Marcelinho exalta torcida do Flamengo: "Não para de cantar"

Marcelinho não se deixou abalar pela pressão. Usando o ataque como principal arma, o ala rubro-negro teve a mão calibrada e foi ovacionado.

GLOBO ESPORTE: Defendendo as cores do Flamengo, o ídolo rubro-negro chegou a 10 títulos cariocas, seis títulos nacionais, uma Liga Sul-Americana, uma Liga das Américas e um Mundial Interclubes. Marcelinho também foi eleito o MVP (jogador mais valioso) do NBB em 2009 e 2010. Na seleção brasileira, onde esteve de 1998 a 2014, o ala foi tricampeão dos Jogos Pan-Americanos (1999, 2003 e 2007), bicampeão da Copa América (2005 e 2009) e bicampeão do Sul-Americano (1999 e 2003).

Embora já tenha enfrentado algumas limitações e lesões por conta da idade, o tempo no basquete o fez ganhar mais experiência, maturidade e leitura de jogo. Quando entrou em quadra, o Flamengo perdia por uma diferença de nove pontos. Marcelinho não se deixou abalar pela pressão. Usando o ataque como principal arma, o ala rubro-negro teve a mão calibrada e foi ovacionado.

Foto: MDJ Fotografia
Marcelinho tem aproveitado cada momento como se fosse o último. E não seria diferente no seu retorno ao palco olímpico. Em pleno dia 30 de dezembro, em uma tarde chuvosa, o "Clássico dos Milhões" deixou praticamente cheio o ginásio da Arena Carioca 1. O público foi de 3.761 torcedores no local, com capacidade para 4.500 pessoas.

- É o palco da Olimpíada, com um grande adversário, um grande jogo, em uma data especial de fim de ano. Acho que se o Flamengo e o Vasco jogarem na quadra da Catacumba da Lagoa será disputado e todo mundo vai dar o máximo. O jogo já fala por si só. Em uma arena bonita como esta, engrandece ainda mais o espetáculo. Mas essa torcida aqui é incrível. Dia 30, quase 4 mil pessoas empurrando o time. A gente se sente muito apoiado e muito confortável com essa situação. Quando olhamos para a arquibancada, os torcedores sem parar de cantar, faz a gente tirar forças de onde a gente nem acredita que tem. Muito mérito da torcida - analisou Marcelinho.

O jogador só lamentou o fato de o jogo ter sido de torcida única, devido ao número insuficiente de policiais para assegurar a segurança do público.

- É um jogo diferente. Infelizmente, pela situação que a gente se encontra no nosso estado, não conseguimos ter um clássico com as duas torcidas. Não vou nem entrar no mérito do por que. O fato de não podermos ter as duas torcidas é muito triste, eu acho que o ginásio fica ainda mais bonito, mas se é assim, foi uma boa despedida de um clássico da torcida rubro-negra.

Marcelinho deus os primeiros passos no basquete do Flamengo aos 10 anos, ainda pelas categorias de base, e se profissionalizou em 1995. Em mais de duas décadas, o jogador teve passagens por clubes como Tijuca, Fluminense, Corinthians de Santa Cruz, Botafogo, Rimini Crabs-ITA, Cantabria-ESP, Telemar, Uberlândia e Zalgiris Kraunas-LIT. No Flamengo, ele joga desde 2007.


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