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LANCE: O Flamengo superou, sem sustos, o Austin Spurs e se garantiu na final da Copa Intercontinental de basquete nesta sexta-feira, na Arena Carioca 1. Após o duelo, Gustavo De Conti, treinador do Rubro-Negro destacou a equipe, que, apesar de conhecer pouco o adversário, não passou dificuldade em quadra.

- Conseguimos tornar o jogo um pouco mais fácil. Não tínhamos informação táticas deles, as equipes da G-League mudam muitos seus jogadores, alguns atletas ficaram nos EUA. A gente sabia que o forte deles não seria a parte tática, a chave do jogo foram os jogadores executarem perfeitamente suas funções. Conseguimos fazer uma equipe americana marcar menos de 60 pontos - afirmou.

Gustavo De Conti, técnico do Flamengo - Foto: Divulgação
O início da partida, porém, foi lento e o Rubro-Negro chegou a perder por sete pontos no primeiro período. Nesse momento, Gustavinho pediu um tempo e, após uma conversa, viu a equipe retornar para a quadra completamente mudada, o que ajudou para a construção do resultado. O treinador destacou que essa situação foi gerada por conta do nervosismo dos atletas.

- Por mais que a gente tenha experiência, nos preparemos bem para o início do jogo, a gente sempre sente um frio na barriga em um jogo tão importante quanto esse. Nós estávamos um pouco ansiosos e nos primeiros ataques estávamos fora de posição. Naquele primeiro tempo pedido, quando estava 9 a 2, eu tentei dar uma calmada, os jogadores tiveram a oportunidade de se acalmar e conseguir superar as dificuldades - completou.

A próxima missão do Flamengo será diante do AEK Atenas, da Grécia, que venceu o San Lorenzo, da Argentina, na outra semifinal da competição. O treinador afirma que a partida será mais difícil se comparada ao que aconteceu contra o Spurs, já que a equipe europeia possui um estilo de jogo definido.

- Não é uma tarefa fácil, eles têm uma profundidade grande de jogadas. Eles têm uma estrutura tática diferente da do Spurs e, basicamente, nós vamos estudar bastante os jogadores deles, têm alguns jogadores americanos lá que puxam os ataques, mas que jogam sob a estrutura do basquete europeu, que é algo mais pausado. A comissão já pegou os dados deles e, a partir de hoje, vamos começar a estudá-los e, depois do treino, vamos criar uma estratégia - contou.

Apesar da esperada dificuldade, Gustavo De Conti promete não mexer na estrutura da equipe do Flamengo para a próxima partida. O treinador afirmou que, se Franco Balbi não conseguir repetir o mesmo desempenho que fez diante do Spurs, existem outros jogadores no elenco que poderão se destacar.

- A gente tem uma estrutura de jogo que não podemos mudar radicalmente de uma partida para outra. Hoje, o Balbi foi um destaque na pontuação, o que tem acontecido ultimamente. Em outros jogos, Varejão, Marquinhos.. Hoje, o Deryk fez quatro bolas de três. O Flamengo não depende de apenas um jogador, se um atleta não estiver bem em um dia nós vamos ter peças para repor - finalizou.

LANCE: O Flamengo busca o bicampeonato mundial de basquete na Copa Intercontinental. Nesta sexta-feira, o Rubro-Negro superou o Austin Spurs, dos Estados Unidos, e se garantiu na final da competição. Após a partida, Anderson Varejão falou sobre a expectativa de vencer o torneio, lembrando do título de 2014, quando o clube da Gávea conquistou o mundo pela primeira vez.

- Mais do que ninguém, eles sabem como foi esse dia, foi especial para todos. Acho que eu não preciso estar aqui pedindo para eles virem, porque sei que eles vão lotar a arena. É um jogo, tudo pode acontecer, a gente vai para cima deles, sabemos do nosso potencial. Respeitamos a equipe deles, são caras renomados, mas também somos. O mais importante é que a gente tenha tranquilidade no início do jogo, mas vamos contar com a Nação em peso aqui para conquistar o tão sonhado bi - afirmou.

Varejão, jogador do Flamengo - Foto: Divulgação
Campeão da NBA com o Cleveland Cavaliers, o pivô afirmou que sempre fica nervoso para uma partida decisiva. Para isso, o atleta destaca que estar preparado pode ser uma virtude para conquistar um bom resultado na final, contra a equipe grega.

- Eu costumo falar que, quando as pessoas me perguntam se eu fico nervoso antes do jogo, eu respondo que o frio no barriga sempre vai ter. No dia que eu não ficar nervoso eu vou parar, porque vou perder o receio do jogo. A melhor resposta é estar preparado, quando há preparação você consegue superar que está à sua frente. Eu sempre busco pensar assim, porque eu treino muito, me dedico, sei do meu potencial e da equipe, a gente acredita um no outro. Sabemos que não vai fácil, será uma guerra no domingo, mas nós estaremos preparados - completou.

GLOBO ESPORTE: No embalo de Franco Balbi, o Flamengo não tomou conhecimento do desfalcado Austin Spurs e está em mais uma final de Mundial. Nesta sexta-feira, na Arena Carioca 1, o anfitrião dominou o time americano, campeão da G-League mas com apenas dez jogadores no Rio de Janeiro, venceu por 90 a 58 com grande atuação do armador argentino, e vai encarar o grego AEK na briga pela taça que representaria o bicampeonato para os brasileiros. A decisão será no domingo, às 18h, com transmissão do SporTV. Mais cedo, às 15h, teremos a disputa de terceiro lugar entre Austin Spurs e San Lorenzo.

Inspirado, Balbi terminou o primeiro tempo com 19 pontos e cinco bolas de três, deixando o Flamengo com confortáveis 41 a 29 para os dois quartos seguintes. Ele ainda deu seis assistências. Anderson Varejão também foi bem na tábua, ajudando na defesa e pontuando no ataque. Terminou com nove pontos e seis rebotes. Marquinhos, sem se sobrecarregar, fez 17 pontos e quatro assistências. Deryk, vindo do banco, terminou com 12 pontos. O Flamengo terminou com 16 bolas de três pontos. No lado americano, Josh Huestis foi o cestinha com dez pontos. De Juan Blair, campeão da NBA pelos Spurs no passado, jogou apenas sete minutos e fez só três pontos.

Marquinhos em Flamengo x Austin Spurs - Foto: Divulgação
- Tornamos o jogo mais fácil. Não tínhamos tanta informação tática deles. A G-League muda muito seus jogadores. Conseguimos contra uma equipe americana levar menos de 60 pontos. Mérito total do nosso grupo. Havia ansiedade antes do jogo. Representando o Flamengo. Frio na barriga. Erros fáceis. Acalmei os jogadores. Eles conversaram. Voltamos ao que estava combinado - disse o técnico Gustavinho.

Antes da partida, Flamengo e Austin Spurs homenagearam os dez meninos mortos na tragédia no Ninho do Urubu, na última sexta-feira. Houve um minuto de silêncio, os jogadores do Flamengo aqueceram usando camisas com o nome dos jogadores da base e o time americano levou à quadra camisas pretas dos Spurs com os sobrenomes dos jovens. O Flamengo também jogou com uma tarja preta nos uniformes, o que fará até o fim de 2019.

Balbi doutrina os americanos

Surpreendendo, Gustavo De Conti começou com Crescenzi no quinteto inicial do Flamengo. Com dupla nacionalidade, ele começou a carreira no basquete universitário dos EUA e está acostumado a enfrentar o estilo de jogo do Austin Spurs. O começo dos brasileiros, contudo, foi bem abaixo. Acelerando, os americanos campeões da G-League abriram 9 a 2 com três pontos de Demetri McCamey. Gustavinho parou o jogo. Na volta do tempo, o Flamengo acordou com quatro pontos de Anderson Varejão e bola de sete de Balbi, virando para 14 a 13 nos dois minutos finais do quarto. Marcando forte e com a mão quente de Balbi, os cariocas fecharam na frente por 20 a 15.

Flamengo e Austin arremessavam abaixo dos 40% e no começo do segundo quarto a bola praticamente não caiu nos três primeiros minutos. Bastante acionado, Balbi foi para o banco descansar no lado carioca. Josh Huestis, com seis pontos, era o cestinha americano, e a vantagem do Flamengo seguia em cinco pontos: 25 a 20. Em ponte-aérea de Rundles para Brimah, o Austin Spurs voltou a pontuar e trouxe para 30 a 24, mas David Rossetto foi para a cesta e falta, mantendo o Flamengo em situação confortável faltando três minutos para o fim do quarto. Assumindo a função de pontuador, Balbi meteu mais dois bolas de três, a última com apenas uma mão, e o rubro-negro abriu sua maior diferença, colocando 44 a 29 no intervalo.

O ritmo do Flamengo não caiu na volta do intervalo. Os americanos marcavam Balbi mais de perto, mas a bola rodava e sobrava na mão de Marquinhos e Deryk. Com duas bolas de três, o Flamengo colocou 50 a 33 nos três primeiros minutos. Na metade do terceiro quarto, os Spurs foram forçados a parar a partida após mais duas bolas de três pontos, ambas de Marquinhos, que chegou aos 14 pontos. Com o placar em 56 a 35, os brasileiros tinham a vitória encaminhada. Chegando a 13 bolas de três pontos, o Flamengo terminou o penúltimo quarto com 67 a 40.

Com o jogo resolvido, Gustavinho passou a poupar seus titulares. Balbi e Marquinhos, cestinhas, sentaram no banco já pensando na final de domingo contra o AEK. Anderson Varejão também. Administrando cada posse de bola e sem acelerar, estratégia usada desde o início para diminuir o número de posses de bola e evitar a correria americana, o Flamengo gastou o tempo. Na metade do quarto final, tinha 72 a 49. Ruan, garoto da base, ganhou seus minutos em quadra. Aieser também. No fim, os cariocas ainda ampliaram, fechando o jogo em 90 a 58.

FlamengoResenha

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