Obrigação de vitória sobre Corinthians pressiona Zé no Flamengo

O presidente Eduardo Bandeira de Mello já avisou que o projeto é manter Zé Ricardo até o fim de seu mandato, em dezembro de 2018.

Zé Ricardo, técnico do Flamengo, entrando em Taxi - Foto: Paulo Nicolella / Agência O Globo
EXTRA GLOBO: A irritação de Zé Ricardo com as fotos e a expressão séria no desembarque do Flamengo não condiziam com um técnico classificado para a semifinal da Copa do Brasil. A dificuldade de fazer a milionária equipe rubro-negra ter uma sequência de apresentações convincentes voltou a deixar o comandante pressionado, mas sua saída estás descartada.

O presidente Eduardo Bandeira de Mello já avisou que o projeto é manter Zé Ricardo até o fim de seu mandato, em dezembro de 2018. Voz única da diretoria à frente do futebol, do qual também é vice-presidente, o mandatário tenta garantir a blindagem para que o trabalho desenvolvido na pasta seja duradouro, e tem ajuda dos executivos Fred Luz e Rodrigo Caetano, que não comentam as críticas ao técnico.

No clube, porém, a paciência com o jovem e promissor treinador é escassa. A pressão para a demissão em caso de insucesso diante do Corinthians, domingo, pelo Brasileiro, é tão grande quanto a diferença de pontos pela liderança — 12, no momento.

Ao chegar ao Rio, Zé Ricardo entrou em um táxi com a certeza de que comandará a equipe no próximo jogo. Assim como a pretensão no campeonato, a expectativa sobre a permanência do treinador é até a próxima escalação. Embora questionado pela torcida, a avaliação interna é de que as seis únicas derrotas em dez meses de trabalho não são suficientes para mudança de rumo, mesmo com a oscilação atual. A falta de nomes à altura no mercado também favorece.

No momento, apenas o desgaste e a desistência de Zé Ricardo podem tirá-lo do cargo. Além, é claro, da falta de títulos. As chances são maiores na Copa do Brasil. No Brasileiro, a meta já é voltar à Libertadores em 2018. A presença do técnico na próxima temporada é incerta, e depende que não só o presidente, como comissão técnica e jogadores apontem para uma perda de comando que não acontece. Pelo menos no campo. Fora dele, o perfil de Zé Ricardo, novo e adequado às filosofias da diretoria para o futebol, que preveem decisões conjuntas, é considerado ideal. Enquanto os resultados sustentarem, Zé Ricardo fica


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