Ávilla destaca importância da torcida para Flamengo buscar títulos

Em participação no "Seleção SporTV", o ex-jogador lembrou a campanha vitoriosa há 18 anos e do apoio da torcida.

SPORTV: Capitão do último time do Flamengo campeão de um torneio continental, a Mercosul de 1999, o ex-volante Leandro Ávila acredita que o Rubro-Negro tem condições de vencer o Junior Barranquilla, da Colômbia, nesta quinta, pela semifinal da Copa Sul-Americana. Em participação no "Seleção SporTV", o ex-jogador lembrou a campanha vitoriosa há 18 anos e do apoio da torcida.

- Jogar no Flamengo sempre vai ter cobrança, é uma equipe grande, vive de resultados, de títulos. A cobrança não era tão grande porque a gente vinha bem no campeonato. A torcida, em vez de cobrar, dava apoio. A gente teve a oportunidade de jogar contra o Colo-Colo, eu lembro que a gente venceu por 4 a 0. Contra a Universidad de Chile, ganhamos por 7 a 0. Do Independiente, da Argentina, por 4 a 0 e, por último, o Peñarol, e ganhamos por 3 a 0. A equipe fazia gol, estava bem, e a torcida apoiava. Se fosse o contrário, se a equipe não estivesse bem, a gente seria cobrado e já estava preparado para isso. Jogador do Flamengo tem que estar preparado para isso. A cobrança é natural. O time do Flamengo é muito bom e tem a obrigação de ganhar aqui no Rio - disse Leandro Ávila.

Foto: Reprodução
Naquela conquista, o Flamengo eliminou Colo-Colo e Universidad de Chile na primeira fase. Passou pelo Independiente nas quartas e pelo Peñarol na semifinal. Na decisão, venceu o Palmeiras por 4 a 3 no Maracanã na ida. No jogo de volta, no Palestra Itália, empatou por 3 a 3 e ficou com a taça.

O capitão do Flamengo na Mercosul de 1999 afirmou que não esperava que o Rubro-Negro ficasse tanto tempo sem um título internacional e lembrou que o clube da Gávea voltou à final da Mercosul em 2001, mas acabou derrotado pelo San Lorenzo, da Argentina.

- Para ser sincero, o Flamengo pela cobrança que tem, pela grandeza que é, tem que estar sempre beliscando um título internacional. Dois anos depois, a gente teve a oportunidade de ir para a final da Mercosul, de novo, e acabou perdendo para o San Lorenzo, nos pênaltis. Para nós foi um ciclo que marcou muito. A gente tinha uma equipe muito boa e jogou com equipes até melhores que nós, que foi o caso do Palmeiras, na final. Com dedicação do grupo, empenho da torcida, botando a gente para a frente, a gente conseguiu ser campeão - afirmou Leandro Ávila.

Em campo naquela partida, estava o zagueiro Juan, com apenas 20 anos. Hoje, aos 38, o jogador se mantém como um dos melhores do Brasil, na opinião do ex-companheiro.

- O Juan, para mim, é um dos melhroes zagueiros em atividade no Brasil. Manteve o nível a carreira toda. Logicamente, ele não tem aquela velocidade que tinha antigamente, mas nem precisa. Com a qualidade e com a experiência que ele tem, ele joga tranquilo.

Leandro Ávila também lamentou a briga entre Rhodolfo e Felipe Vizeu, no domingo passado, na vitória por 3 a 0 sobre o Corinthians, mas acredita que não vai

- Nenhuma agressão se justifica, seja ela física ou gestual (...) Os jogadores passaram um pouquinho do ponto. A gente lamenta que isso tenha acontecido. O Flamengo já deve ter tomado suas providências, deve ter feito uma reunião. No fundo, já deve estar tudo certo. Não deve prejudicar o jogo por causa dessa discussão.



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