Juan diz que Flamengo tem que jogar Libertadores com frequência

. Ele acredita que a confirmação da vaga em 2018 seria um bom remédio para algo que deixou uma cicatriz tão grande.

SPORTV: Sétimo colocado no Campeonato Brasileiro e na semifinal da Sul-Americana, o Flamengo ainda está na briga por uma vaga na Libertadores do ano que vem, vaga que pode curar uma cicatriz ainda aberta não apenas para o torcedor. No "Bem, Amigos!" desta segunda-feira, o zagueiro Juan admitiu que o time ainda sente o peso da eliminação precoce na disputa continental, considerada o grande objetivo do clube, embora ele veja exagero em considerar que o ano tenha sido um desastre.

Foto: Reprodução SporTV
- Vejo muitos falar em ano decepcionante, mas particularmente não concordo com a palavra decepcionante, acho forte, mas abaixo da expectativa que foi criada pelo clube, tanto dos torcedores como nós jogadores. Depois daquele Brasileiro do ano passado, com os jogadores que chegaram, tínhamos condições de estar mais alto na tabela do Brasileiro. Mesmo ganhando Carioca e chegando na final da Copa do Brasil, nosso objetivo maior era a Libertadores e fizemos uma Libertadores aquém do que poderíamos e ficou uma cicatriz aberta durante todo ano. Se tivéssemos ganho a Copa do Brasil, com a vaga na Libertadores teríamos mais tempo e tranquilidade para projetar 2018, mas infelizmente não aconteceu e tem que focar nessa reta final - disse.

Questionado pelo ex-jogador e comentarista Júnior, ídolo rubro-negro, o zagueiro admitiu que ainda hoje o grupo sente a eliminação na fase de grupos, para o San Lorenzo. Ele acredita que a confirmação da vaga em 2018 seria um bom remédio para algo que deixou uma cicatriz tão grande.

- Teve (um peso) muito grande naquele período, uma turbulência muito grande, talvez a gente tenha deixado de ganhar alguns pontos por aquela instabilidade, e tem até agora. Por mais que tente esquecer, a gente se cobra muito e lamenta muito esse fato de não ter ido mais longe na Libertadores. Isso só vai acabar se nós conseguirmos classificar o Flamengo de novo para a Libertadores. É um objetivo nosso, dos jogadores, e do clube também porque o Flamengo tem que ficar muitos anos jogando a Libertadores - afirmou.

Aos 38 anos, o zagueiro tem contrato até o final do ano com o Rubro-Negro e não sabe do futuro, mas garante: independentemente da sua presença, ele ver ver o clube presente na Libertadores não apenas no próximo ano, mas torce para que isso vire rotina.

- A projeção que faço não é individual, se vou jogar ou não, porque não depende de mim. A minha projeção é pelo clube, por tudo que ocorreu nos últimos anos, em termos financeiros, reestruturação, credibilidade e pelos jogadores que têm, precisa ficar anos e anos jogando a Libertadores porque só assim vai poder, talvez, ganhar mais uma Libertadores pelo Flamengo. É inevitável. Se você jogar uma Libertadores esporádica em quatro cinco anos, a chance de ganhar é muito pequena. Com o potencial que tem o Flamengo e toda estrutra que o clube dá, os jogadores que tem, precisa jogar com frequência a Libertadores - disse.

O Flamengo volta a jogar pelo Brasileiro na quinta-feira, às 21h, quando enfrenta o Coritiba fora de casa. Na semifinal da Sul-Americana, o adversário é o Junior Barranquilla. O jogo de ida será dia 23h, às 21h45, no Maracanã, e a decisão da vaga na Colômbia, dia 30.


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