Lucas Victoriano destaca o favoritismo do Flamengo na LSB

O técnico argentino destacou a importância do papel defensivo nessa fase do torneio.

GARRAFÃO RUBRO-NEGRO: por Enéas Lima

A partir dessa terça-feira, o ginásio do Tijuca Tênis Clube terá a oportunidade de receber o argentino Lucas Victoriano, que foi vice-campeão como jogador da Argentina no Mundial de 2002. Hoje como técnico do Estudiantes de Concórdia, Lucas destacou o favoritismo do Flamengo na fase semifinal da Liga Sul-Americana.

Foto: Divulgação
-  A expectativa nossa do Estudiantes de Concórdia são semelhantes a que tivemos durante o primeiro quadrangular em Salvador, é disputar jogo a jogo.  Sabemos que será muito difícil repetir os mesmos resultados que tivemos lá, já que o Flamengo é uma grande equipe e estará apoiado por sua torcida.  Mas sabemos que as demais equipes também possuem bons jogadores.

O técnico argentino destacou a importância do papel defensivo nessa fase do torneio.

-  Nosso compromisso a defesa eu diria que é uma das peças chaves que uma equipe tem que ter para ser uma equipe competitiva. Espero que possamos repetir o desempenho defensivo que tivemos lá na Bahia.

Lucas Victoriano fala da virtude dos seus atletas estrangeiros para os jogos no Rio de Janeiro e a escolha do norte-americano Anthony Smith no lugar do croata Buljan Zvonko.

- Os jogadores estrangeiros que fazem parte da equipe desempenham um papel importante. O dominicano Rigoberto Mendoza e o espanhol David Doblas são jogadores que jogam para a equipe, são os nossos melhores e mais perigosos jogadores.  O nosso terceiro estrangeiro no Rio será o norte-americano Anthony Smith que pode atuar em várias posições.

O treinador finalizou abordando o momento do basquete na Argentina e a diferença no estilo de jogo praticado lá comparado ao brasileiro.

- O basquete argentino está muito bem e a Liga Nacional está muito parelha e com um crescimento constante a cada temporada. Nós, treinadores argentinos, temos uma escola de jogo que mescla com o que é praticado na NBA e na Europa, isso nada mais é que as equipes acabem por ter variações tanto ofensivas e defensivas. Sobre o basquete brasileiro não conheço ele com profundidade, mas sempre conseguem ter equipes muito boas e que almejam sempre ganhar as competições internacionais.


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