Feliz 2018

GILMAR FERREIRA: O acesso em tempo real às partidas das principais Ligas europeias eleva o sarrafo e nos torna mais exigentes quanto à qualidade do futebol jogado no país.

E tem de ser assim mesmo.

Nossos Estaduais são pobres de ideias, com espetáculos risíveis, e o Campeonato Brasileiro nos nivela por baixo.

Mas sempre há o que se festejar, afora as vitórias dos times _ e isso vai da ótica de cada um.

Na minha, o ano que termina consagra o surgimento de valores que renovam a esperança.

Foto: Divulgação
SERIA possível elencar ao menos duas dezenas de jovens jogadores que se exibiram por aqui com capacidade técnica acima da média.

E em condições, é claro, de estar em futuras convocações para a seleção.

Tenham certeza, isso só não irá acontecer porque estamos em ano de Copa do Mundo.

Ainda assim, é bom não fechar questão...

Ou alguém afirmaria que o jovem volante Arthur, do Grêmio, de 21 anos, revelação cobiçada pelo Barcelona, já está fora dos planos de Tite?

Não é provável, mas impossível...

PARA OS CARIOCAS, o difícil ano termina, ao menos, com boa perspectiva para o futuro.

Premidos pela necessidade de baixar custos, Botafogo, Flamengo, Fluminense e Vasco projetam um 2018 mais enxuto.

E o fazem com a certeza de que há pratas na casa.

Os avinegros lançaram 14 juniores, mas o zagueiro Marcelo e o volante Matheus Fernandes mostraram talento.

Entre os rubro-negros, sete jovens foram aproveitados, mas Vincius Júnior, Paquetá, Vizeu e César saltaram aos olhos.

NESTE QUESITO, aliás, os tricolores bateram o recorde.

Foram 16 jovens da base lançados pelo técnico Abel Braga, com os volantes Wendell e Douglas sobressaindo ao exibir força e talento.

Cenário que se repetiu em São Januário com o aproveitamento de treze vascaínos formados no clube.

E estando entre eles os imberbes Paulinho e Paulo Vítor, de 17 anos, e os efetivos Mateus Vidal e Evander, de 19.

Todos, destaques de um universo restrito...

MAS HÁ outros, mutos outros, a serem citados Brasil afora.

Poderíamos falar, por exemplo, dos zagueiros Murilo, do Cruzeiro, Éder Militão, do São Paulo, e Bremer, do Atlético-MG;

Ou dos meias Shaylon, do São Paulo, e Yan Sasse, do Coritiba;

E até, quem sabe, dos atacantes Luiz Fernando, do Atlético-GO, Luãnzinho, do Avaí, e Arthur Gomes, do Santos.

Todos estes jovens com idade variando na faixa dos 20 anos, e com muito futebol para nos mostrar...

Ou seja: é possível, sim, pensar num 2018 melhor...

Premidos pela necessidade de baixar custos, Botafogo, Flamengo, Fluminense e Vasco projetam um 2018 mais enxuto.


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