Flamengo é campeão de Gameshow do Esporte Interativo

ESPORTE INTERATIVO: Uma final épica. Num jogo absolutamente espetacular, o Flamengo reverteu nesta sexta-feira a desvantagem da primeira etapa e virou de forma sensacional para cima do Paraná, conquistando a terceira edição do Fanáticos com uma vitória apertada, numa partida que foi decidida apenas na última pergunta. O placar de 1160 a 1130 reflete a excelência da disputa. Juntando-se a Bahia e Vasco, campeões das outras edições, a dupla Bruno Lucena e Pedro Caruso receberam o troféu da competição e poderão, assim, assistir a um embate da Champions League, na cidade que escolherem.

Os #FanáticosParaná entraram com vantagem de 270 a 100 devido ao primeiro tempo da disputa, ocorrido na última quinta-feira. Mas encarar o Flamengo numa final é pauleira. Se na quinta, numa partida de poucas perguntas, a sabedoria de Lucena pôde ser anulada, desta vez não deu. Uma coisa é neutralizar alguém que sabe muito em poucas perguntas: a chance de ele não saber alguma é grande. Mas quando são várias e várias as questões, mais chances de gabaritar diversas delas.

Pedro Caruso e Bruno Lucena representaram o Flamengo - Foto: Reprodução
Fora isso, o poderio da torcida rubro-negra se fez marcante desde o começo da decisão. O Paraná ficou acuado de tal modo que sua estratégia precisou ser alterada no início da final: em vez de deixar o tempo rolar, César respondeu rápido a sua primeira questão, visando impedir que o Flamengo disparasse no Twitter.

Coincidentemente, o primeiro erro do jogo se deu na segunda pergunta direcionada aos paranistas. Serginho se equivocou quanto à cidade que sediou a final da Liga dos Campeões de 2008. Lucena chamou para si ter sido disputada em Moscou e o Flamengo se agigantou a partir de então.

Nas provas realizadas no Museu Seleção Brasileira, na sede da CBF, o Flamengo gabaritou a escalação do time canarinho que estreou na Copa da Itália, em 1990. Serginho e Cesar foram mal em relação ao primeiro jogo do Brasil no Mundial anterior, no México.

Os #FanáticosMengão se aproximaram no placar ao ganhar a prova do primeiro gol da temporada. Acertaram mais jogadores que pela primeira vez balançaram redes para seus clubes. Meio que a acusar o golpe, Serginho preferiu chamar o especialista em uma pergunta de baixa pontuação. Na sequência, seu adversário gabaritou outra prova: a dos onze brasileiros que terminaram o jogo do Tetra, na Copa de 1994. O Paraná errou dois nomes. O Flamengo virava o jogo.

Mas nada estava decidido. A forte dupla tricolor não demorou para aproveitar um erro de Pedro Caruso e empatar a partida. Caruso, por sinal, fez jogo digno. Cravou a resposta em sua primeira intervenção, ao acertar que Cavani debutou na Europa pelo Palermo.

Lucena escorregou na prova que questionava em que campeonato certos jogadores marcaram seu último gol pelo clube. Errou, inclusive, o do ex-lateral Athirson, presente na arquibancada. 


O Paraná vibrou muito ao tomar a frente do placar.

Caruso, então, jogou seu feijão com arroz e chamou o Twitter para se assegurar quanto a uma indagação relacionada a janeiro de 2005. Porém, foi mal na prova do Quizz do Museu Seleção Brasileira.

O primeiro momento mágico do programa se deu quando Lucena dobrou na pergunta sobre quem deu o passe para Renato Gaúcho marcar seu segundo gol sobre, justamente, o Paraná, no ano de 1997. Acertou que era Sávio. Pressão para o adversário? Nada disso. Serginho de imediato pediu sua dobra e acertou que Paulo Miranda tocou a Ricardinho na vitória sobre o Flamengo no Brasileirão anterior. Não se deu conta de que gastou muito rápido a sua dobra. Enquanto o Flamengo guardava uma última, obtida em recurso extra, na manga.

Caruso chamou a ajuda de Athirson, que assistia à partida ao lado de Lúcio Flávio, ídolo do Paraná, para uma pergunta sobre a Libertadores de 1984. Golaço do dono do Carioca de 2000, que entregou a resposta certa para seu súdito. O “Pelé Branco” foi chamado a responder sobre o único gol de pênalti que o Brasil sofreu na Copa de 50 e mandou de trivela no ângulo ao dizer Suécia.

César retribuiu a gentileza ao acertar contra quem Lúcio Flávio disputou seu jogo de número 300 pelo clube. Lucena fez bonito diante do ídolo rubro-negro também: ao dizer que Athirson marcou três gols no Friburguense, no último Carioca do século passado.

Reclamações de ambos os lados fariam com que a produção apurasse pontos que pudessem ser decisivos. A Justiça foi sendo feita durante a programação. Se rasgando por não poder dobrar, Serginho brilhou ao responder que seu time só perdeu dois jogos na campanha da Série B de 1992. Lucena não deixou barato. Queria dobrar, mas foi impedido por um prudente Caruso, que quis guardar o trunfo para o final. Mesmo contrariado, o Oráculo rubro-negro assegurou de forma correta que o único gol de pênalti marcado pela seleção brasileira no Mundial da Suíça, em 1954, foi marcado por Djalma Santos diante da poderosa Hungria de Puskas.

O Paraná foi muito bem no “Quem Sou Eu”, ao acertar Saulo de primeira, enquanto o Flamengo só descobriu seu zagueiro Juan na última pergunta. Assim, a dupla tricolor voltou ao jogo, e empatou a partida graças a Didier Drogba, jogador que parou uma guerra no seu país. Mal sabiam que a mesma pátria daria a vitória ao Flamengo. Na última pergunta do seu time, Lucena não gastou a dobra a que tinha direito, mas deixou o Flamengo a um passo do título ao cravar que Costa do Marfim foi a última seleção africana que o Mais Querido enfrentou num amistoso.

Coube à dupla paranista ir para o tudo ou nada em sua última pergunta. Sem recursos a usar, teve de chutar que jogador marcou duas vezes na excursão à Ucrânia em 2002. Na dúvida entre Dennys e Ronaldo – sabiam que Maurílio assinalara somente o primeiro gol da excursão –, escolheram errado Dennys.

No pênalti mal batido, uma derrota sofrida para o Tricolor de Curitiba. Na bola que saiu raspando a trave, vitória merecida do Rubro-Negro. Prêmio para Bruno Lucena, o craque do campeonato, e para Pedro Caruso, o marrento humilde, que sabia que o seu papel primordial no time era chamar a torcida. Agora, cabe aos dois honrar de peito aberto a única promessa não cumprida durante a competição: entregar camisas do clube e mantimentos na Mangueira. A comunidade vibrará ainda mais com a ação generosa dupla.

Na realidade, Flamengo e Paraná ganham quatro novos ídolos no ano que se inicia. César Japinha, Serginho Lacerda, Caruso e Lucena certamente chegarão de outra forma aos estádios daqui para a frente. Os quatro fizeram por merecer a taça. Mas, no Fanáticos, apenas um time pode sair campeão.

Força, #FanáticosParaná – cabeça erguida e bola para frente. E parabéns, #FanáticosMengão! A Nação orgulhosamente te agradece.​

A FlaTT, comunidade do Flamengo no Twitter, foi a grande responsável por quase um milhão de tweets usando a hashtag #FanáticosMengão.

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