Flamengo e Cruzeiro já decidiram Copa do Brasil em 2003

Na ocasião, Deivid, Aristizábal e Luisão encaminharam o triunfo cruzeirense.

Foto: Divulgação
ESPN: A final da Copa do Brasil está definida. Nos dias 7  e 27 de setembro, Flamengo e Cruzeiro decidirão quem será o campeão da edição 2017 do torneio. Será a segunda vez que esses dois clubes irão decidir a competição.

Em 2003, o time celeste e o Flamengo se enfrentaram na finalíssima da Copa do Brasil e os cariocas não tiveram chance. Após um empate por 1 a 1 no Maracanã, com gols de Alex, para o Cruzeiro, e Fernando Baiano, para o Flamengo, o clube celeste foi para o Mineirão podendo até empatar em 0 a 0 que seriam campeões.

Mas o time mineiro foi além e, com uma vitória por 3 a 1, conquistou um dos títulos que formaria a inédita tríplice coroa obtida pelo Cruzeiro. Na ocasião, Deivid, Aristizábal e Luisão encaminharam o triunfo cruzeirense. Fernando Baiano ainda descontou para os visitantes, mas não foi suficiente para reverter a situação.

A ida

No dia 8 de junho de 2003, o Cruzeiro não se intimidou em fazer a primeira partida da final no Maracanã e saiu na frente. E com um golaço, marcado por Alex. No segundo tempo, aos 30 minutos, Deivid tabelou com Aristizábal, avançou pela direita e cruzou rasteiro. O hoje comentarista dos canais ESPN mandou para as redes do gol defendido por Júlio César de letra. Uma pintura.

O lance só não valeu a vitória e a vantagem para a volta por que já nos acréscimos Fernando Baiano deixou tudo igual. Aos 48 minutos, o atacante aproveitou desvio do zagueiro Fernando e mandou para o gol, dando esperança aos rubro-negros.

A volta

Em 11 de junho de 2003, o Mineirão recebeu quase 80 mil pessoas e viu o título ser decidido rápido. Foram praticamente 30 minutos para que o Cruzeiro encaminhasse a vitória - e o que foi sua quarta conquista da Copa do Brasil, após 1993, 1996 e 2000.

O primeiro gol saiu logo no primeiro minuto de bola rolando, com Deivid, de cabeça, concluindo cobrança de falta de Alex. Aos 16, outra bola parada, novamente com o meia, acabou em gol de Aristizábal. E, para completar o show do camisa 10, mais uma assistência, aos 28, agora para o zagueiro Luizão. O goleiro Julio César ainda evitou um estrago maior, mas a taça já estava mesmo nas mãos celestes.

No segundo tempo, Fernando Baiano ainda diminuiu a diferença, mas nada que mudasse a história: Cruzeiro campeão.



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