Liberta: Sem México, Brasil não ficará com nenhuma nova vaga.

Afinal, o país ganhou dois lugares extras na última reforma, e ficou com um total de sete.

Taça da Copa Libertadores - Foto: Divulgação
RODRIGO MATTOS: Com os clubes mexicanos fora, a Conmebol já estuda a redistribuição das três vagas na Libertadores e deve priorizar países que não foram atendidos no inchaço da competição em 2016. Assim, a princípio, estão descartados novos postos ao Brasil e à Argentina.

A Liga Mexicana oficializou nesta sexta-feira a saída da Libertadores por conta de problemas de calendário. A Conmebol, no entanto, já dá como certa a informação, mesmo sem ter recebido uma notificação da liga.

Houve negociações para a manutenção dos clubes depois que a reforma do calendário transformou a Libertadores em anual. Até ocorreram adaptações no cronograma dos jogos, e parecia que haveria um acordo. Mas, no final, não se desenrolou o nó. Os clubes mexicanos ficaram frustrados.

A Conmebol também viu prejuízo financeiro com a saída dos times do México já que havia dinheiro de direitos de transmissão e de publicidade do país. A intenção é compensar essa queda de receita com maior arrecadação no Brasil. Mas, no entendimento da confederação, não haverá grande prejuízo técnico.

Com três vagas a mais, a confederação já indicou nos bastidores que não dará mais vagas para o Brasil. Afinal, o país ganhou dois lugares extras na última reforma, e ficou com um total de sete. A própria CBF concorda com essa posição e vai apoiar a confederação sul-americana.

Além do Brasil, a princípio, não deve haver vagas para Chile, Colômbia e Argentina que também foram contemplados com um posto extra cada na última reforma. Assim, os outros seis países do continente devem ser beneficiados.


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