Rueda roda braçadeira, mas quem cresce no Flamengo é D. Alves

Seja nos gritos de incentivo - que ficaram nítidos no Fla-Flu emocionante da Sul-Americana - ou nas cobranças.

GLOBO ESPORTE: O erro de Willian Arão no primeiro tempo despertou Diego Alves. Sem a braçadeira de capitão, que coube a Pará nesse domingo em Porto Alegre (na derrota por 3 a 1 para o Grêmio), o goleiro saiu aos berros para alertar o volante, que tentou sair tocando de calcanhar e quase gerou o gol do Grêmio. Ali, o jogo estava empatado por 0 a 0.

Mesmo sem a braçadeira - Pará foi o sexto capitão de Rueda, que já tem em Réver e Juan as bolas de segurança para a faixa que já passou por Éverton Ribeiro, Guerrero e Márcio Araújo -, Diego Alves aparece a cada dia mais dentro e fora de de campo. Seja nos gritos de incentivo - que ficaram nítidos no Fla-Flu emocionante da Sul-Americana - ou nas cobranças.

Diego Alves, goleiro do Flamengo - Foto: Jorge Rodrigues/Agência Eleven/Gazeta Press

Nas redes sociais, impressiona os torcedores também pela postura em entrevistas - veja mais abaixo série de pedidos para que o goleiro assuma a braçadeira de capitão. Lembrou que o Flamengo saiu na frente contra o Grêmio, mas jamais poderia sofrer a virada do jeito que sofreu.

- A gente não pode se dar o luxo de conseguir sair ganhando e sofrer a virada. É inadmissível. O mais difícil era sair na frente. E ainda sofremos a virada - disse, chateado, o goleiro do Flamengo.


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