Ministro do STF diz que Flamengo estava cheio de direitos sobre 87

Ele deixa claro que não votou simplesmente por torcer pelo Flamengo, mas porque o clube estava cheios de direitos ali.


COLUNA DO FLAMENGO: O Ministro do Superior Tribunal Federal, Luís Roberto Barroso foi o convidado desta terça-feira do programa “Conversa com Bial”, da TV Globo. Em papo sobre a exposição do STF no cenário nacional e sobre a judicialização da política, o apresentador Pedro Bial falou sobre a judicialização do título brasileiro de 1987, a Copa União. A decisão do título foi parar no STF e em abril deste ano, o tribunal votou favorável ao Sport ser declarado único campeão.

Rubro-Negro, Luís Roberto Barroso justificou o seu voto a favor do Flamengo, deixa claro que não votou simplesmente por torcer pelo Flamengo, mas porque o clube estava cheios de direitos ali.

– Embora eu seja Flamengo, deixa eu dizer uma coisa que é muito importante. A lógica de um juiz não é a lógica de um amigo e inimigo. A lógica de um juiz é do certo e errado, justo ou injusto, legítimo ou não legítimo, isso vale para todas as instâncias da vida e vale pro Flamengo também. Mas o Flamengo estava cheio de direitos ali. Tanto que foi uma questão de aplicar o direito, mas os outros colegas não pensaram assim.

No dia 18 de abril deste ano, o plenário do STF votou para decidir se o título do Brasileiro de 1987 deveria ser dividido entre Flamengo e Sport. Foi um recurso da decisão da CBF de reconhecer o Flamengo também como campeão em 2011. Por 3 votos a 1, o Sport foi declarado pelo tribunal como o único campeão. O voto do Ministro Luís Roberto Barroso foi favorável a divisão do título, já os demais votaram contra, a favor que só o Sport fosse reconhecido: O corintiano Alexandre de Moraes, a Ministra Rosa Weber e o também Rubro-Negro, Marco Aurélio Mello, relator do processo.

Para o Ministro, a decisão do campeão do título de 1987 não deveria ter sido judicializada e muito menos ter chegado ao STF.

– Uma matéria como essa não deveria ter sido judicializada desde o começo e chegar no Supremo é menos ainda.



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