Gilmar Ferreira prevê Flamengo "encantador" com Rueda em 2018

Ou seja: o Flamengo voltou a ser um time "à brasileira", jogando no contra-ataque.

Foto: Gilvan de Souza
GILMAR FERREIRA: Quem sabe a partir do momento em que o colombiano Reinaldo Rueda tiver feito uma temporada de treinos e ajustes físicos na preparação dos jogadores a gente possa cobrar dele a construção de um time para o Flamengo?

Por ora, não dá para pedir mais do que bom senso e inteligência tática...

A VITÓRIA neste primeiro Flu-Fla da Sul-Americana, mostrou pouca evolução no jogo ofensivo do Flamengo _ quase nenhuma, para ser mais fiel.

Mas, se vale como consolo, o quadrado com Arão, Diego, Everton Ribeiro e Everton funcionou bem nos 30 minutos iniciais, tempo em que acuou o Fluminense e pareceu melhor.

COM O PASSAR do tempo, porém, sumiram as infiltrações pelo meio, as ultrapassagens nas laterais, sobretudo as de Pará, peça bastante ativada nos minutos iniciais, e desapareceu também o fôlego que se traduzia em ímpeto ofensivo.

Ou seja: o Flamengo voltou a ser um time "à brasileira", jogando no contra-ataque.

FICOU a impressão de que posicionado num 4-1-4-1, com Cuellar na frente da linha baixa e Lucas Paquetá na frente da linha alta, com o quarteto que mencionei mais acima tomando os espaços em metade do campo adversário, o Flamengo de Rueda se assenta melhor _ ainda mais com Guerrero na vaga de Lucas Paquetá.

Com boa pré-temporada, este time tem lastro para ser encantador.


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