Diretoria do Flamengo se apega em números para avaliar 2017

GILMAR FERREIRA: A perda do título da Copa Sul-Americana foi abalo forte no alicerce do futebol do Flamengo.

Mas, ao que parece, não comprometeu os pilares que sustentam a bandeira da continuidade defendida pelo presidente do clube.

Nas primeiras horas do dia seguinte, ao começar a separar os cacos e analisar os estragos de uma temporada sem títulos, alguns números aliviaram a dor.

E assim a cúpula que comanda o futebol conseguiu enxergar pontos positivos.

Foto: Gilvan de Souza
O time fez 16 partidas nos dois torneios continentais que disputou, venceu nove delas, empatou três e perdeu quatro.

Teve, portanto, rendimento de 62,5% dos pontos disputados, com 35 gols a favor e 16 contra.

NA LIBERTADORES, eliminado na fase de grupos, o time venceu o mesmo número de jogos (três) que San Lorenzo e Atlético-PR, os dois primeiros do Grupo 4.

Teve rendimento de 50%, com melhores ataque (11 gols), defesa (sete) e saldo (quatro).

Saiu por causa de um gol sofrido no minuto final da partida fora de casa (2 a 1) contra o San Lorenzo.

Por estranha coincidência, retorna à competição com um gol feito no minuto final de um jogo fora de casa no 1 a 1 com o Vitória, em Salvador.

Mas, enfim, embora eliminado, o Flamengo mostrou que poderia ter ido mais longe.

E NA SUL-AMERICANA, já com Reinaldo Rueda, técnico mais acostumado ao caráter eliminatório dos jogos de competições continentais, disputou dez partidas.

Teve aproveitamento de 70%, vencendo seis jogos, empatando três e perdendo um.

Marcou 24 gols e sofreu nove.

Ficou no vice, mas teve o ataque mais positivo, maior número de goleadas (três) e o maior número de jogos sem derrotas (oito).

Tudo bem que dentre os cinco adversários, dois foram os brasileiros Chapecoense e Fluminense e um o inexpressivo Palestino, do Chile.

Mas venceu o jogo fora contra o colombiano Junior Barranquilla _ um bom avanço.

A BUSCA pela conquista da Libertadores prosseguirá em 2018, e a análise fria deixa indícios de que o trabalho precisa apenas de ajustes...

Com o Corinthians sendo tomado como exemplo.

Foi eliminado da Libertadores de 2010 pelo próprio Flamengo nas oitavas, quando era apontado como um dos favoritos.

Em 2011, já com Tite no comando, caiu na fase pré da competição, com derrota para o modesto Tolima, da Colômbia.

Mas, em 2012, com a manutenção do trabalho, chegou ao título da Libertadores e do Mundial.

Nessas horas, é o que o salva a autoestima de um clube arrasado...

Ao começar a separar os cacos e analisar os estragos de uma temporada sem títulos, alguns números aliviaram a dor.


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