Réver celebra fase artilheira e volta por cima no Flamengo

Réver comemorou a boa fase na carreira neste ano e lembrou que sofreu uma séria lesão no tornozelo esquerdo em 2014.

Foto: Gilvan de Souza
SPORTV: O zagueiro Réver viveu dia de artilheiro na quinta-feira, ao fazer dois gols na vitória do Flamengo sobre o Bahia por 4 a 1. Nesta sexta-feira, o defensor participou do "Seleção SporTV", acompanhado da filha Alícia e do filho Réver Júnior, e brincou que os dois têm pressionado para ver gols.

- A pressão estava em casa, todo mundo está querendo gol em casa. Estão achando que o pai virou atacante - brincou.

Com os dois diante do Bahia, Réver chegou a oito gols em 2017. O zagueiro comentou que, no lance de seu primeiro gol, aos 5 minutos do segundo tempo, a cobrança rápida surpreendeu o adversário e o ajudou a ficar sozinho, de frente para o goleiro Jean, do Tricolor.

- No Fla-Flu, eu acabei me livrando da marcação e ficando sozinho. Contra o Bahia, o jogo estava muito truncado. O Diego e o Éverton tiveram a capacidade de ler o jogo e bater rápido, para pegar a equipe do Bahia desprevinida. No momento, eu e Juan estávamos indo para a área. O Juan acabou desistindo, e eu segui no lance. Tive a felicidade de pegar a zaga desarrumada naquele momento. Tive a felicidade também de contar com um desvio do Guerrero, que lutou com o Thiago. A bola acabou sobrando para mim na pequena área. A gente estava comentando que dificilmente a gente ia ter alguém na área sozinho. Eu fui o cara do momento, Deus acabou me abençoando, me colocou ali sozinho, cara a cara com o Jean, e acabei fazendo o gol.

Réver comemorou a boa fase na carreira neste ano e lembrou que sofreu uma séria lesão no tornozelo esquerdo em 2014, o que atrapalhou sua carreira por dois anos.

- O ano de 2014 foi muito conturbado para mim, para minha carreira, tive uma lesão muito séria no tornozelo. Eu estava cotado até para ir à Copa. A lesão no tornozelo me deixou muito tempo parado. Tentei voltar e não foi tão simples tão simples assim. Essa lesão me atrapalhou muito, fiquei parado por praticamente dois anos. Para um atleta que tenta manter sempre um alto nível, ficar dois anos parado é muito tempo, principalmente em um país onde o futebol é muito dinâmico. É um país onde se revela muito jogador, tem uma concorrência muito grande. Você acaba ficando para trás, sendo esquecido. Mas fico feliz de voltar a ter boas atuações, fazer o que eu mais gosto, que é jogar futebol. Estou muito feliz com o meu momento e com o momento dos meus companheiros.

Na próxima rodada, o Flamengo tem pela frente o São Paulo no Pacaembu, no domingo, às 17h (de Brasília).


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