"O que aconteceu na Colômbia já é passado", diz Juan

Em seguida, o Flamengo tem a grande decisão da Copa Sul-Americana contra o Independiente, em dois jogos, um na Argentina e outro no Maracanã.

GAZETA ESPORTIVA: Até a noite de quinta-feira a semana do Flamengo vinha sendo pesada por conta dos erros cometidos pelo goleiro Alex Muralha na derrota de 2 a 1 para o Santos. Porém, o triunfo de a 0 sobre o Junior, na Colômbia, a classificação para a final da Copa Sul-Americana e a exibição de gala do arqueiro César acabaram por tranquilizar o ambiente para o que ainda está por vir. O time tem três decisões pela frente. No domingo, às 17h (de Brasília), visita o Vitória no Estádio Barradão, em Salvador (BA), pela última rodada do Campeonato Brasileiro. É preciso ganhar para não depender de nenhum outro resultado na luta por uma vaga na próxima Copa Libertadores. Em seguida, o Flamengo tem a grande decisão da Copa Sul-Americana contra o Independiente, em dois jogos, um na Argentina e outro no Maracanã.

“Fizemos uma partida histórica. Foi importante termos trabalhado bem a questão da posse de bola”, disse o técnico colombiano Reinaldo Rueda.

O zagueiro Juan concorda.

Juan vibrando com classificação do Flamengo - Foto: AFP/ LUIS ACOSTA


“Agora temos que trabalhar de olho na final e também na última rodada do Campeonato Brasileiro. Ainda temos jogos importantes por fazer nesta reta final de temporada e o que aconteceu na Colômbia já é passado. Vamos olhar para frente”, disse Juan.

A delegação do Flamengo seguiu diretamente da Colômbia para Salvador, onde neste sábado o elenco vai realizar um único treinamento de olho no choque contra os baianos. O time deverá ser divulgado minutos antes da partida.

Muralha: Personagem da semana, o goleiro Alex Muralha, que sequer ficou no banco de reservas contra o Junior, admitiu o mau momento.

“Estava tentando fazer meu melhor, mas tem momentos que esse melhor não é suficiente”, disse Muralha.

O goleiro ainda elogiou César, a quem consideradou um grande companheiro. Os três goleiros relacionados, Muralha, César e Thiago, se abraçaram de maneira marcante pouco depois do apito final, mostrando que todos pareciam pressionados com as críticas.


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