No Flamengo, Guerrero está perto de Love, Brocador e Imperador.

Guerrero quase deixou o Flamengo ao fim da primeira temporada. Chegou do Corinthians e se assustou com a estrutura provisória e precária.

Guerrero erguendo troféu de campeão Carioca 2017 com a torcida do Flamengo - Foto: Gilvan de Souza
EXTRA GLOBO: Guerrero levou dois anos para se soltar no Flamengo. Hoje, contra o Vasco, contra quem nunca marcou pelo atual clube, o centroavante comemora o segundo aniversário de sua estreia no clube e pode estabelecer a melhor marca desde 2015. Com 17 gols, faltam dois para superar os 18 marcados de 2016. A história do peruano no Rubro-Negro já tem 39 gols em 91 jogos. A marca está próxima da de outros centroavantes que foram ídolos na Gávea. Vagner Love tem 47, Hernane Brocador 45, Adriano Imperador 43, para citar os goleadores recentes. O que mudou? Tudo.

— Mudou muita coisa. Não uma ou duas. Flamengo está comparado a times da Europa com a estrutura que tem, a preocupação dos profissionais. Isso que tinha que fazer, porque é um time muito grande. Está dando frutos — opinou o jogador.

Guerrero quase deixou o Flamengo ao fim da primeira temporada. Chegou do Corinthians e se assustou com a estrutura provisória e precária. Com compromissos na seleção peruana e a maratona de jogos brasileira, caiu de produção e fisicamente, e desanimou. Com a melhoria da estrutura do Centro de Treinamento ano passado, retomou o bom futebol. Agora, com o Centro de Treinamento com alta tecnologia e pessoal preparado, exibe o seu melhor futebol. O caô definitivamente acabou.

— Dá vontade de fazer mais gol quando eu escuto a música. Me sinto muito à vontade. A preparação e meus companheiros ajudam — comemora.

AS PRINCIPAIS VÍTIMAS

Vinte e três equipes já foram vítimas do craque com a camisa do Flamengo. As "favoritas" são as cariocas Boavista, Fluminense e Botafogo, cada uma com quatro gols na conta. Atlético Mineiro e Chapecoense possuem três ações do Guerrero para negociar na bolsa de gols, enquanto São Paulo, Nova Iguaçu e seu ex-time Corinthians foram buscar a bola duas vezes no fundo da rede.

- Vejo ele em um momento feliz. Isso facilita. Está ambientado. Ele é tranquilo, fala pouco, participa muito das brincadeiras. Sempre pronto para desempenhar o que a gente pede. Atrás de um grande jogador também vejo uma grande personalidade - disse o técnico Zé Ricardo.


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