Gilmar Ferreira analisa Palestino 2 x 5 Flamengo.

A dupla que atuou na contenção só pareceu um pouco conturbada com a desordenada correria chilena _ embora não comprometesse.

Réver em Palestino x Flamengo - Foto: Staff Image
GILMAR FERREIRA: O Flamengo goleou o limitado Palestino, do Chile, por 5 a 2, lá em Santiago, com a facilidade que encontraria um time montado para a disputa do título da Libertadores e não o da Sul-Americana _ uma segunda linha da Conmebol.

A atuação não foi de encher os olhos, mas de lavar a alma...

Porque é sabido que na Sul-Americana o nível é outro _ mais pobre, menos qualificado e menos glamouroso.

Então era mesmo esse o papel do time rubro-negro.

Numa quarta-feira de embates equilibrados e interessantes pela Libertadores, foi de dar dó ver o Flamengo, mesmo sem Diego e Guerrero, perfilado para um duelo contra uma equipe tão medíocre _ mas, fazer o quê?

Zé Ricardo fez experiências importantes, como Arão e Cuellar de volantes e Everton Ribeiro na função de Diego, e deu ritmo a Rudinei, Everton e Berrío, peças que costuma utilizar nos jogos do Brasileiro _ os chamados titulares do banco de reservas.

A dupla que atuou na contenção só pareceu um pouco conturbada com a desordenada correria chilena _ embora não comprometesse.

Serviço feito, classificação às oitavas praticamente garantida, deu até para rever em campo o "sumido" Rômulo, volante contratado para pôr fim no reinado de Márcio Araújo, mas que até hoje não deu o ar da graça.


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