Torcedor é morto após confusão da torcida do Vasco

Torcedores atiraram objetos e bombas caseiras no gramado de São Januário, contra PMs e impedindo jogadores do Flamengo de entrar no vestiário.

Foto: Divulgação
O GLOBO: A Polícia Militar confirmou que um torcedor morreu após o episódio de violência no clássico entre Vasco e Flamengo neste sábado, em São Januário. O torcedor, cuja identidade e clube pelo qual torce não foram confirmados, deu entrada no Hospital Souza Aguiar já em óbito. Outros três torcedores deram entrada no Souza Aguiar: dois baleados na perna e um ferido por estilhaços.

Embora não tenham confirmado identidades das pessoas baleadas, os policiais informaram que todos os quatro casos têm relação com os confrontos ocorridos após o jogo entre Vasco e Flamengo, vencido pelo rubro-negro por 1 a 0. Após a partida, torcedores vascaínos dispararam bombas caseiras no gramado de São Januário e foram reprimidos com gás de pimenta. O tumulto seguiu no lado de fora do estádio, onde foram ouvidos barulhos de tiros.

O torcedor que deu entrada no Souza Aguiar já em óbito foi baleado na lateral do tórax. Já os outros dois baleados foram atingidos na perna, segundo os policiais. O quarto torcedor contou, de acordo com os policiais, que tentou se proteger atrás de um caminhão durante troca de tiros ocorrida em um confronto de torcidas, e acabou ferido por estilhaços de vidro.

O clima foi de tensão em São Januário, com brigas pontuais nas arquibancadas durante o jogo e uma enorme confusão depois do apito final, que confirmou a vitória do Flamengo sobre o Vasco por 1 a 0. Após o jogo, torcedores do Vasco atiraram objetos e bombas caseiras no gramado de São Januário, contra PMs e impedindo jogadores do Flamengo de entrar no vestiário.

A PM teve de usar gás de pimenta e, para escapar, torcedores tentaram entrar nas cabines de TVs e rádios. Durante a partida, os vascaínos tentaram invadir o espaço reservado à torcida do Flamengo, mas foram impedidos pelo policiamento que havia entre os dois grupos. De um lado e de outro, objetos eram arremessados. Havia 220 PMs dentro do estádio. Houve confusão também entre os próprios vascaínos, como já ocorrera em outros jogos, entre os que apoiam o presidente Eurico Miranda e os que querem vê-lo longe do clube.

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