Em 10 meses, Flamengo e Palmeiras mudam mais de meio time

Destes, só Réver, Rafael Vaz (por conta da lesão de Rhodolfo), Márcio Araújo, Diego e Everton devem ser titulares.

Alan Patrick comemorando gol durante Palmeiras x Flamengo - Foto: Taba Benedicto / Fotógrafo
ESPN: Apenas 10 meses se passaram entre o último duelo entre os milionários Flamengo e Palmerias e o reencontro dos dois nesta quarta-feira. Tempo suficiente para ambos trocarem mais da metade do time titular.

Em 14 de setembro de 2016, Palmeiras e Flamengo ficaram no empate por 1 a 1 no Allianz Parque – em jogo que valia muito, quase no auge da briga entre os dois pelo título do Campeonato Brasileiro.

O Palmeiras entrou em campo com Jailson; Jean, Mina, Vitor Hugo e Zé Roberto; Gabriel, Tchê Tchê e Moisés; Roger Guedes, Dudu e Gabriel Jesus.

Só Mina, Tchê Tchês, Róger Guedes e Dudu devem seguir como titulares nesta quarta.

Jaílson voltou ao banco de reservas com a volta de lesão do titular Fernado Prass, Jean está machucado agora, Vitor Hugo foi vendido à Fiorentina, Zé Roberto perdeu a posição e sequer deve ser usado como lateral-esquerdo, Gabriel hoje defende o Corinthians, Moisés também está lesionado e Gabriel Jesus agora é do Manchester City.

Os três que entraram no decorrer daquela partida também já não estão mais no clube: Cleiton Xavier está no Vitória, Rafael Marques no Cruzeiro e Lucas Barrios no Grêmio.

Já o Flamengo começou aquele jogo com Alex Muralha; Pará, Réver, Rafael Vaz e Jorge; Márcio Araújo, Willian Arão, Diego e Everton; Gabriel e Leandro Damião.

Destes, só Réver, Rafael Vaz (por conta da lesão de Rhodolfo), Márcio Araújo, Diego e Everton devem ser titulares.

Das seis mudanças, porém, cinco são por opção técnica: Alex Muralha, Pará, Willian Arão, Gabriel e Leandro Damião seguem no elenco, mas apenas como reservas – Damião, na verdade, já era reserva em 2016 e jogou apenas por conta da ausência de Guerrero. Só Jorge deixou o clube, vendido ao Monaco.

Dos três que entraram naquele jogo, Cuellar é o único que segue no elenco, agora até como titular. Alan Patrick (Shakhtar Donetsk) e Marcelo Cirino (Internacional) saíram.

Não por menos, tanto Cuca quanto Zé Ricardo ainda sofrem um pouco com a falta de entrosamento de suas equipes. E não por menos o problema maior é do lado alviverde, onde as trocas foram maiores e não por vontade do treinador.


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