Análise: Diego cai de rendimento em finais pelo Flamengo

ESPN: Contratado para ser uma das referências no caro elenco do Flamengo, em julho de 2016, Diego não conseguiu conduzir o time aos títulos da Copa do Brasil e Sul-Americana em 2017. Pior: nas duas decisões, o meia decepcionou e teve atuações abaixo de suas próprias médias no torneio.

Nos quatro jogos decisivos das duas finais, por exemplo, o camisa 35 rubro-negro não balançou as redes, nem deu assistência para que companheiros marcassem. Na Copa do Brasil, ainda foi ele quem perdeu o pênalti, defendido por Fábio, que acabou dando o título para o Cruzeiro.

Diego em Flamengo x Independiente - Foto: Gilvan de Souza
Estatísticas do Trumedia, banco de dados exclusivo da ESPN, mostram que a queda de desempenho de Diego nos momentos mais importantes do ano flamenguista vai além dos gols e das assistências. Foram poucas chances criadas e mais erros nos passes e finalizações que tentou.

Considerando as decisões tanto da Copa do Brasil, quanto da Sul-Americana, Diego deu apenas nove finalizações, sendo apenas duas no gol – nenhuma delas na final continental.

O baixo aproveitamento nos arremates, apenas 22%, contrasta com a marca que o meia tinha nas duas competições até o momento da final. Até então, ele acertava 46,2% dos tiros tentados.

 Locais e destinos das finalizações de Diego nas finais da Copa do Brasil e Sul-Americana 
Nos passes, os números de Diego também caem. Nas quatro finais, foram 190 passes tentados e 146 completados, um índice de acerto de 76,8%. Nos jogos anteriores da Copa do Brasil e da Sul-Americana, porém, o jogador tinha marca superior a 80%, com 80,9% dos toques no alvo.

E o aumento dos erros não são consequência de uma participação mais ativa na partida, já que o número de vezes que o meio-campista pegou na bola nas decisões também foi inferior à sua média antes disso. Até as finais, eram cerca de 64,5 toques por jogo; nelas, um pouco menos, 59.

 Mapa de atuação de Diego nas finais da Copa do Brasil e da Sul-Americana 
Os toques e passes de Diego, ao menos, geraram 13 chances de finalização para companheiros nas finais, número que, se não salta aos olhos, é superior à média que teve no resto dos torneios.

"Em alguns momentos, o excesso de vontade faz com que a gente queira fazer além do que devemos, acaba perdendo um pouco a organização. Isso facilita a defesa e dificulta para criarmos a jogada. Quem tem a bola acaba ficando muito distante, tem que dar muitos toques na bola. Isso aconteceu sem dúvidas, temos que evoluir", disse o meia após o empate em 1 a 1 com o Independiente-ARG na última quarta.

Em 2017 além dos dois vices, o Flamengo de Diego foi campeão do Campeonato Carioca, acabou eliminado ainda na fase de grupos da Copa Libertadores e terminou o Campeonato Brasileiro na sexta colocação, com 16 pontos a menos que o campeão Corinthians.



O baixo aproveitamento nos arremates, apenas 22%, contrasta com a marca que o meia tinha nas duas competições até o momento da final.

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