Para Gilmar Ferreira, Flamengo errou em seu planejamento

O Flamengo vem em quinto, com 50% em 74 partidas, atrás de Grêmio e Santos, com 52,8% de vitórias em 70 jogos, o outro com 50,8% em 61.

GILMAR FERREIRA: É possível que no próximo ano tenhamos a presença de três clubes do Rio na disputa da Libertadores.

E com chances de dois estarem envolvidos com a fase pré da competição que inicia em 22 de janeiro - cinco dias após a abertura do Estadual carioca.

Ou seja...

Escudo do Flamengo no CT Ninho do Urubu - Foto: Gilvan de Souza
Se o planejamento para este ano já foi difícil, em função do alongamento do calendário da Conmebol, imaginem o que será em 2018, ano da Copa da Rússia...

PROVÁVEL, então, que Botafogo, Flamengo e Vasco, os três envolvidos na disputa por vaga na Libertadores, inicie o Estadual com times mistos.

Jovens recém-promovidos da base mesclados a reservas e titulares em fase de recondicionamento _ ao menos nas primeiras rodadas.

O Carioca 2018, que terá fase seletiva agora dezembro para seis dos chamados pequenos, será disputado por doze clubes e terminará em abril.

Desta vez, com vantagem aos vencedores do turnos.

Aleluia, irmão!

PORTANTO, a cinco rodadas do término do Brasileiro da Série A, já percebo a vantagem que o Flamengo leva para 2018.

Flamengo cujo time mede forças, nesta rodada, com o Palmeiras, na Allienz Arena.

Sei do quão frustrante tem sido o ano para os rubro-negros, mas planejar é estar de certa forma à frente do seu tempo.

E isso, apesar dos erros, tropeços e críticas, não se pode negar: com pequenos ajustes e dias de treino, faz-se um bom time com os jogadores do atual elenco.

Ou estou errado?

PALMEIRAS E CORINTHIANS são os clubes que possuem maior percentual de vitórias em 2017, entre os 20 da Série A.

Um tem 54,9% em 61 jogos, o outro 53,9% em 63 _ computando até os amistosos.

O Flamengo vem em quinto, com 50% em 74 partidas, atrás de Grêmio e Santos, com 52,8% de vitórias em 70 jogos, o outro com 50,8% em 61.

E isso reforça minha tese de que o melhor aproveitamento está ligado ao número de partidas e ao uso racional do elenco.

E REFORÇO tal convicção quando lembro das difíceis escolhas de Renato Gaúcho para o Grêmio.

Mesmo diante de tanta cobrança e em meio a tantas críticas, o técnico se pôs fiel à meta principal de levar o clube gaúcho à conquista da Libertadores.

E talvez tenha sido esse o grande erro do Flamengo: não ter escolhido um objetivo único...


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