Brasileiro joga bola. E ponto final

RESENHA DA BOLA: Sem dúvidas os jogadores que entram em campo, ainda mais de um time de massa, em uma final, em casa, se inflamam com a sua torcida. E o time tem que ser o reflexo dela em campo. O Flamengo não foi. E nem deveria, inclusive. O que a torcida do Fla protagonizou antes das finais diante do Independiente é de se envergonhar. As atitudes, a hostilização a pessoas só pelo simples fato de serem ou parecerem argentino só mostram que muita coisa é preciso mudar no futebol brasileiro. No argentino também.

Não acredito que soltar fogos na porta dos hotéis onde as equipes estão concentradas vai influenciar em qualquer coisa na partida decisiva. Com jogadores que tive a oportunidade conversar, a maioria me disse que antes de decisões desse porte, realmente não dormem direito. Então tanto faz ou tanto fez a algazarra. Talvez seja válida, se for de forma pacífica. Mas tentar invadir para agredir trabalhadores não tem justificativa.

Foto: Reprodução
Dentro de campo, o Flamengo é apático. Mais uma atuação lamentável. A diretoria precisa rever urgentemente seus conceitos. Um time que investe milhões e termina o jogo decisivo do ano com seus garotos, entre eles um de apenas 16 anos é porque esse planejamento se perdeu em alguma parte. Se tornar uma gestão modelo é legal, com certeza, mas esquecer que o futebol é jogado no campo é outra. Independiente foi o que sempre é. Um time aguerrido e ponto. E o Fla, péssimo.

O brasileiro tem que lembrar, que ao entrar em campo, nós somos quem sabe jogar bola. Sempre foi assim. Não tem porque mudar. A mentalidade está ficando invertida. Nós deixamos os adversários com a bola. Não ficamos mais. O Flamengo pressionou porque não fez mais do que a obrigação. Mas acho que foi reflexo de sua torcida. Que achou que era argentina. Só quis amedrontar o Independiente. Fez um papel muito feio no Maracanã.

E logo a Nação rubro-negra. Aquela conhecida por transformar o Maracanã em uma casa onde o Flamengo era praticamente imbatível. Logo esta torcida quis perder seu DNA e quis usar de métodos que argentinos usam. Péssimos métodos. Apenas deram munição para os rivais. Haja visto o número de alfinetadas das as contas oficiais do Independiente deu no Flamengo após a conquista dentro do Maior do Mundo.

Que tudo isso sirva de lição para 2018 mudar. Que diretoria faça um planejamento mesmo e não que diga que se planejou. Não se pode jogar a responsabilidade em cima de garotos, mesmo com muito talento, como o caso de Lucas Paquetá e Vinícius Júnior. Mas é de se preocupar, quando uma promessa de 16 anos é a solução em uma decisão continental.

Abram os olhos. Nós somos brasileiros, não argentinos. Brasileiro joga bola. E ponto final!

O Flamengo pressionou porque não fez mais do que a obrigação. Mas acho que foi reflexo de sua torcida.


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