Maracanã encaminha acordo com a Lagardère.

Com contrato de 32 anos, o Fluminense aprova a decisão, se for referendada em breve. Ao Flamengo, resta aguardar, mas não de braços cruzados.

Complexo Maracanã - Foto: Johnson Barros
PANORAMA ESPORTIVO: A semana começou com intensa movimentação no Palácio Guanabara devido ao processo de transferência da concessão do Maracanã, que passaria da Odebrecht para o grupo francês Lagardère, em conjunto com a brasileira BWA.

Estão muito perto do fim as negociações entre as empresas, ao mesmo tempo em que a Fundação Getúlio Vargas conclui o edital de uma possível nova licitação.

O governo estadual sinaliza, ainda de maneira extra-oficial, com a compra da concessão pela Lagardère, que já administra o Castelão, em Fortaleza, porque seria mais rápido que licitar e agradaria as partes envolvidas.

LOJAS, MUSEUS E ESTACIONAMENTO

Os franceses terão que investir mais de R$ 100 milhões em obras. Há planos de construir estacionamento, lojas e incrementar o museu de forma que o estádio gere lucro.

Com contrato de 32 anos, o Fluminense aprova a decisão, se for referendada em breve. Ao Flamengo, resta aguardar, mas não de braços cruzados.

- Vamos esperar a decisão oficial. Caso não nos agrade, já temos o nosso plano B - disse o presidente rubro-negro Eduardo Bandeira.

O Flamengo fechou nesta segunda-feira acordo com a Portuguesa para jogar na Ilha do Governador, no Estádio Luso-Brasileiro, a partir de 2017 e pelos próximos três anos.

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