Com queda de receitas, Flamengo busca reforços silenciosamente.

Além do lateral-esquerdo De dos dois jogadores de lado de campo, o Flamengo guarda a sete chaves a posição e o nome do quarto elemento.

Cláudio Pracownik - Foto: Divulgação
GLOBO ESPORTE: O vice-presidente de finanças do Flamengo, Claudio Pracownik, disse ao GloboEsporte.com que os altos investimentos em 2016 tornam mais tímidas a movimentação do clube no mercado neste início de ano. Não só porque comprometeu quase R$ 40 milhões em contratações ao longo deste ano, como também porque a diretoria e a comissão técnica entendem que o grupo tende a cresce com mais conjunto e a permanência dos que lá estão. Na Gávea, o exemplo do Atlético-MG, vice-campeão brasileiro em 2012 e campeão da Libertadores do ano seguinte, é citado em reuniões e discussões de diretoria.

O Flamengo teve queda de receitas em patrocínio – menos R$ 14 milhões do que o previsto – e espera aumento leve na arrecadação para o ano que vem. Em entrevista ao site da revista Época no início do ano, Pracownik chegou a dizer que o clube teria R$ 70 milhões para gastar em 2017. O discurso do clube, que passa também por não “alardear” o orçamento do futebol, visa também evitar inflação no mercado e pedida de clubes e de empresários.  

- A gente antecipou muita coisa em 2016. A gente vai agora continuar pagando pelas contratações em 2017. Foram operações de engenharia financeira que nos permitiram incluir em 2016 recursos previstos para 2017. As operações que vamos fazer daqui para frente estão sendo discutidas no orçamento, visando contratações pontuais e aumento de folha do futebol. Mas este ano o que aconteceu é que vislumbramos oportunidades de negócio e antecipamos receitas. Com indicações do departamento técnico vamos buscar adaptações e fazer contratações importantes, que vão ser pontuais – disse Pracownik.

Além do lateral-esquerdo De dos dois jogadores de lado de campo, o Flamengo guarda a sete chaves a posição e o nome do quarto elemento. A ideia é achar nova “oportunidade de mercado”, como se costuma dizer no meio do futebol. Casos como de Diego e de Guerrero, que estavam em fim de contrato e não tiveram custo de compra de direitos econômicos. Questionado sobre o modelo destas contratações, o vice de finanças lembra que esses casos permitem investimento mais seguro ao cofre rubro-negro.

- Sim, é mais fácil é mais fácil trazer jogador assim. Muito embora tenha pagamento de luvas previstos no contrato todo desses jogadores. O Diego foi oportunidade bacana que tivemos. Ao que tudo indica devemos aprovar orçamento que vai visar poucas contratações, que não serão muitas. São poucas, mas que sejam importantes para reforçar o elenco. A base é essa que está aí. São jogadores que a comissão técnica entende que são importantes – explica o vice-presidente do Flamengo.

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