Flamengo evita "jogar bonito" em reta final: "Calendário pesou."

Por isso, a mobilização é pelo resultado, sem tanta cobrança por desempenho.

Foto: Gilvan de Souza/Flamengo/Divulgação
EXTRA GLOBO: Na conta do chá, mas sem poder tropeçar. Assim o Flamengo, que caiu novamente para a terceira posição, vai até o fim do Brasileiro. Nas últimas rodadas, qualquer erro será fatal e a vitória é obrigação mesmo sem jogar bem. Foi assim diante do América-MG, na quarta-feira, e a ideia é que seja assim também contra Coritiba e Santos, no Maracanã. Ganhar sem se preocupar demais com a atuação.

— O jeito mais fácil de ganhar é jogando bem, mas nem sempre é possível — disse o zagueiro Juan: — Agora é entrar para focar na vitória.

O fato é que o time não tem mais de onde tirar forças para voltar a exibir um futebol vistoso. O desgaste ao longo do ano cobra a conta. Por isso, a mobilização é pelo resultado, sem tanta cobrança por desempenho.

— O calendário pesou mais. Mesmo assim temos obrigação de vencer. Se jogar bem e vencer, ótimo. Nem o Palmeiras, que é líder, manteve o nível alto — analisou Juan.

Ao longo do Brasileiro, o Flamengo acostumou seu torcedor com atuações de bom nível coletivo e vitórias tranquilas na maioria das vezes. Na reta final, porém, o time caiu de produção e não ganhava havia quatro jogos. O triunfo contra o lanterna trouxe de volta o otimismo e se espera que também a confiança para melhorar o desempenho. Mas o que vale mesmo é vencer.

— Não fizemos um jogo brilhante. Mas quem luta pelo título tem que ganhar jogos assim. Na conta do chá. A sequência ruim passou — comemorou o zagueiro.

Juan e Donatti darão lugar a Réver e Rafael Vaz contra o Coritiba, domingo, às 19h30. O goleiro Muralha e o atacante Guerrero também voltam.

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