Vinícius Júnior, neles

E o técnico do Flamengo sempre muito tranquilo, não demonstrando emoção. E, tem todo o direito.

Vinicius Júnior driblando para marcar pelo Flamengo - Foto: Gilvan de Souza
KLEBER LEITE: Ninguém foge à sua origem e, não há como negar que qualquer rubro-negro saboreia com muito mais gosto o ídolo feito em casa.

Não é de hoje que tanta gente clama por Vinícius Júnior ter o direito de começar um jogo.

Hoje, desde o primeiro minuto ficou claro que, mesmo num time sem o menor entrosamento, o perigo para o adversário residia nele.

No primeiro tempo as jogadas ofensivas pela esquerda eram prejudicadas, pois, lento para jogar na posição, Rafael Vaz se limitava aos cruzamentos infrutíferos, ainda na intermediária.

No segundo tempo, com a entrada de Renê, que saiu contundido, as jogadas começaram a aparecer.

Paquetá, mesmo improvisado, acabou sendo uma bela surpresa. Acima de tudo, foi um atacante agudo, sempre procurando o gol. Não bastasse, também foi um garçom de alto nível. Vinícius Júnior foi o “freguês” agradecido.

Diego Alves fez uma defesa espetacular, em chute de Walter, “o gordinho bom de bola”. Réver, Márcio Araújo e Arão, mandaram muito bem… Geuvânio, continua devendo. Éverton Ribeiro, também. E Diego, que entrou no meio do segundo tempo, esteve esperto.

Árbitro, sem menor critério nas marcações. Público, fraquinho. Vitória importante, na medida em que é preciso estar no pelotão de cima, em função da Libertadores.

O nosso Rueda sempre muito tranquilo, não demonstrando emoção. E, tem todo o direito. Aliás, o que o torcedor quer é ganhar. Se o treinador dá chilique, ou se comporta como um padre, pouco importa.

E o Corinthians, hein?


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