Clássico dos Milhões de erros

Zero a zero sem sal é a premiação adequada pelo pouco que foi apresentado em campo nesse último Flamengo e Vasco da temporada.

Trauco e Lucas Paquetá em Flamengo x Vasco - Celso Pupo / Fim de Jogo
BOTECO DO FLA: por Mercio Querido

É... Dá pra dizer que esse zero a zero sem sal é a premiação adequada pelo pouco que foi apresentado em campo nesse último Flamengo e Vasco da temporada. Pouca criatividade de ambos os lados, muitos erros de passe e alguns graves pecados do lado de cá na hora da finalização.

A irregularidade coletiva e individual é o que mais preocupa. Poucos dos nossos jogadores atuam bem em todas as partidas e até dentro de um mesmo jogo existe variação que assusta. Cabe aqui um elogio ao Juan, absolutamente monstruoso na quase totalidade do tempo que passa em campo.

Ontem Diego Ribas e Everton Ribeiro não estavam lá em seus melhores dias. Como essa TEORICAMENTE deveria ser A Nossa Dupla de Criação, é de se esperar que o desempenho fraco acabe se refletindo no placar ao fim do jogo.

Dava pra ter saído com a vitória. O grande pecado foi a falta de precisão na hora de finalizar. Tudo bem que a trave salvou nossa pátria naquele lance, mas goleiro bom também tem que contar com a sorte ao seu lado. Principalmente os lances perdidos por Paquetá e Vizeu foram os que mais fizeram falta na nossa missão de arrancar os três pontos. Crucificar? Não. Mesmo porque no momento é o que tem. Paquetá está quebrando um galho em função que não é a sua e o Vizeu... Bem... Enquanto ele passou um tempo sem ganhar oportunidades o Boteco aqui e na sua Filial Pobre e Sem Glamour no YouTube aderiu à campanha #CadêVizeu ? Após algumas participações, parece que temos que apontar as nossas hashtags diretamente para o garoto e perguntar para o próprio: “CadêOVizeuDe2016 ??? A posição é dele e com a saída do Damião e as constantes ausências do Guerrero, a bola está quicando ali na área pro cara alavancar sua carreira. Daí é com ele mesmo. Só acertar a pontaria do chute ou, no exemplo de ontem, os fundamentos básicos do cabeceio.

Do lado de lá ZR declarou o seu eterno “tá de bom tamanho”. Fora das quatro linhas, muitos torcedores irritados, sabe-se lá porque, com as demonstrações de afeto entre o treinador cruzmaltino e funcionários, jogadores e diretores do Flamengo. Essa gente queria o que exatamente? Que os envolvidos levassem soco inglês e porretes para o reencontro?

Nossa eterna sétima posição está mantida. De tanto ficar ali, corre o risco de alguma hora alguém acabar passando. Nosso futuro no Brasileirão: Grêmio, Cruzeiro, Palmeiras, Coritiba, Corinthians, Santos e Vitória. Mais pro lado do complicado que pro lado do simples. E aí? Fazer o que? Continuar torcendo pra instabilidade nos conduzir até a Libertadores? Torcer pro Grêmio ganhar o treco lá pra zona de classificação virar G8?

O melhor MESMO seria focar no G4 porque ainda dá tempo. Porque o Rueda precisa consertar essa tal instabilidade. Precisamos de uma equipe com um mínimo de regularidade para cogitar a possibilidade de que o tal “Ano Mágico”, cada vez mais platônico, possa acontecer em 2018. Se o time não começar a tomar rumo em novembro, em dezembro é que não há de ser porque o povo vai estar de férias (as oficiais). E em janeiro... Bem... Em janeiro (caso não role classificação pra fase de grupos) já tem mata-mata de Liberta. Acredito que não seja o tipo de evento ideal para iniciar os trabalhos do ano.

Bora torcer.

Isso aqui é Flamengo.


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