"Se Flamengo for campeão, vai dever muito aos zagueiros", diz Rizek

Emprestado pelo Internacional, Réver estendeu o vínculo com o Flamengo até o final de 2019 e poderá acrescentar novas marcas na história.

SPORTV: O capitão do Flamengo, o zagueiro Réver é mais do que o guardião da defesa rubro-negra, ao lado de Juan, e tem mostrado poder de fogo também no ataque, como fez no jogo de ida da decisão da Sul-Americana, ao abrir o marcador contra o Independiente - o time argentino virou o placar e venceu por 2 a 1. Ao elogiar a qualidade ofensiva do jogador, o apresentador André Rizek elogiou os números de Réver, que chegou ao sétimo gol no ano, e brincou ao lembrar que Guerrero, fora, está "estacionado" na contagem.

- Se o Flamengo conquistar o título (da Sul-Americana) vai dever muito aos zagueiros. O Juan teve uma atuação incrível contra o Junior de Barranquilla e o Réver chegou ao sétimo gol na temporada, mais um pouco ele passa o Guerrero! Ele (Réver) marcou contra Ponte Preta, Corinthians, Fluminense, Bahia (duas vezes), no Brasileiro, e Palestino e Independiente, na Sul-Americana. Sete gols na temporada para um zagueiro? E um zagueiro que esteve lesionado em alguns momentos... é uma belíssima marca - considerou Rizek.

Réver, capitão do Flamengo - Foto: Gilvan de Souza
Se considerar apenas o Campeonato Brasileiro, a diferença entre Réver e Guerrero diminui bastante: o atacante peruano fez apenas seis - dos 20 gols anotados no ano - na disputa nacional (foram mais 10 no Carioca, dois na Libertadores e dois na Copa do Brasil). O número de Réver é tão significativo que, com os cinco gols, ele chegou aos 29 em Brasileiros (por quatro clubes diferentes) e se tornou o maior zagueiro-artilheiro da competição ao lado de Júnior Baiano.

Emprestado pelo Internacional, Réver estendeu o vínculo com o Flamengo até o final de 2019 e poderá acrescentar novas marcas na história. Ainda este ano, o capitão terá a chance de mais uma vez ajudar o clube contra o Independiente, mas desta vez o jogo vale o título da Sul-Americana. Para o comentarista Carlos Eduardo Eboli, qualidade não falta.

- Uma observação técnica que acho que é grande virtude de um bom cabeceador: ele cabeceia de olho aberto. Ele vê onde está colocando a bola e esse último gol (contra o Independiente) mostra isso. Ele subiu absoluto no lance - analisou.

Flamengo e Independiente decidem o título na quarta, às 21h45, no Maracanã. Como na final não há critério de gols fora de casa, qualquer vitória rubro-negra por um gol de diferença leva a decisão para prorrogação e pênaltis. O time argentino e será campeão em caso de empate. Se o Fla vencer por mais de um gol de diferença, leva a taça.


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