Garotada é o que se leva de ano decepcionante do Flamengo

GOAL: Depois de começar o ano recheado de expectativas, o Flamengo encara um final de temporada melancólica, com alto investimento e nenhuma conquista de peso, o time mais decepcionou do que fez feliz a sua torcida. Mas apesar dos muitos momentos ruins ao longo deste ano, o Rubro-Negro também tirou coisas boas.

Como por exemplo Lucas Paquetá, o jovem meia foi, talvez, uma das melhores coisas que aconteceram com o Flamengo na temporada. Aos 20 anos, ganhou mais espaço com a chegada de Rueda e mostrou além de talento, personalidade.

Ele apareceu em momentos importantes, assumiu papel de protagonismo mesmo num time com Diego e Everton Ribeiro. Não se intimidou e até jogou improvisado no ataque quando foi necessário. Marcou gol em duas finais, na Copa do Brasil e na Sul-Americana e demonstrou acima de tudo respeito e identificação com o Flamengo.

Vizeu e Lucas Paquetá comemorando gol pelo Flamengo com dancinha - Foto: Bruna Prado/Getty Images
Outro ponto positivo para o clube em 2017 foi Juan, o veterano de 37 anos, que parecia estar com os dias contados para a aposentadoria, mostrou folêgo e deu esperanças a torcida. Entrou nos jogos importantes e com a classe de sempre colocou ordem na zaga Rubro-Negra. Com ele, o Flamengo voltou a ter confiança. As boas atuações renderam uma renovação e fez o jogador postergar sua aposentadoria.

No ataque, a recuperação de Felipe Vizeu também é para ser comemorada. O atacante que surgiu muito bem em 2016, acabou perdendo espaço no início da temporada para Leandro Damião. Além disso, lesões e problemas internos também pareciam colocar o jogador fora do clube.

Mas quando o Rubro-Negro mais precisou, Vizeu deu a volta por cima e terminou a temporada em alta. Ele conduziou o Flamengo à final da Sul-Americana e marcou gols decisivos tanto no tornieo continetal quanto no Brasileirão.

Aos 47 do segundo tempo, a vira de César também mudou. O jovem goleiro foi acionado após lesão de Diego Alves e Thiago e deu conta do recado. Ele que também surgiu como uma promessa há quatro anos mas não tinha conseguido se firmar e estava próximo de deixar o clube, ao que parece, garantiu seu lugar para o ano que vem como suplente de Alves.

Mesmo depois de dois anos sem entrar em campo, teve grande atuação e até pegou um pênalti. Nas finais, também mostrou segurança e não teve culpa nenhuma nos gols que sofreu.

Por fim, o Flamengo também ganhou muito com Vinicius Júnior. Além da venda milionária para o Real Madrid, o garoto de 17 anos foi promovido aos profissionais e usado em momentos chaves. Na semifinal da Sul-Americana, por exemplo, entrou no segundo tempo contra o Fluminense e decidiu a partida garatindo a classificação Rubro-Negra.

Ainda que não seja escalado como titular, ele foi praticamente a única peça de Rueda capaz de realmente mudar a cara do time e o rumo de uma partida.

Numa temporada em que o investimento em contratações foi grande, quem realmente se destacou foi a base, que deu a cara quando o clube mais precisou enquanto as estrelas tiveram atuações bem abaixo do esperado.

Como por exemplo Lucas Paquetá, o jovem meia foi, talvez, uma das melhores coisas que aconteceram com o Flamengo na temporada.



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