro tempo

Contra Bahia (vitória por 4 a 1), na Ilha do Urubu, e São Paulo (derrota por 2 a 0), o Flamengo jogou muito mal no primeiro tempo. No jogo em casa, chegou a ser vaiado no começo da segunda etapa por causa do início ruim. Diante do Tricolor paulista, o mau futebol custou caro: os dois gols foram sofridos antes do intervalo.

O zagueiro Rhodolfo, na chegada do Flamengo ao Rio de Janeiro, alertou para a necessidade de começar melhor as partidas.

- Os gols aconteceram, tentamos buscar o resultado. Temos de trabalhar porque quarta temos uma pedreira. Temos de melhorar nosso primeiro tempo, porque não jogamos. No segundo até atacamos, tivemos chances, mas pecamos muito no começo da partida e isso no prejudicou no resto do jogo. Mas temos um grande elenco - disse o defensor.

Laterais

Os lados do campo do Flamengo foram muito mal contra o São Paulo. Trauco, pela esquerda, e Pará, pela direita, produziram muito pouco no ataque e não tiveram boa atuação defensiva. O segundo gol tricolor, inclusive, saiu após cruzamento pelo lado esquerdo. O peruano ainda estava no lance do primeiro gol, dentro da área, e deu espaço ao adversário.

Para conseguir vencer o Fluminense e abrir vantagem, o Flamengo precisa voltar a ter força pelos lados. A estratégia de Rueda prevê laterais mais defensivos, mas o resultado não tem sido o esperado.

Ansiedade

Depois da vitória diante do Bahia, na Ilha do Urubu, o zagueiro Réver e o meia Diego alertaram para a necessidade de ter menos ansiedade enquanto o placar ainda não estiver aberto. Para os rubro-negros, este foi um problema diante dos baianos. Como terá a torcida ao lado novamente, o Flamengo precisará ter calma para não se atrapalhar e conseguir criar jogadas ofensivas - o que não aconteceu no primeiro tempo das últimas duas partidas.

FUMINENSE: quatro dicas de melhora

Recuperar machucados

Na derrota para a Chapecoense, Abelão não pode contar com Douglas (dores articulares), Sornoza (dores na coxa direita) e Henrique Dourado (dores no púbis). Pela projeção do treinador, apenas o centroavante tem retorno garantido na quarta.

O Ceifador, com 30 gols no ano, é a maior referência tricolor. Sem ele, o time perde muita força. Daí o peso do seu retorno. Agora, é importante recuperar os outros dois. Douglas ajustou a medicação contra a artrite reativa. Sornoza fará tratamento intensivo. Além deles, Wellington Silva, após publagia, deve ficar à disposição. Henrique tem poucas chances.

Mudar esquema com três volantes

Embora Abel não concorde com a definição do sistema de três volantes, escalar três jogadores desta função no meio não costuma dar certo (Richard, Marlon Freitas e Wendel foram titulares contra a Chape). Caso Sornoza não tenha condições, Luquinhas, Robinho e Romarinho são as opções. Sempre que Gustavo Scarpa fica sobrecarregado no meio, o time perde força ofensiva.

Atenção a bolas pelo alto

Contra a Chape, além dos dois gols, outros três lances perigosos. Faltou atenção no posicionamento e na marcação em bolas levantadas na área. Diego Cavalieri e Gum cobraram melhora. É um problema crônico no ano que exigirá concentração na quarta.

Abel terá de fazer uma escolha: Gum e Richard briga pela última vaga na lista de incritos do campeonato. A decisão sai nesta segunda.

Marcar primeiro, evitar gol no fim

No Brasileirão, o Fluminense só perdeu um jogo dos 15 em que abriu o placar. Tem aproveitamento de 71% - soma ainda cinco empates. Ou seja, marcar primeiro é uma boa pedida.

Especificamente em relação ao Flamengo, a atenção devem ser aos minutos finais dos jogos. Dos dez gols sofridos do rival em seis jogos, cinco (50%) foram após os 35 do segundo tempo.

COLUNA DO FLAMENGO: Apontado por muitos como possível titular do Flamengo contra o São Paulo, na ausência de Paolo Guerrero e Felipe Vizeu, Lucas Paquetá começou o confronto no banco de reservas. Entrou apenas após o intervalo na vaga do inoperante Geuvânio.

Em 45 minutos em campo, o jovem meia acertou oito passes, chutou duas vezes, recebeu uma falta e mostrou raça e disposição. Mesmo no final da partida, quando parecia que o placar seria inalterado, o jogador correu, brigou e bravejou contra companheiros que não estava fazendo a marcação correta.

Neste vídeo, observa o camisa 38 correndo de um lado a outro. Primeiro, marca a saída de bola do São Paulo, travando um lançamento do Rodrigo Caio. Depois corre para o outro lado, na tentativa de interceptar Éder Militão. Ao conseguir conter o avanço tricolor, se desespera por não ver Arão fazendo a cobertura na marcação sob pressão, na tentativa de rápida recuperação de bola.



Muito utilizado por Reinaldo Rueda, principalmente improvisado como centroavante, Paquetá tem quatro gols em 24 jogos com o manto sagrado.

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