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Rodinei e Rodriguinho em Corinthians x Flamengo - Foto: Friedemann Vogel/Getty Images
MEU TIMÃO: Tido por boa parte da imprensa como um dos principais candidatos ao título do Campeonato Brasileiro de 2017, o Flamengo é o próximo adversário do Corinthians na competição, em jogo marcado para as 16h de domingo, na Arena, pela 17ª rodada. Chama atenção, contudo, o retrospecto um tanto quanto decepcionante do time carioca diante dos principais concorrentes.

Levando em consideração os clubes que estão no G6 atualmente (zona de classificação à Libertadores do ano que vem), o Flamengo já enfrentou três equipes: Sport, Grêmio e Palmeiras. Conclusão? Somou apenas um ponto em nove disputados.

O primeiro adversário dessa lista foi o Sport. O Flamengo visitou os pernambucanos na Ilha do Retiro e acabaram derrotados por 2 a 0. Recentemente, na chamada Ilha do Urubu, os cariocas jogaram contra Grêmio e Palmeiras: perdendo de 1 a 0 para os gaúchos e empatando em 2 a 2 diante dos paulistas.

Vale aqui lembrar que o Flamengo ocupa atualmente a quarta posição do Brasileirão. Os comandados de Zé Ricardo 28 pontos, 12 a menos do que o líder Corinthians.

Jogos do Flamengo contra times do G6

Sport 2 x 0 Flamengo
Flamengo 0 x 1 Grêmio
Flamengo 2 x 2 Palmeiras

Fagner e Ederson durante Corinthians x Flamengo - Foto: Friedemann Vogel/Getty Images
GOAL: A complicada vitória sobre o Coritiba, no último sábado (22), representou um alívio para o Flamengo. O Rubro-Negro vinha de uma derrota e dois empates, mas os desafios seguem dentro do Campeonato Brasileiro.

Se na Copa do Brasil o Fla tem certo favoritismo contra o Santos, o próximo embate da equipe treinada por Zé Ricardo dentro do Campeonato Brasileiro representa um tabu: há oito anos o clube da Gávea não bate o Timão jogando em São Paulo.

E o último triunfo representou um grande sorriso para os rubro-negros e uma polêmica dentro do futebol. Na incrível arrancada que levou o Fla ao título brasileiro de 2009, a vitória por 2 a 0 sobre o Corinthians, na antepenúltima rodada, foi de grande importância.

Naquela tarde de 29 de novembro, o Flamengo treinado por Andrade foi superior e abriu a contagem aos 26 minutos com o meia Zé Roberto. A polêmica ficou pelo gol da vitória, anotado de pênalti por Léo Moura.  Sob a justifica de protesto, o goleiro Felipe [que anos depois também defenderia o Rubro-Negro] se recusou a pular na bola. Como o Palmeiras estava na disputa pelo título com o Fla, muitos interpretaram a atitude do arqueiro corintiano com desconfiança.

Desde aquele triunfo por 2 a 0, no entanto, enfrentar o Corinthians em São Paulo representou um grande pesadelo aos rubro-negros. No ano seguinte, o Timão venceu por 2 a 1 e eliminou o Fla da Libertadores. E nos sete confrontos pelo Brasileirão, o lado alvinegro teve 100% de aproveitamento.

Além disso, o Corinthians goleou o Flamengo por 4 a 0 em duas oportunidades: a primeira delas em 2013, e a última na temporada passada. Para acabar com o tabu, além de contar com a excelente fase de Éverton Ribeiro, o time de Zé Ricardo espera que a entrada de Diego Alves no gol seja decisiva.



Fluminense x Corinthians pelo Campeonato Brasileiro - Foto: Lucas Merçon
MÁQUINA DO ESPORTE: Fluminense e Corinthians se enfrentaram no domingo, em partida que a Globo exibiu para todo o país. Na capital paulista, foi o segundo de uma sequência de jogos contra cariocas. E mais uma vez, o resultado foi bom na audiência.

O duelo entre paulistas e cariocas rendeu 26 pontos de audiência para a Globo, com 48% de participação. Foram quatro pontos a mais do que a média do Brasileirão no domingo e um ponto a mais do que a média geral do torneio.

Na quarta-feira anterior, a Globo exibiu a partida entre Flamengo e Palmeiras e teve 29 pontos de média. No próximo domingo, mais uma vez haverá um duelo entre São Paulo e Rio de Janeiro na televisão: Corinthians e Flamengo irão se enfrentar.

No Rio de Janeiro, Fluminense e Corinthians não conseguiu audiência tão significativa. Foram 22 pontos de média, com participação de 45%.

Também no domingo, a Globo exibiu o duelo entre Brasil e Estados Unidos, pelo Grand Prix de Vôlei Feminino. Foram 12 pontos em São Paulo e 13 no Rio de Janeiro. Em ambos os casos, o número significou dois pontos a mais na média do horário.

Cada ponto no Ibope equivale a 70,5 mil residências (ou 199,3 mil pessoas) na Grande São Paulo. No Rio de Janeiro e região metropolitana, cada ponto é igual a 44 mil residências (ou 116,9 mil telespectadores).


Jogadores do Flamengo com uniforme amarelo comemorando gol - Foto: Gilvan de Souza
KLEBER LEITE: Recebi um amável convite do presidente do Conselho dos Grandes Beneméritos, Walter Oaquim, para uma reunião hoje, onde vai se debater a tal camisa amarela utilizada no jogo contra o Coritiba, sábado, na Ilha do Urubu.

Infelizmente, por compromissos impossíveis de serem desmarcados, não poderei comparecer, embora a minha opinião já tenha sido aqui colocada. Há uma enorme distância – e um claro conflito de interesses – entre o que seja benéfico no plano comercial para a fábrica de material esportivo (Adidas), e o valor institucional, no caso, para o Flamengo.

Houve quem aqui comentasse que o sucesso foi tão grande que as camisas esgotaram nas lojas. Pergunto: E daí?  Quanto a este fato, relembro que, em 1995, tendo como base a cor azul, só que, também com o vermelho e preto na camisa, aconteceu o mesmo fenômeno, ou seja, tudo vendido em tempo recorde. A diferença é que em 95, esta camisa, a terceira, somente podia ser utilizada em jogos comemorativos, jamais em jogos oficiais. Estranhamente, alguns companheiros membros do Conselho Deliberativo que – lá atrás – votaram contra a utilização da camisa somente para jogos festivos, aprovaram esta, inclusive para jogos oficiais. Aí, convenhamos, a coerência ficou pelo caminho…

Para piorar a situação, esta camisa amarela não leva nada de vermelho e preto, ao contrário daquela camisa azul de 95. Cheguei até a comentar que seria uma boa pedida para os torcedores do Flamengo levarem na bagagem para a Rússia, como traje obrigatório nos jogos da Seleção Brasileira.

Depois me dei conta de que nem para isso serve, pois não há nada na camisa, tirando fora o escuro que, diga-se de passagem, passa desapercebido, que remeta, da forma mais sutil que seja, ao “Manto Sagrado”, às nossas cores tradicionais, à nossa paixão maior…

Quando um clube com jogadores mundiais, como o Barcelona, joga de roxo, é fácil quem está recebendo a imagem em qualquer canto do mundo saber tratar-se do clube catalão, pois no mundo do futebol, não há quem não conheça Messi, Neymar e Luizito Soares. Em síntese, como as caras são mundiais, mesmo sem camisa, todos saberiam que o Barcelona está em campo. Quem não tem jogadores mundiais, como é o nosso caso, e tem a intenção de extrapolar fronteiras, como também é o nosso caso, precisa solidificar a sua marca que, obrigatoriamente, começa pela sua peça principal, qual seja a sua camisa. E, perder esta oportunidade de exibição, em um jogo oficial, com a imagem varando o mundo, convenhamos, não é uma decisão correta.

Claro que, não duvido da boa-fé de quem introduziu o tema no Conselho Deliberativo e, muito menos, de quem aprovou. O equívoco faz parte do ser humano e, se há quem tenha o direito de se equivocar uma vez ou outra é a atual diretoria, composta por pessoas de bem e, altamente qualificadas. Confiando na sensibilidade destas pessoas, fica aqui o convite no sentido de que este tema seja merecedor de uma profunda reflexão.

O “Manto” merece. O Flamengo agradece.

Foto: Divulgação
CHUTE CRUZADO: Pedro Henrique Torre

Não é incomum ouvir relatos de tempos idos em que torcedores iam ao estádio ou ligavam a tv não apenas para acompanhar o próprio time. Lembra do avô do seu amigo, palmeirense dos bons, que ia ao Pacaembu assistir ao Pelé? E aquela história do seu tio, rubro-negro doente, que entrava no Maracanã para curtir a Máquina Tricolor dos anos 70? O vascaíno que ficava encantando com o Zico. E o amigo botafoguense que parava tudo para assistir ao Romário em qualquer um dos outros três clubes cariocas defendidos pelo atacante? Todo mundo tem um caso parecido para contar.

Havia gosto pelo futebol. Prazer em assistir belos lances, jogadores que davam esperança de um drible surpreendente, um chute mágico. Fosse no seu ou em outro clube, a graça no fundo era a paixão pelo esporte. Prazer. Compartilhar a sintonia. Um sentimento de harmonia que perdemos nesse mundo bélico, dividido, individualista. Querem um exemplo? Bastou o vascaíno Paulinho brilhar contra o Atlético Mineiro para um fenômeno besta invadir as redes sociais. Os torcedores do Vasco quase não citavam o seu xodó. Preferiram provocar a revelação do rival, Vinicius Junior. Do outro lado, os rubro-negros respondiam desdenhando, muitas vezes, de Paulinho. Previsões definitivas sobre molecotes que ensaiam o início de belas carreiras.

É curioso. Os próprios garotos são companheiros da Seleção sub-17. Torcem uns pelos outros. Sorriso de orelha a orelha. Querem jogar bola, ser felizes. Com 17 anos recém-completados – um há 12 dias, outro há nove – ainda mantêm aquele prazer que parece se dissipar conforme a cultura da disputa fica mais enraizada no mundo dominado por redes sociais. O meu vale mais do que o seu. O seu não presta. Não poderiam vascaínos e rubro-negros, por exemplo, curtirem as duas promessas? O chapéu de Vinicius Junior, o golaço de Paulinho. Admirar os lances. Curtir o prazer que o esporte pode proporcionar. Mas não parecem gostar de futebol. Gostam apenas de vencer uma disputa, por menor que seja. E perdem tempo.

Pois na velocidade do mundo atual, as chances de vermos os garotos de perto têm prazo de validade. Vinicius Junior já está negociado. Não vai completar 20 anos dando balão, caneta e outros malabarismos em campos brasileiros. Paulinho também não deve durar muito em São Januário. Em um futebol no qual os dirigentes trabalham, em maioria, pela segregação, com a nefasta ideia de torcida única é compreensível que os torcedores olhem mesmo para si, dentro de uma bolha no qual só o seu pode valer 50 milhões de euros. Criam aversão ao outro, à convivência. A imprensa, na esteira do frisson, compartilhar a polêmica vazia em troca de mais cliques e engajamento, contribuindo para a pobreza de ideias. E perdem a chance de admirar garotos deixam o futebol mais rico. Aproveitem. Em breve, vascaíno, Vinicius Junior pode estar no que você chama de “meu Real”. Paulinho, rubro-negro, quem sabe no “meu Chelsea”. Desarmem-se. Curtam o futebol. Deixem de lado esse gosto pelo desgosto.

COLUNA DO FLAMENGO: Campeão da Copa do Brasil de 2006, do Brasileirão de 2009 com direito a gol de cabeça na última rodada e diversos outros títulos em sua passagem de 5 anos e quase 300 jogos pelo Mengão, Ronaldo Angelim voltou a ser noticiado na mídia esta semana.

Uma foto que circulou nas redes sociais mostrou o Magro de Aço em sua residência em Juazeiro do Norte, no Ceará mostra ele, Joel Santana e amigos assistindo a vitória do Flamengo contra o Coritiba, na Ilha do Urubu.

Algumas horas depois, um torcedor rubro-negro não identificado fotografou o muro de sua humilde residência e o que foi visto chocou parte dos torcedores. Nele há o escudo e as cores do Flamengo pintado.

O muro é ponto de encontro de rubro-negros e serve para fotografias. Aos 41 anos, Ronaldo Angelim teve uma passagem de sucesso pelo Flamengo e logo virou ídolo por conta da raça que colocava em campo. Ele foi responsável pelo gol do título do Brasileirão 2009. Naquela época, deu entrevista dizendo que era um torcedor e jogava com alma pois era o mínimo que todos os jogadores deveriam fazer quando entra em campo.

Berrio e Éverton Ribeiro, de amarelo, comemorando gol do Flamengo - Foto: Gilvan de Souza
EXTRA GLOBO: Para a partida contra o Santos, nesta quarta-feira, na Vila Belmiro, no jogo de volta das quartas de final da Copa do Brasil, o Flamengo terá alguns desfalques de peso: Éverton Ribeiro e Geuvânio não jogam, pois não estão inscritos na competição. Com isso, o colombiano Orlando Berrío, que vive um excelente momento, pode ganhar mais uma chance entre os titulares. Contra o Coritiba, ele começou a partida no lugar de Everton, gripado, e foi muito bem, tendo marcado inclusive um dos gols da vitória por 2 a 1, na Ilha do Urubu. Em entrevista coletiva concedida nesta segunda-feira, no Ninho do Urubu, Berrío ressaltou a força do grupo.

“Eu e todos os meus companheiros estamos prontos para jogar. Caso não seja eu, podem jogar Vinicius, Gabriel, Thiago Santos, que está se recuperando. Temos que estar preparados para atuar em qualquer partida. Se o professor optar por me utilizar, darei meu melhor em campo. Foi por isso que me trouxe para cá”, disse.

O colombiano também falou sobre a vantagem de dois gols que o Fla tem sobre o Peixe.

“Foi muito importante ganhar em casa por dois gols de diferença. Levar essa vantagem é muito importante nesses jogos de 180 minutos. Agora, temos que ir à Vila Belmiro para selar a classificação. Temos um bom time e vamos com o pensamento de ganhar a partida”.

Por fim, falou sobre a sua adaptação ao futebol brasileiro.

“Acho que o futebol brasileiro é muito diferente do colombiano em relação à intensidade. Trabalho no dia a dia para seguir aumentando meu ritmo. É um trabalho que vem de forma gradativa para me adaptar a um estilo de jogo e ao ritmo. O mais importante é que o grupo me recebeu muito bem. Qualquer problema que eu tenha, meus companheiros falam que posso pedir ajuda para o que precisar, dentro ou fora de campo. Isso foi muito importante para mim”.

Leandro Damião e Camilo no Internacional - Foto: Divulgação
ZERO HORA: Leandro Damião e Camilo foram apresentados na noite desta segunda-feira no CT Parque Gigante. Os dois novos reforços, porém, não tiveram nomes publicados no BID e estão fora da partida desta terça-feira, 21h30min, contra o Oeste. Segundo o Inter, a documentação dos dois demorou para chegar, o que inviabilizou suas inscrições.

— Eu quis vir para o Inter. No primeiro contato, falei para o pessoal do Flamengo que me interessava, mesmo estando bem lá, aproveitando as oportunidades. O pessoal até pediu para ficar, mas quero ajudar o Inter nessa situação. Vamos fazer um grande ano e voltar para onde não deveria ter saído. Estou muito feliz, em minha casa — declarou Damião.

Para o centroavante, a situação do Inter exige que os jogadores acreditem em todos os lances:

— No meu caso, preciso ser o Damião, o atacante que gosta de correr em todas as chances, dar o sangue em campo. Temos que dar o máximo e todos estão muito focados. Precisamos do apoio do torcedor.

Damião disse ainda que só uma sequência de vitórias garantirá equilíbrio ao time:

— Não adianta ganhar uma e achar que está tranquilo.

Damião vestirá a camisa 22, número que usou na final da Libertadores de 2010, quando entrou contra o Chivas e marcou um dos gols do título:

— Me traz boas lembranças e espero que possa repeti-las.

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