Flamengo volta falar em estádio próprio, mas depende do Maraca

GAZETA ESPORTIVA: Depois de ter como casa em 2017 a Ilha do Urubu, o Flamengo ainda espera uma definição para jogar as principais partidas do ano, principalmente os jogos da Libertadores, no Maracanã. Mesmo com possibilidades à sua disposição, o presidente Eduardo Bandeira de Mello não quer desistir do estádio da final da Copa do Mundo de 2014 e vê o Rubro-Negro como a única salvação do Templo do Futebol.

“O Flamengo ainda não está totalmente desvinculado com o Maracanã. Ainda resta uma esperança de que haja bom senso e que ele não seja transformado no Coliseu carioca. Se acontecer o pior, vamos ter que partir efetivamente para o nosso projeto de estádio próprio e temos algumas possibilidades”, declarou o executivo durante palestra sobre gestão no futebol.

Presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello - Foto: Sergio Barzaghi/Gazeta Press
“Sinceramente não vejo solução para o Maracanã que não seja o Flamengo. Ao longo da existência do Maracanã, fomos responsáveis por 80% da movimentação do estádio. Claro que deve ter livre acesso a outros clubes do Rio e de outros estados que queiram jogar lá e, eventualmente, até trazer shows”.

Uma das possibilidades seria de a equipe da Gávea construir o seu próprio estádio e, na visão do presidente, uma vantagem do Mengão nesse caso seria conhecer os modelos utilizados por outros clubes antes de se definir qual caminho seguir. Também há a possibilidade de se jogar no estádio Nílton Santos.

“Estamos chegando depois dos clubes que tem estádio próprio e a gente tem a vantagem poder aprender com o que eles fizeram. Já tive o prazer que conhecer a Arena Corinthians e o Palestra Itália. Tem outros modelos de sucesso como o da Arena da Baixada e tem um projeto muito interessante do Atlético-MG. Estamos aprendendo”, afirmou Bandeira de Mello. “A opção do Engenhão foi colocada e a gente pode estudar. Não tem problema nenhum”.

Além disso, o mandatário do Flamengo acredita que seu time poderá jogar em outros estados durante o Campeonato Brasileiro, diferentemente do que aconteceu em 2017. Segundo ele, o Rubro-Negro perdeu dinheiro ao ser limitado a jogar apenas no Rio de Janeiro.

“Até 2016 existia simplesmente uma determinação que isso (jogar em outro estádio) tinha que ser feito com concordância do adversário. Acho que essa é a melhor solução. Vamos ver se o assunto será colocado (na assembleia da CBF na segunda-feira). Se não for, acho que prevalece o que acontecia até 2016. Não vejo problema com essa flexibilidade, até porque o Flamengo é um clube nacional, assim como outros”, afirmou Bandeira antes de dar exemplo sobre como o time pode deixar de ganhar ao não atuar como mandante fora do Rio de Janeiro.

“Foi para 2017, 2018 o assunto deve ser rediscutido, mas não vejo problema que haja uma flexibilidade já que o Flamengo e outros clubes são nacionais. A gente poderia fazer o cálculo (de quanto deixou-se de ganhar), mas com certeza foi (um montante) importante. Vamos jogar contra Nova Iguaçu em Brasília e, com certeza, será nossa maior receita na Taça Guanabara. Talvez as semifinais e finais superem, mas até agora será o jogo que mais vamos ganhar”.

Eduardo Bandeira de Mello não quer desistir do estádio da final da Copa de 2014 e vê o Rubro-Negro como a única salvação do Templo do Futebol.

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