Sport no CT do Flamengo revolta Kleber Leite: "É o fim do mundo"

KLEBER LEITE: Hoje, estava com meu querido amigo Michel Assef, quando toca o telefone dele e, do outro lado da linha, a extraordinária figura de Vinícius França, grande benemérito rubro-negro, cuspindo marimbondos porque ouviu no rádio que o time do Sport Club do Recife estava treinando no nosso Ninho do Urubu.

Michel ouviu o desabafo, deu razão ao irado amigo e sugeriu que ele reclamasse diretamente com o presidente Eduardo Bandeira de Mello. Desligando o telefone, Michel comentou: “imaginem vocês, só faltava essa. O Diego Souza, com a camisa 87, nos sacaneando na nossa própria casa. É o fim do mundo!!!”

Este é o caso típico que demonstra que na estrutura de um departamento de futebol, há espaço pertinente ao profissional e, de igual forma, ao amador. Quando falo em amador, não falo em alguém que seja apenas um curioso ou, alguém sem muita responsabilidade. O amador a que me refiro é aquele apaixonado que, por amor verdadeiro ao clube, se entrega sem qualquer tipo de remuneração.

Foto: Divulgação
Muitas vezes, a diferença entre um profissional e o amador se resume apenas neste item, pois já conheci amadores geniais. Um recebe do clube e o outro não, embora o conhecimento de causa possa ser o mesmo.

A grande diferença entre o amador e o profissional é que o amador raciocina de forma institucional, pensa com a cabeça do clube e de seus torcedores. O profissional é pragmático e passa por cima disso, seja por pragmatismo mesmo, por falta de sensibilidade e até por desconhecer a cultura do clube que o remunera. Claro que há, como em tudo na vida, a exceção. Domingo Bosco, por exemplo, pode ser assim qualificado.

Enfim, são cabeças distintas. O profissional não vê nenhum problema no fato do Sport, clube que está em litígio com o Flamengo, usar o nosso espaço. Na cabeça do amador, isto jamais aconteceria. Acho que no Flamengo a sintonia entre estas duas pontas anda desafinando. Que o profissional tenha até achado normal, admito. Só não entendo como o amador não vetou.

Aproveitando o tema para dizer que tudo na vida tem limite, inclusive no trato do assunto que acabo de relatar. Os responsáveis pela liberação merecem um puxãozinho de orelha por parte do presidente. Até aí, perfeito. Agora, agressões verbais através das redes sociais também já é demais. Que tenham aprendido a lição.

Pensar com a cabeça do clube e de seus torcedores, é obrigação!!!

Muitas vezes, a diferença entre um profissional e o amador se resume apenas neste item, pois já conheci amadores geniais.



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