Flamengo venceu 70% das partidas no Maracanã em 2017

Se no próximo dia 13 a média de resultados positivos for mantida, o Rubro-Negro levará a decisão pelo menos para a prorrogação.

ESPORTE INTERATIVO: O retrospecto está a favor do Flamengo. Precisando de uma vitória contra o Independiente-ARG, na partida de volta da final da Sul-Americana, no Maracanã, o clube da Gávea pode focar sua esperança no fato de ter grande campanha no estádio Mario Filho em 2017. Invicto no Maraca no ano, o time carioca venceu aproximadamente 70% das partidas de mata-mata que jogou na arena da final da última Copa do Mundo. Se no próximo dia 13 a média de resultados positivos for mantida, o Rubro-Negro levará a decisão pelo menos para a prorrogação, já que perdeu nesta quarta-feira por 2 a 1.

O Flamengo acumula nove vitórias e quatro empates nas 13 partidas de mata-mata que disputou no Maracanã. As partidas válidas pelo Campeonato Carioca, Libertadores, Copa do Brasil e Copa Sul-Americana mostram o bom rendimento do clube em seus domínios. Inclusive, o time rubro-negro já jogou três jogos de final no Maraca no ano, pelo estadual e CDB. Nesses confrontos, são duas vitórias sobre o Fluminense, por 1 a 0 e 2 a 1, além do empate com o Cruzeiro, em 1 a 1.

Foto: Gilvan de Souza
Contudo, se a equipe ostenta invencibilidade no estádio, é econômica em relação ao número de gols. Precisando de uma vitória por pelos menos dois tentos de diferença para erguer a taça sem a necessidade de prorrogação, o retrospecto não se mostra tão bom assim. Das nove vitórias, apenas duas não foram pela diferença mínima. Para alívio dos supersticiosos, estes dois triunfos foram em jogos internacionais, pela Libertadores. Também, na única vez em que enfrentou um argentino no ano, no Maracanã, o Fla venceu o San Lorenzo com uma goleada de 4 a 0.

A torcida do Flamengo já esgotou os ingressos para a partida da próxima quarta-feira (13). Será o último jogo do clube na temporada. Em ano de altos e baixos, fechar com título seria a garantia de férias tranquilas e início de 2018 sem pressão para o clube rubro-negro, além do fato de não ganhar um troféu internacional desde a Copa Mercosul de 2001.


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