Clubes votarão por árbitro de vídeo e grama sintética no Brasileiro

RODRIGO MATTOS: Convocados pela CBF, os clubes terão de votar se aceitam pagar pelo árbitro de vídeo e se será permitido o gramado sintético do Atlético-PR em Conselho Técnico do Brasileiro da Série A. A reunião foi marcada para o próximo 5 de fevereiro, sendo seguidas pelos encontros das Séries B e C. Só depois disso sai o regulamento da competição.

A confederação já terminou o seu projeto de árbitro de vídeo, tendo levantado um custo estimado por meio de empresas. O valor não foi revelado pela entidade, mas sabe-se que ficou acima dos R$ 15 milhões inicialmente propostos.

Foto: Buda Mendes/Getty Images
Na reunião com os clubes, a CBF vai apresentar um vídeo com detalhes de como funcionará o árbitro de vídeo se aprovado, além de dar informações de qual será o impacto do jogo. Os árbitros da confederação já estão treinados e o departamento de arbitragem está pronto para iniciar o projeto.

A questão é que a CBF não quer custear todo os valores. Sua intenção é repassar parte dos gastos para os clubes, ainda sem especificar qual o percentual. Dirigentes de clubes ouvidos pelo blog mostraram contrariedade com o fato e dizem que vão analisar com cuidado qual o custo e como será dividido. Mas, ao mesmo tempo, há dirigentes que defendem há bastante tempo as reformas da arbitragem da confederação.

Outra questão a ser levantada é o uso do gramado sintético no estádio do Atlético-PR, na Arena da Baixada. No ano passado, no Conselho Técnico, o ex-presidente do Vasco Eurico Miranda conseguiu aprovar uma medida para eliminar o gramado, o que foi adiado para 2018. Agora, essa questão voltará a pauta para saber se a decisão será referendada.

Durante o Brasileiro de 2017, o Atlético-PR entrevistou jogadores e técnicos dos times adversários para saber sobre a qualidade de seu gramado. A informação é que ouviu da maioria que não havia interferência na partida, ou favorecimento ao time paranaense.

Assim, o Atlético-PR não tirou seu gramado sintético, já que este tem bem menor custo do que o natural. Dirigentes do clube, portanto, esperam convencer seus pares de outros times de não ratificar a proibição ao sintético, aceitando o que existe hoje. Um dos argumentos é que, ao contrário do que ocorreu em 2016, o time paranaense não teve vantagem significativa em seu desempenho dentro de casa.

O valor não foi revelado pela entidade, mas sabe-se que ficou acima dos R$ 15 milhões inicialmente propostos.

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