Diego e Everton Ribeiro "somem" em reta decisiva do Flamengo

GLOBO ESPORTE: Lucas Paquetá tem somente 20 anos. No começo da temporada, estava no final da fila e só ganhou espaço porque, além de cair nas graças de Reinaldo Rueda, o Flamengo precisou utilizar jovens da base por conta de baixas em seu time titular. No vice-campeonato da Sul-Americana, o camisa 29 fez mais que o gol. Chamou a responsabilidade e foi o protagonista da equipe.

Foi melhor em campo em um Flamengo que, apesar de ausências como a de Guerrero, contava com Diego e Éverton Ribeiro - duas das principais contratações do clube nos últimos dois anos. O primeiro não conseguiu manter o rendimento nos 90 minutos na última final. Já o segundo, que custou R$ 22 milhões ao clube em junho, entrou somente no segundo tempo. Perdeu a vaga na decisão justamente para Paquetá.

Foto: Gilvan de Souza
Diego

Apesar de ter feito gols importantes (como o de pênalti que colocou o Flamengo na Libertadores) e ter sido artilheiro da equipe no Campeonato Brasileiro, Diego não foi o mesmo que, na reta final de 2016, encheu os olhos da torcida. O camisa 35 caiu de rendimento e não manteve regularidade em partidas chaves da própria Copa Sul-Americana. Também perdeu o pênalti na final da Copa do Brasil. Vale lembrar que o meia, em abril, sofreu com uma lesão no joelho.

Everton Ribeiro

Éverton Ribeiro chegou ao Flamengo em junho deste ano. Trouxe grande expectativa e teve recepção digna de grande reforço no Rio de Janeiro. Afinal, o camisa 7 havia sido duas vezes craque do Campeonato Brasileiro com o Cruzeiro - antes de deixar o Brasil para o futebol árabe. Apesar de bons momentos (como no clássico diante do Vasco no 1º turno e o bom passe para Vizeu no Fla-Flu da Sula), não manteve o protagonismo que se esperava. A atuação ruim em Buenos Aires, no primeiro jogo da decisão contra o Independiente, acabou o deixando na reserva no duelo do Maracanã.

Reforços vieram, mas decisão ''sobrou'' para jovem de 16 anos

É bem verdade que atacantes como Guerrero e Berrío não puderam ajudar o Flamengo na reta final - um suspenso por caso de doping e outro lesionado. Mas, em junho, o Rubro-Negro trouxe do futebol chinês Geuvânio para reforçar ainda mais o elenco.

Ex-jogador do Santos, ele nem ao menos foi relacionado para o banco de reservas na decisão. Rueda, que desde sua chegada vem usando muito a base, preferiu Lincoln: atacante de 16 anos que só foi promovido aos profissionais após a suspensão de Paolo Guerrero por doping. O jogador entrou em campo aos 39 do segundo tempo.

- É um feito importante ver os garotos nos brindando com personalidade, disposição. Mas é uma responsabilidade grande para eles. É uma final internacional, em que se precisa de homens experientes. Sem dúvida nessas posições de ataque, às vezes falta tranquilidade. Paquetá fez um grande jogo, como Vinicius, Vizeu. Mas são situações que não eram ideal. Assumiram responsabilidade - analisou Rueda após o vice-campeonato.

Foi melhor em campo em um Flamengo que, apesar de ausências como a de Guerrero, contava com Diego e Éverton Ribeiro.



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