Roger diz que Flamengo está pensando pequeno

Comentarista também presente no programa, Walter Casagrande fez coro à fala de Roger.

Foto: Reprodução
UOL ESPORTE VÊ TV: Em opinião manifestada no programa Troca de Passes, do SporTV, já na madrugada de quinta para sexta-feira (21), o apresentador e comentarista Roger Flores criticou o desabafo do presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello, que em entrevista exibida pela atração, concedida pelo mandatário ao canal durante a partida entre o time rubro-negro e o Bahia, na Ilha do Urubu, desabafou contra o veto à realização do clássico contra o Vasco, no dia 28, em seu campo. A partida foi transferida para o Maracanã por interferência de vereadores, Ministério Público e da Polícia Militar.

Assim declarou Bandeira no VT levado ao ar pelo programa:

“Consideramos lamentável, um absurdo o Flamengo ser impedido de determinar a localização dos seus jogos. Todos os clubes podem, por que o Flamengo não pode? O Flamengo jogou em São Januário no primeiro turno. Ano passado o Botafogo estava administrando o estádio da Ilha e mandou um jogo contra o Flamengo aqui, em condições muito piores do que está hoje o estádio, a Ilha do Urubu, e o Flamengo veio jogar e ninguém reclamou, ninguém proibiu. Agora, na hora do Flamengo determinar que o jogo seja no seu campo, nós somos proibidos. É lamentável, um absurdo, revoltante”, disparou o dirigente.

Roger Flores, então, se posicionou sobre a polêmica, discordando completamente do presidente rubro-negro. E deu o seu recado:

“Eu acho, presidente, que o senhor perdeu uma grande oportunidade de ser um cara superior, principalmente ao presidente do Vasco (Eurico Miranda). Não estou aqui comparando as duas instituições. Pelo contrário, acho Flamengo e Vasco do mesmo tamanho, mas a atitude seria diferente, sua, porque tudo que aconteceu em São Januário (no clássico do primeiro turno), todo o clima que ficou entre Vasco e Flamengo, acho que o senhor deveria estar mais preocupado com as vidas, com os torcedores, com os jogadores, com a própria diretoria do Flamengo, com os profissionais que trabalham dentro do jogo”, afirmou.

E acrescentou:

“É lógico que eu sei que a diretoria do Flamengo gostaria de dar uma resposta ao Vasco: ‘Ah, se a gente foi a São Januário, vocês têm que vir ao nosso estádio aqui pequenininho, de difícil acesso, com ruas estreitas. É pensar pequeno, né, porque olha o tamanho do Maracanã. Torcedor do Flamengo, depois de uma vitória como essa (contra o Bahia), se ganha de novo, dá para botar 70 mil no Maracanã.”

Comentarista também presente no programa, Walter Casagrande fez coro à fala de Roger:

“Flamengo e Vasco é jogo do tamanho do Maracanã, como é Botafogo e Fluminense e todos os clássicos no Rio de Janeiro. São do tamanho do Maracanã. Eu não acho legal ficar empurrando para os cantinhos, porque aí você vai deixando pequeno o campeonato e clubes gigantes do Brasil, vai jogando os clássicos desses para um canto. Tem que ser ali (no Maracanã)”, argumentou Casagrande.

“Parece pecuinha: ‘Ah, me botou no campo de lá, vou botar nesse campinho aqui, também'”, criticou Roger Flores, novamente, ganhando novamente a concordância de Casão: “Muito pequeno isso.”

“É pensar pequeno”, reforçou Roger.


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