O fracasso é Azul

Bem... Dizem que a Esperança atende pelo nome de Rueda. E só nos resta torcer para que isso seja verdade.

Pará e Cazares disputando a bola em Atlético-MG x Flamengo - Foto: Pedro Vilela/Getty Images
BOTECO DO FLA: Agora é tarde. Com um título desses já deve ter um monte de gente tacando pedras nas vidraças do Boteco e lá se vai mais um dinheiro gasto com reforma. Como dizia um bordão de um programa humorístico apresentado tempos atrás, “não espera nem eu molhar o bico”.

Bem... Pedrada (homenagem ao mais novo ilustre frequentador do Boteco) vem voando pra todo lado mesmo nessa temporada de 2017. Que algumas voem em nossa direção é até uma atividade boa para socializar os estragos causados aqui e acolá.

Ok... Vamos começar o texto. O título foi mais pra poupar o trabalho dos haters. Já devem estar com as tochas incendiárias nas mãos e os hilários faniquitos ácidos devem aparecer aí nos comentários em algum momento.

O “pior” é que a diretoria é excelente. Peça fundamental para o futuro do clube. Acertou um momento financeiro que muitos especialistas diziam ser uma barreira intransponível. Fora isso, nos faz sonhar outra vez com alguma base na realidade com um possível estádio próprio. O “marqueti jenial” de tempos idos deu lugar a um Marketing Competente e que colabora também para encher os cofres cada vez mais saudáveis do rubro-negro. CT de primeira grandeza... E que ainda vai melhorar e muito. Jogadores? Algumas contratações feitas seriam impensáveis nos tempos de reforços com pacotes de atletas desconhecidos vindos do Quixeramobim do Sudoeste Central FC.

Tudo 99% certo. Por ironia o 1% vagabundo tinha que inventar de se instalar justo na causa maior de tudo: O FUTEBOL.

E o termo “vagabundo” cai como uma luva aqui. Ou poderíamos até dizer que cai como atacantes adversários pelo meio ou pelas laterais do nosso combalido sistema defensivo. Eu nem dei característica de pós-jogo ao texto pra não ser demitido. Porque se o fizesse, seria só copiar e colar qualquer um recente dos muitos pós-fracassos em campo e pronto, já estaria com o passaporte carimbado para ingressar no tal 1% vagabundo.

Ontem tanto Jayme (o treinador???!!!) como Réver (o Capitão???!!!) falaram que faltou vontade. Daí a gente pergunta: QUE PORRA É ESSA?  Faltou vontade???!!! Justo aquilo que a Nação tem menos tolerância na hora de perdoar. Bem... Sou “véio” e estou falando de outra formação da Nação, já que a atual, como bem diz Mestre Alvarenga, reclamaria até se o melhor estádio do mundo nos fosse construído... E não tivesse Listerine no banheiro.

Já endeusamos muito perna de pau com técnica limitada. Muitos mesmo. A regra (teoricamente) continua valendo. Entrou em campo, suou sangue, comeu a grama correndo atrás do resultado, a gente aplaude sem nem olhar para o placar final. Mas se o capitão do time vem falar em falta de vontade, que tipo de esperança pode nos restar?

Bem... Dizem que a Esperança atende pelo nome de Rueda. E só nos resta torcer para que isso seja verdade. Até constrange um pouco um senhor de 60 anos fazer a maratona que fez ontem, chegando de madrugada e fazendo setecentas trocas de transporte para ir ao jogo, bem no estilo Fla Mochila, e se deparar com um futebol daquele que (não) foi apresentado em campo, nem nas atitudes e nem nas entrevistas.

De qualquer forma... El Hombre chegou...

Bora torcer...

Isso aqui é Flamengo.


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