Não-expulsão de jogadores do Flamengo revolta Menon: "Vergonha"

Muita patacoada. Dois jogadores médios, no máximo, colocando a história do Flamengo no chão.

BLOG DO MENON: No ano que vem, vou premiar o vexame do dia. Premiar, é modo de dizer. Vou apontar aqui, no meu blog, quem é que levou lama ao glorioso futebol brasileiro. Pode não ser todo dia, mas com certeza haverá dia de prêmio dividido. A capacidade de jogadores e, principalmente jogadores, de fazerem tudo errado é infinita.

No final de semana, por exemplo:

A briga entre Rhodolfo e Vizeu e o silêncio de Bandeira de Melo

A situação criada por eles não merece um aprofundamento muito grande para se configurar como um vexame. Basta dizer que o árbitro errou em não expulsar os dois. Aquela imagem de duas cabeças unidas, como xipófagos da falta de respeito a todos, é caso de vermelho na hora. Imaginem se fosse um de cada time. Não seria vermelho? E, caso o juiz cumprisse seu papel, não teria havido o dedo do meio de Vizeu. Que, para maior vergonha do árbitro, também não mereceu vermelho.

Briga entre Felipe Vizeu e Rhodolfo no Flamengo - Foto: Reprodução


Depois do jogo, os dois vieram para a entrevista e tentaram convencer a todos que são BFF. Best friends forever desde a infância. Quem sabe se ele não tivesse brigado comigo, eu não faria o gol, disse Vizeu.

Muita patacoada. Dois jogadores médios, no máximo, colocando a história do Flamengo no chão.

A ausência de Cueva

O baixinho deve ter quebrado tudo em Lima. Justo. Conseguiu o que duas ou três gerações de jogadores não conseguiram. Depois de 28 anos, o Peru está na Copa. Teve até feriado nacional. E ele, que deveria chegar na sexta-feira para o jogo, chegou no domingo às 6 e 30. E o que se passou durante esse período? Nada. Ninguém sabia de nada. Ele não ligou pedindo mais um dia. Não comunicou. O São Paulo não mandou alguém a Lima para trazê-lo com um puxão de orelha. Nem arrumou uma desculpa qualquer, do tipo está tudo combinado, demos umas horas a mais para a festa.

Me lembrou os campeonatos de Aguaí. Os times contratavam jogadores da região, por um dinheiro e mais um churrasco, em caso de vitória. Outros, vinham em troca de uma cesta básica ou uma caixa de cerveja. Finazzi, aquele, foi artilheiro de um campeonato em Aguaí. E sempre ficava aquela angústia: será que vem hoje, será que pegou o ônibus de São João, Casa Branca ou Mogi Mirim? Lindos tempos de amadorismo, tristes tempos de profissionalismo.

A atuação do Corinthians

Não vi o jogo, mas confio na descrição do Engenheiro Pinduca, meu grande amigo corintiano. Foi um desrespeito ao torcedor, ao clube e aos patrocinadores. São campeões e viajaram para perder.

E assim segue o futebol brasileiro com sua sina de péssimos dirigentes e grandes jogadores descompromissados. Continua valendo minha tese: o único jeito de melhorar é obrigar todo time estrangeiro que contratar um craque, levar também um cartola.

Já pensaram no Eurico e sua urna 7 no Liverpool?

Andrés Sanches no Bordeuaux?

A turma que vendeu Neymar por preço de banana gerenciando o Real Madrid?
Mustafá e a turma do amendoim atrapalhando a vida do Manchester City?

Carlos Miguel e sua namorada no PSG? Se fizeram o que fizeram com o Iago Maidana, o que fariam na contratação de Neymar?

Em pouco tempo, graças à atuação dos cavalos de troia, estaríamos no mesmo nível da Europa


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