Com sobras

Willian Arão e Éverton Ribeiro comemorando gol do Flamengo - Foto: Gilvan de Souza
GILMAR FERREIRA: O Flamengo do colombiano Reinaldo Rueda ainda não tem um rosto definido.

Fora de seus domínios parece bicho peçonhento, em casa age como uma fera ferida.

O vi assim nestes jogos contra a caricata Chapecoense pela Sul-Americana.

Inofensivo e frouxo na Arena Condá, agressivo e insofismável na Arena da Ilha.

A fase de testes vai terminando e já se pode dizer que há um esboço razoável.

Gosto do sexteto Cuellar, Arão, Diego, Everton Ribeiro, Berrio e Guerrero e está menos embaçado o cenário para o sucesso rubro-negro.

Ainda que o Flamengo oscile entre a eficiência e a plasticidade, o futebol jogado contra adversários desajustados vai dando pro gasto _ e com sobras!

Ainda que o Flamengo oscile entre a eficiência e a plasticidade, o futebol jogado contra adversários desajustados vai dando pro gasto.

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