Arão, Cuéllar e Casemiro inspiram jogador da Base do Flamengo

Volante da equipe sub-17 do Fla, o jovem é neto de Paulo Henrique, lateral que marcou época e se tornou ídolo no clube nos anos 1960.

Henrique Lordelo, jogador do Flamengo - Foto: Divulgação
GLOBO ESPORTE: Quando Henrique pisar no gramado da Gávea nesta tarde para a decisão da Taça Rio Sub-17 entre Flamengo e Botafogo, levará com ele mais duas gerações rubro-negras. A partida de ida foi 3 a 2 para o Alvinegro. Campeão da Taça Guanabara, o Fla tem a chance de levar o título carioca, caso ganhe também o 2º turno. O GloboEsporte.com acompanhará a final em Tempo Real a partir das 15h45 (de Brasília).

- Como meu avô sempre falava. Eu tenho a pressão por três. Eu jogo pelo meu avô, pelo meu pai e por mim.

Volante da equipe sub-17 do Fla, o jovem é neto de Paulo Henrique, lateral que marcou época e se tornou ídolo no clube nos anos 1960 até início dos anos 1970. E filho de Paulo Henrique Filho, ex-atacante rubro-negro e técnico do título de 2011 da Copinha, falecido no início deste ano em decorrência de um AVC.

- Sempre quando entro em campo tento esquecer esse lado, porque senão é muita coisa na cabeça - confessou.

Inspirações em Cuéllar, Arão e Casemiro

Além das referências na família, Henrique tem espelhos também no elenco atual do Flamengo, todos na posição que atua: volante. Já no futebol mundial, sua inspiração é Casemiro, titular da seleção brasileira e do Real Madrid.

- Eu me inspiro no Cuéllar e no Willian Arão no time do Flamengo, e também gosto muito da parte defensiva do Márcio Araújo - um cara que tem muita força e força de vontade de roubar as bolas. E lá fora, minha referência é o Casemiro.

Henrique é titular absoluto no meio de campo da equipe de base rubro-negra. No jogo de ida contra o Alvinegro, porém, começou no banco junto com outros destaques da equipe, como Yuri, Vitor Gabriel e Luan.

Haviam sido poupados em razão da maratona de jogos - a equipe sub-17 concilia disputa da Taça Rio com a da Copa do Brasil e as viagens para estados próximos no torneio nacional são feitas de ônibus.

- Tem sido bastante desgastante. Estamos nessa maratona de quarta-sábado-quinta-domingo, e temos que estar bem preparados mentalmente e fisicamente para suportar a pressão e a qualidade dos jogos que somos exigidos. Tentamos recuperar o mais rápido possível, no hotel, nos treinamentos, para chegar o mais inteiro possível.

Sem seus principais destaques, o Fla viu o Bota abrir 2 a 0 no primeiro tempo do jogo de ida, sábado passado, no Nilton Santos. Na segunda etapa, Henrique, Yuri e Vitor Gabriel entraram, o time cresceu de produção e buscou o empate. Mas o Alvinegro achou um gol nos acréscimos e saiu com a vitória.

O volante garante que o fato de poupar jogadores no começo do jogo não prejudicou a equipe:

- Não acabou prejudicando. Quem entra tem que dar conta do recado. Temos um grupo muito qualificado, para quem entrar poder manter a qualidade.

Flamengo e Botafogo entram em campo pela final da Taça Rio Sub-17 às 15h45 deste domingo, na Gávea.


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