Lagarderé duvida de apoio da GL e Amsterdams ao Flamengo.

Para Flávio Portella, diretor de arenas da Lagarderé no Brasil, apenas a Golden Goal, braço da CSM, se colocou como interessada no processo.

Estádio do Maracanã em jogo do Flamengo - Foto: Bruna Prado/Getty Images
EXTRA GLOBO: Para cumprir requisitos de experiência e capital mínimo na eventual compra da concessão do Maracanã, o Flamengo ganhou mais duas empresas como parceiras na formação de um consórcio concorrente. A GL Events e a Amsterdams Arenas se aliaram à empresa CSM, que compraria da Odebrecht a concessão e dividiria a administração com o clube.

Do outro lado, a francesa Lagarderé concorre para possível licitação ou aquisição da atual concessão - avaliada em R$ 50 milhões.

— O Flamengo tem um acordo com a CSM para jogar no Maracanã. Não sabemos como eles estão se estruturando. Só que estão montando um grupo habilitado a operar o estádio — afirmou o diretor-geral do clube, Fred Luz, que se debruça sobre o tema junto a vice-presidentes e o presidente Eduardo Bandeira de Mello. Um dos vice-presidentes confirmou o acordo e afirmou: “É para cumprir a questão de experiência e capital mínimo”.

Se o rubro-negro já dá os novos reforços como certo, o grupo francês adota postura de cautela na disputa. Para Flávio Portella, diretor de arenas da Lagarderé no Brasil, apenas a Golden Goal, braço da CSM, se colocou como interessada no processo.

— Essa história tem que ter uma confirmação de fato. O que existe é uma proposta da Golden Goal, os ingleses da CSM não estão no processo.

A GL Events e a Amsterdam Arenas foram procuradas, mas não se manifestaram. Com capital inferior ao valor da concessão, a CSM integraria as duas empresas mais experientes. A Amsterdam Arena administra o estádio do Ajax, e a GL Events tem a concessão do Rio Centro e do HSBC Arena.

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