Diego é ofuscado por Éverton Ribeiro, mas ganha apoio da torcida

Se não tem Ribeiro, vai com Diego. Mesmo longe da melhor fase no Flamengo.

Diego, jogador do Flamengo - Foto: Gilvan de Souza
EXTRA GLOBO: Éverton Ribeiro foi o destaque individual no setor ofensivo do Flamengo na classificação para as quartas de final da Sul-Americana, diante da Chapecoense. A atuação na vitória por 4 a 0 não teve gol, mas participação efetiva em um deles e movimentação e criação de jogadas constante. Diferentemente de Diego, que teve participação mais burocrática e acabou substituído pelo técnico Reinaldo Rueda no segundo tempo.

O problema é que o primeiro não está à disposição para a final da Copa do Brasil, diante do Cruzeiro, no dia 27. Só Diego, que deixou o campo aplaudido pela torcida na Ilha do Urubu, e também recebeu os cumprimentos dos líderes do time em campo, como Réver e Juan.

Ribeiro ficou até o fim da partida e se mostrou a principal arma rubro-negra na fase decisiva da competição. No início do jogo, caiu pela ponta esquerda, armando o lance do segundo gol. Depois, se manteve aberto no segundo tempo, mas buscou jogo e carregou da defesa para o ataque.

Diego jogou centralizado o tempo todo. Apesar de toda dedicação, não conseguiu criar jogadas nem com os pontas e nem com Guerrero. Limitou-se a conduzir a bola no meio, às vezes demorando para dar a dinâmica certa nos lances. Mesmo assim saiu aplaudido, por ser a esperança para que repita a boa atuação na semifinal da Copa do Brasil contra o Botafogo. Se não tem Ribeiro, vai com Diego. Mesmo longe da melhor fase no Flamengo.


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