Temporada nada mágica do Flamengo

FALANDO DE FLAMENGO: Por Léo Sardou

Sim, voltamos ao Planeta dos Macacos!

Infelizmente, essa afirmação, não foi uma resposta a provocação hermana. Em 2017 o Flamengo perdeu no campo e fora dele. Se no campo, afirmamos aqui que perdemos por não termos uma Diretoria com pulso firme. Fora dele, perdemos por termos uma sociedade desigual, cercada por um caos social.

Não me venham com essa de que a Torcida do Flamengo foi a responsável por toda barbárie de ontem. O Estado foi o responsável! Tentativa de invasão são comuns em decisão, e sempre aconteceu, e posso afirmar que sempre acontecerá. Amigo, infelizmente final não é dia de levar crianças e idosos ao estádio. E isso não é de hoje. Falo de mais de 20 anos de história em finais vividas igualmente no Maracanã… desde os anos 90 isso acontece… Dêem um Google aí! Flamengo jogando contra o mesmo Independiente no Maracanã. Mesmo caos!

Foto: Gilvan de Souza
O grande potencializador dessa vez foi a falta de capacidade do Estado em prever e projetar possíveis problemas. Várias ações poderiam ser feitas, para evitar todo o tumulto, mas, a PM, braço armado do estado é despreparada. Ao invés de cordões gigantescos de isolamentos, como os feitos na Copa do Mundo. Optou por fechar as entradas, causando uma maior concentração de pessoas, que causavam mais tumulto, e a solução sempre passava por balas de borracha, bombas de efeito moral e gás de pimenta.

Antes do jogo começar, tive que ajudar um pai que aos prantos conseguiu entrar com seu filho de 8 anos no estádio. Depois de uma luta gigantesca, de duas horas e meia, de entrada e saída da fila por conta do tumulto ocasionado pela grande quantidade de torcedores e PM impedindo a passagem, resultado a criança respirou muito gás. O pai também, e ele não levará seu filho mais em final. Assim como não levei a minha filha.

A problemática de quem começou o tumulto, invasores, ou PMs, acaba na minha concepção, quando de um lado eu já espero a barbárie e de outro eu pago, e caro, para solucionar os problemas de violência e não para potencializar por falta de inteligência. Vi mulher pular grade e puxar os filhos para dentro do estádio. Imagem dantesca que não saí da minha memória, após a entrada da mesma. Gás, e foi assim, alguém fazia merda, com ou sem ingresso e a PM potencializava.

Vamos falar do jogo…

O Jogo foi a cara da Diretoria. Foi tônica de 2017. A frase que falei mil vezes no pós jogo, com um dos meus 13 leitores de fé, foi “nós não merecíamos perder novamente”. Nós, a torcida, deixo claro. Mas, a diretoria também não merecia fechar o ano com chave de ouro. Seria fácil e um prêmio a quem não merece.

Um futebol gerido por Fred Luz, Bandeira de Mello, Rodrigo Caetano, e agora o Lomba (que entrou pela janela) não merece “Vencer, Vencer, Vencer!”. Não faz parte do DNA deles. Digo isso, pois, ao contrário do atleta de Cristo, Diego, afirmo, o ano não foi bom! Estadual não conta, chegar a finais e não levar, não conta! E só estamos na Libertadores, pois, um imbecil que joga pelo Vitória colocou a mão na bola aos 49 minutos do segundo tempo dentro da área…. Se não fosse ele, nem isso.

Temos que passar o rodo. Rodo, que falávamos em 2016. Tem que cair um por um. Do Presidente ao Departamento Médico. Ninguém ali sabe de futebol. As única escolhas acertadas feitas pelos dirigentes vieram das Redes Sociais: Diego Alves e Rueda. De resto, foram protegidos, jogadores que jogam sem responsabilidade, pois, sabem como é né? “Deus está guardando algo grande para a gente”, “Essa derrota foi um propósito de Deus em nossas vidas”, discurso perdedor embutido na cabeça de grande parte do elenco, pela panelinha de “Pastores”.

Sobre o ano que vem? Que se mude tudo! Ou iremos patrocinar mais vexames, para alegria da turma do arco íris. Apesar de já especularem “Gabigol”, sim, mais uma contratação estilo Rodrigo Caetano de ver futebol. Vou ser sincero, com esses que estão aí, não espero nada de 2018, a não ser as eleições em dezembro.

Os relativizadores de resultado já foram chamados pela diretoria a trabalhar, precisam embutir na cabeça Rubro Negra que, “Vencer, Vencer, Vencer!”, é só um trecho do Hino. Na minha cabeça isso é missão!

Fora Fred Luz, Fora Mozer, Fora Rodrigo Caetano, Fora Lomba, Fora Vitor Hugo, Fora Fernando Gonçalves, Fora Márcio Áraujo, Fora Muralha, Fora Gabriel, Fora Mancuello, Fora quem aprovou o Conca, fora todo mundo!

DEIXEM MEU FLAMENGO EM PAZ!

VIDA LONGA A RUEDA E PAQUETA!

2019 PROMETE!

Sobre o ano que vem? Que se mude tudo! Ou iremos patrocinar mais vexames, para alegria da turma do arco íris.



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