Após criticas à São Januário, Eurico diz que "PM é Flamengo"

O dirigente chegou a insinuar que membros de tal corporação prestam serviços ao Flamengo.

Eurico Miranda - Foto: Marcelo Sadio/vasco.com.br
UOL: O presidente do Vasco, Eurico Miranda, resolveu se posicionar sobre a matéria veiculada no último sábado no Jornal Nacional, da TV Globo, onde se destaca que a Polícia Militar identificou membros de uma organizada suspensa pelo Ministério Público dos estádios entre os funcionários do clube.

Com um semblante tenso, o dirigente classificou a reportagem como "tendenciosa":

"Tenho que deixar meu protesto: a Rede Globo e suas afiliadas fizeram uma matéria tendenciosa, maliciosa. Pediram para ter uma entrevista comigo. Eu sou contra entrevistas gravadas, e pinçaram o que interessavam e colocaram determinadas colocações que realmente são minhas, mas dentro de um contexto".

Sobre a denúncia, Eurico Miranda se defendeu dizendo não ter recebido nenhuma lista com os nomes dos torcedores proibidos de entrar em estádios e argumentou:

"Aí coloca que o Vasco contrata torcedor de Força Jovem... Está de brincadeira! O Vasco tem 630 funcionários e eu não posso discriminar se eles são evangélicos, do PT... Não tenho essa discriminação. Assim como não tenho como saber se ele é de torcida tal. O Vasco tem 16 torcidas, algumas com mais de 50 anos, como vou saber?".

Houve espaço também para ataques à Polícia Militar, mais especificamente ao Grupamento Especial de Policiamento em Estádios (GEPE). O dirigente chegou a insinuar que membros de tal corporação prestam serviços ao Flamengo.

"A atuação da PM foi abusiva, temerária, excessiva, e digo mais: negligente, demonstrou incompetência. Eu disse na matéria da Globo e agora vou dizer para todos que me estranha muito que o Gepe faça relatórios e não tenha um relatório dos acontecimentos na Ilha do Urubu. Por qual motivo? Tratamento diferenciado? Ou porque tem componentes do Gepe prestando serviços externos ao Flamengo?", indagou.

Eurico Miranda também insinuou que um suposto policial militar se vangloriou após sua atuação no episódio. O dirigente tomou como base fotos que circularam na internet.

"Foi divulgado que um PM do Gepe, dentro do gramado, atirava bomba de gás indiscriminadamente no meio dos torcedores e depois se vangloriava que era para mandar mais, que era no 'chiqueirão'... Para isso eles têm coragem, de botar a camisa do Flamengo e divulgar isso. A PM já tomou conhecimento do fato, ai eu pergunto: divulgou algo a respeito desse policial?", indagou.


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