Zé ignora fator visitante e promete Flamengo ofensivo contra Vasco.

Por isso, o técnico Zé Ricardo assegura um time ofensivo na casa do rival.

Técnico Zé Ricardo, do Flamengo - Foto: Gilvan de Souza
GLOBO ESPORTE: No alto da tabela, Vasco e Flamengo se enfrentam neste sábado, às 18h (de Brasília), em São Januário para alçar voos maiores. Se o Cruz-Maltino só perdeu um jogo em casa neste ano - contra o Corinthians -, o Rubro-Negro vive ótimo momento: oito jogos invictos, cinco vitórias seguidas, 22 jogos sem perder na cidade do Rio de Janeiro e mais de um ano sem perder clássicos. Por isso, o técnico Zé Ricardo assegura um time ofensivo na casa do rival.

- O Flamengo não vai mudar o jeito de ser. Vamos jogar para cima e tentar envolver o adversário. Mas do outro lado há uma grande equipe. Eles estão com uma pontuação muito boa. Espero um Vasco agressivo na marcação. Eles não tiveram compromisso durante a semana e devem colocar uma pressão no início do jogo. Milton está fazendo uma equipe muito competitiva. Teremos que jogar no nosso limite. Seremos uma equipe organizada e competitiva porque o momento exige isso.

Depois da sequência intercalada de Brasileirão, Copa do Brasil e Sul-Americana, o Flamengo terá cinco jogos seguidos pelo Campeonato Brasileiro. Zé Ricardo projetou a série, mirando estar ainda melhor no fim da maratona de Brasileirão.

- Plano é de 15 pontos. Jogar jogo a jogo. Teremos grandes equipes pela frente. A gente vai ter que trabalhar muito. Contar com o apoio da torcida, que tem feito uma festa muito bonita na Ilha. Queremos passar por esse período com resultado positivo. Se mantivermos o nosso desempenho e evolução, ao final das cinco rodadas poderemos estar ainda melhores.

Assim como o Rubro-Negro, Paolo Guerrero, que completa no próximo sábado dois anos de Flamengo, também vive ótimo momento. Com 17 gols no ano, o peruano tem se tornado cada vez mais letal nas cobranças de falta. Foram dois gols no fundamento em 2017 e segundo Zé, tudo passou por uma conversa que tiveram há algum tempo.

- Esse foi um papo lá atrás. Percebendo a qualidade dele, perguntei por que ele não batia falta. Ele disse que tinha muita gente batendo. Mas eu cobrei que, pela estrela que é, deve chamar essa responsabilidade. Ele se sentiu à vontade para bater. Decidimos na preleção quem vai bater. No perímetro da área, ele quem bate. Mancuello, Diego, que também batem, se sentirem à vontade, num bom momento, podem cobrar também.


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