Bruno Voloch ironiza comemoração exacerbada do Flamengo

Chegamos ao ponto de comemorar vaga na Libertadores e com direito a volta olímpica.

BRUNO VOLOCH: 2017 praticamente acabou para o futebol do Rio de Janeiro.

O Flamengo terá mais 10 dias para minimizar o prejuízo e sair de cena com um título de segunda mas ainda assim continental o que não acontece há mais de uma década.

Por sinal, pelo elenco milionário que montou, não fez mais do que obrigação ao se classificar para a fase de grupos da Libertadores.

Vivemos de fato em outros tempos. Lembro bem, e num passado recente, que os 4 brigavam de verdade pelo título. Ser vice já seria motivo de crise.

Hoje não.

Chegamos ao ponto de comemorar vaga na Libertadores e com direito a volta olímpica.


Jogadores e comissão técnica do Flamengo comemorando classificação para Libertadores - Foto: Gilvan de Souza


Se for esse o lamentável raciocínio, na verdade o que sobrou, o Vasco é exceção e a melhor surpresa carioca.

Mudou e para melhor. Até a chegada de Zé Ricardo o time brigava contra o rebaixamento e nem o mais otimista torcedor acreditava em algo parecido com o que acabou acontecendo.

Final feliz.

O Fluminense se acomodou e diante da limitação do elenco só pode brigar para não cair. Se livrou e teve tricolor comemorando.

O maior mico pagou o Botafogo frustrando sua imensa e apaixonada torcida. Dirigentes, técnico e jogadores se perderam completamente após a eliminação na Libertadores.

Fato é que o Rio não tem o que comemorar e se contentou com pouco em 2017.

Terminou como quarta força depois de São Paulo, Rio Grande do Sul e Minas.


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