Ano ruim evidencia erros na montagem do elenco do Flamengo

E para não cometer os mesmos erros, o clube precisa, imediatamente, pensar em 2018.

GOAL: Com tantas frustrações em 2017, o Flamengo já precisar pensar na próxima temporada ainda que não tenha assegurado uma vaga na Copa Libertadores da América do ano que vem. Com apenas alguns jogos para terminar o ano, focar no planejamento para que os dias felizes voltem ao Ninho do Urubu deve ser prioridade nesse momento.

Falhas na montagem do elenco, que claramente aconteceram este ano, precisam ser evitadas, pois contribuíram bastante para os resultados ruins. Começou na Libertadores, quando Alan Patrick deixou o clube ainda em janeiro, trouxeram Conca. Mesmo sabendo que o argentino precisaria de um longo período para recuperação.

Foto: Gilvan de Souza
Sem um reserva imediato, Diego se lesionou na Libertadores e desfalcou o time em jogos importantes, Zé Ricardo precisou buscar alternativas mas nenhuma delas deu efetivo resultado e o clube acabou eliminado da principal competição que disputaria.

O problema se arrastou ao longo do ano, com problemas em vários setores, Fla trouxe os principais reforços no meio da temporada e eles acabaram ficando de fora da Copa do Brasil, competição que acabou se tornando prioridade do time de uma hora para outra. Everton Ribeiro, maior reforço do ano, por vezes ficou no banco de reservas por conta disso.

No gol, outro problema, apenas com Alex Muralha de experiente no elenco, pois haviam negociado Paulo Victor ainda na Libertadores, o jovem Thiago precisou entrar em campo em um momento delicado. Pressionado, falhou na final da Copa do Brasil, o que prejudicou e muito o Rubro-Negro.

Além disso, vale ressaltar as contratações de Rômulo e Geuvânio. O volante não conseguiu engatar uma boa sequência e entre lesões e jogos ruins acabou se tornando terceira e até quarta opção no elenco. Já o atacante, ainda não conseguiu fazer uma boa partida sequer.

Outro problema é o comando do ataque, Paolo Guerrero não é um artilheiro nato e peca muito diante do gol, não é de hoje que seus números são baixos, ainda que seja um jogador bastante técnica. Sem ele e Leandro Damião, que foi negociado no meio da temporada sem ao menos ser contratado nenhum outro reserva para o peruano, o Flamengo se viu refém de Felipe Vizeu.

O jovem, porém, havia sido preterido desde o início do ano, realizou poucos jogos, passou por problemas de indisciplina e lesões e acabou tendo que assumir a responsabilidade na reta final da temporada, isso quando o meia Lucas Paquetá não foi improvisado como centroavante.

Nem mesmo os altos investimentos são capazes de dar uma resposta tão rápida diante de situações tão conturbadas que aconteceram com o Flamengo na temporada. E para não cometer os mesmos erros, o clube precisa, imediatamente, pensar em 2018.


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