Posse de bola alta é sinônimo de derrota no Brasileirão 2017

O Palmeiras de Cuca é outro que é muito mais eficiente quando fica menos com a bola: 53,6% nas vitórias e 58,7% nas derrotas.

ESPN: Guardiola, e o seu amor pela posse de bola, seria um alienígena se trabalhasse no Campeonato Brasileiro. Com dados do TrueMedia, a ferramenta de estatísticas da ESPN,  o blog levantou o índice de posse de bola dos 20 clubes que disputam a competição em 2017 nas vitórias e nas derrotas. E o resultado é uma condenação categórica à estratégia de ficar com o controle da bola.

Das 20 equipes, 17 têm melhores resultados quando ficam menos com a bola no pé. O Grêmio têm marca idêntica tanto nas vitórias quanto nas derrotas e só o Bahia tem um índice maior nos triunfos do que nos fracassos. O Corinthians ainda não perdeu, mas nas três vezes que empatou teve 61,4% de posse de bola, contra apenas 50,1% nas 11 vitórias que acumula.

Em alguns clubes a diferença é enorme. O São Paulo venceu apenas três jogos, todos ainda com Rogério Ceni no comando. E nessas partidas teve apenas 46,6% da posse da bola. Já nas oito derrotas, o domínio da pelota do time dispara para 56,6%.

O Palmeiras de Cuca é outro que é muito mais eficiente quando fica menos com a bola: 53,6% nas vitórias e 58,7% nas derrotas.

No caso de 15 clubes, as derrotas aconteceram com média de posse de bola acima dos 50%.  E no caso das vitórias, só quatro ultrapassaram esse patamar.

Compara o índice de posse de bola de cada time



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