Pra cima deles, Flamengo

No colo, no peito, no grito, no ombro. No suor de cada um que faz do Flamengo uma Nação. E da Nação, a grande maravilha do universo.

ESPN FC: Por Marcos Almeida

Em uma semana, virará o ano. Que venha o aguardado 2017; nada de 2018 já visando 19. Dessa vez, 13 de dezembro será Réveillon. Na história, 13 de dezembro é dia de Flamengo vencedor. De Flamengo campeão.

Dia de Trauco ser Leonardo; Willian Arão, Dequinha. Na inexperiência de nossas crias, a tarimba de quem cresceu na Gávea e nos levou ao alto do continente. Se 81 estiver distante, será só olhar para trás. Haverá a figura de Juan.

Torcida do Flamengo no Estádio Libertadores América, do Independiente - Foto: Divulgação
Maracanã lotado, com os poucos presentes se fazendo valer por muitos. Para que as vozes ecoem aos quatro cantos, para que as diferenças não sejam notadas. Para que o goleador coadjuvante só tenha uma grife: a de decisivo.

À beira do campo, a aura latina do vencedor Fleitas Solich. A alma rubro-negra do imortal Carlinhos. À flora do gramado, a fauna do Urubu. Do Ninho, da Ilha, do mundo inteiro. O bicho urbano será Urubu. O suburbano também.

Que bica, faz sombra, destroça, incomoda. Que voa.

Ano que vem, a gente discute política, arte, planos futuros. Fala até de futebol. Enquanto ele não chega, só uma coisa interessa: o Flamengo campeão.

No colo, no peito, no grito, no ombro. No suor de cada um que faz do Flamengo uma Nação. E da Nação, a grande maravilha do universo.

Pra cima deles, Flamengo!


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