Reformulação no Flamengo dependerá de vaga na Libertadores, diz Bandeira

O presidente do Fla falou sobre o que o torcedor pode esperar para a próxima temporada, já que ainda espera classificação para a Libertadores.

A TRIBUNA: Em visita rápida a Vitória, no Espírito Santo, o Presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello, admitiu, na tarde de ontem, um processo de reformulação no futebol do clube em 2018, um questionamento que o torcedor faz ao final da atual temporada.

Após almoçar e se reunir no Palácio Anchieta, em Vitória, com o governador Paulo Hartung – amigo de longa data do dirigente -, além do secretário de Estado de Esportes, Roberto Carneiro, do presidente do Espírito Santo, Enrico Ambrogini, e o presidente da Federação de Futebol do Espírito Santos, Gustavo Videira, Eduardo Bandeira de Mello conversou com a reportagem de A Tribuna.

Eduardo Bandeira de Mello, atual Presidente do Flamengo - Foto: Cris Dissat / Fim de Jogo


O presidente do Fla falou sobre o que o torcedor pode esperar para a próxima temporada, já que ainda espera classificação para a Libertadores.

Ele evitou citar nomes de jogadores ou mesmo do técnico Reinaldo Rueda, que já não é unanimidade no Clube. Mas avisou que a avaliação do elenco vai depender dos resultados finais no Brasileirão e, principalmente, na Copa Sul-Americana – o Fla está na semifinal contra o Júnior Barranquilla, da Colômbia.

“Depende um pouco do final do ano de 2017, se nós vamos para a Libertadores na fase de grupos, na fase inicial, se vamos ganhar a Sul-Americana, tudo isso vai condicionar o nosso planejamento e o final vai ser bom para todo mundo”, afirmou Bandeira, com um sorriso até irônico.

A má fase no Brasileirão – após a terceira derrota nos últimos cinco jogos e ocupando a sétima colocação com o mesmo número do Vasco (50) – e as eliminações na Libertadores e Primeira Liga, além do vice na Copa do Brasil deixaram os ânimos exaltados no Fla. Nos últimos dias, o clube teve as saídas do diretor financeiro Paulo Dutra e dos vices Edmílson Varejão e Rafael Strauch.

Embora não tenha dito oficialmente o motivo das demissões por iniciativa própria, nos bastidores do Flamengo o papo é de que o clima com Bandeira de Mello não é dos melhores.

Presidente, qual o objetivo da sua visita ao Estado?

O governador Paulo Hartung foi meu chefe no BNDES e é sempre um prazer encontrar com ele. O Espírito Santo é um Estado de maioria rubro-negra. Vamos tentar jogar aqui o maior número de vezes possível em 2018.

Já pensa nas alianças políticas para as eleições do clube?

Ano que vem, na eleição do Flamengo, eu não posso me reeleger porque já estou no segundo mandato, mas tenho certeza de que o próximo presidente vai ser do nosso grupo.

Está ansioso para o primeiro jogo da semifinal da Sul-Americana contra o Júnior Barranquilla, na quinta-feira?

Muita ansiedade, mas eu fico ansioso com qualquer jogo do Flamengo.


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